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terça-feira, 14 de outubro de 2008

TOM GRAVES VEIO DA AUSTRÁLIA PARA ESTUDAR AS PEDRAS DO SOL - - E ATÉ DEU UMA AULA DE RADIESTESIA NA ESCOLA SECUNDÁRIA, EM FOZ CÔA – IMAGENS













.TOM GRAVES VEIO DA AUSTRÁLIA PARA ESTUDAR AS PEDRAS DO SOL - E ATÉ DEU UMA AULA DE RADIESTESIA NA ESCOLA SECUNDÁRIA, EM FOZ CÔA.


O autor de Agulhas de Pedra - A Acupunctura da Terra , famoso livro de investigação, sobre a influência da terra na alma e vida do ser humano, deslocou-se ao nosso concelho a convite da Comissão das Celebrações do Equinócio e do Solstício de Tambores – Chãs -, para ali confirmar a sua teoria de que «Em toda a parte existe uma interacção entre as pessoas e o lugar – e o lugar também tem as suas escolhas.» . Veio para uma curta visita mas acabou por permanecer três dias – de 6 a 8 de Outubro. Além da visita que fez aos Templos Pré-históricos dos Tambores, em Chãs, deu uma aula de radistesia arqueológica aos alunos do Curso de Museologia e Gestão do Património, na Escola Secundária Tenente Coronel Adão Carrapatoso, em Foz Côa, que foi atentamente seguida e muito apreciada, tendo ainda, na mesma tarde, visitado Castelo Melhor e as gravuras da Penascosa, após o que passou por Almendra e foi até à antiga estação da CP, no Douro, onde o fascino da paisagem o deixaria angustiado com o triste estado de abandono em que se encontram aquelas instalações e a via férrea.

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O famoso escritor inglês vive na Austrália mas desloca – se com frequência aos chamados pontos nodais ou lugares Sagrados da Terra que, desde que desapareceram as antigas civilizações que os cultuavam, têm praticamente permanecido escondidos dos olhares profanos। Em Portugal, já visitou o Cromolech de Almendres no Alentejo e alguns menires da região de Sintra ।Mas agora há mais um local que passou a fazer parte do seu roteiro: o Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora e a Pedra do Solstício, nos arredores da aldeia de Chãs।

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Um dos principais objectivos das celebrações evocativas que ali têm tido lugar, visa reunir opiniões e contributos científicos de vários especialistas para um melhor aprofundamento do passado místico e histórico dos sítios e da área envolvente। Depois de estudos e observações de arqueólogos e historiadores, nomeadamente, Adriano Vasco Rodrigues, António Sá Coixão e José Luís Lima Garcia, do astrónomo Máximo Ferreira e do sociólogo Moisés Espírito Santo, a Comissão Organizadora, alarga o leque à participação de uma mais vasta equipa multidisciplinar।

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Tom Graves é um autor de sucesso internacional। Tem-se notabilizado pela publicação de obras que procuram dar respostas e abrir novos caminhos para a investigação no campo da radiestesia aplicada à arqueologia, onde é tido como um dos mais cotados técnicos e pedagogos da actualidade।



Espírito peregrino e multifacetado, com uma carreira pouco usual e variada que se tem repartido pela música (como executante e inventor de instrumentos), o cinema, o ensino, a fotografia médica, edição, pesquisa aeronáutica, informática e psicologia industrial – tendo já no seu currículo cerca de uma vintena de livros publicados em diferentes áreas. Um dos quais – Agulhas de Pedra – editado em Portugal, pela Zéfiro em 2006.

Com especial interesse nas faculdades intuitivas e na natureza do “espírito do lugar”, Tom considera que só é possível ir ao encontro das verdadeiras raízes da história e da compreensão dos fenómenos naturais através da chamada linguagem vibratória dos sentidos.

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Defende que os lugares sagrados são centros para os quais muitas das linhas de água convergem umas com as outras e também com os centros padrões de linhas acima do solo, à semelhança do que acontece com as artérias do corpo humano। E, por isso, acredita que tais lugares não foram escolhidos por obra do acaso। Designadamente, mamoas, menires, círculos de pedra, dólmenes e outras estruturas megalíticas, assim como os altares das igrejas da Pré-Reforma।


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Ora foi precisamente a teoria que o conhecido escritor e investigador aceitou ali testar – E, pelos vistos, com êxito, durante largas e pacientes horas! Pois foram feitas observações e descobertas muito importantes: quer a nível de vestígios arqueológicos à superfície do terreno, até agora desconhecidos e que, a seu tempo, serão revelados, quer sob o ponto de vista de estudos radistesistas। Nesta sua especialidade, já o tinha visto a fazer a demonstração, na Escola Secundária, em Foz Côa, fazendo-me recuar aos meus tempos de estudante ( onde o meu professor de geologia, costumava exibir esse talento, com a sua varinha sensível)no entanto, o que ali pude ver, em vários sítios nos Tambores, além de confirmar a importância arqueológica e sagrada daqueles megálitos, deixou-me verdadeiramente estupefacto.



O estudo decorreu no segundo e terceiro dia da sua visita, apenas com a minha presença, já que, na manhã do primeiro dia, a chuva não o permitiu। E foi pena: pois estou certo que o mesmo espanto se estenderia ao escasso grupo que nos acompanhava: António Lourenço, Presidente da Junta de Freguesia, o Prof. Fernando Baltazar e ao Dr. Filipe Moutinho – responsável pela gestão da Calcaterra, que ofereceu gratuitamente a hospedagem ao nosso ilustre convidado. A Quinta fica situada nos arredores de Marialva, lugar aprazível e já considerado um dos projectos agro-turísticos mais bem estruturados da região. À família Moutinho, uma vez mais, os nossos agradecimentos pela preciosa colaboração prestada – E também aos restantes amigos, a que já nos referimos – E ainda aos professores e alunos da Escola Secundária (incluindo o Presidente do Conselho Executivo, Prof. Jorge Joaquim Pereira da Silva ) que souberam compreender e aproveitar os conhecimentos e a experiência do distinto visitante.


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O nosso próximo convidado, que aceitou igualmente deslocar-se, tendo-nos já prometido levar ali outros investigadores, é o Prof। Dr। Fernando Coimbra (Doutorando pela Univ. Salamanca) Arte Rupestre, Arqueologia Cognitiva e Simbolismo, que também se interessa pela Arqueoastronomia – A quem, publicamente, desde já agradecemos a disponibilidade.


Jorge Trabulo Marques
Da Comissão Organizadora
das Celebrações do Equinócio e do Solstício

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