expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Madeleine McCann - NUMA VISÃO VIDENTE E EXTRA-SENSORIAL- QUEM A RAPTOU E MATOU, NÃO VIVIA LONGE -Madeleine McCann - VISION IN A VISIONARY AND EXTRA-SENSORY



(atualizaçao)NÃO TARDA QUE SURJA UMA PRODUÇÃO EM HOLLYWOOD - SE FOR PARA CONTRIBUIR PARA REFORÇAR O COMBATE À PEDOFILIA, VENHA DAÍ -  Matéria prima não falta - Boa malha: se forem por A PGR anunciou a 21 de Julho de 2008 que o MP arquivou o inquérito relativo ao desaparecimento de Madeleine McCann e levantou a condição de arguido aos pais da menor inglesa e a Robert Murat (cidadão britânico que residia no Algarve), ressalvando que podia reabrir o processo, caso surgissem "novos elementos de prova", o que agora ocorreu.Novos indícios afastam responsabilização dos pais afirma advogado dos McCann



Atualização)  Referem as últimas notícias que "A polícia britânica recebeu mais de 300 chamadas telefónicas e 170 e-mails depois da BBC transmitir o programa 'Crimewatch', sobre o desaparecimento da pequena Madeleine McCann em Portugal- Isto, logo de enfiada, pois  não tardaram a chegar centenas dos mais disparatados  avistamentos de hipotécticos pedófilos. Sim, porque, de um momento para o outro, já se fala em mais de 2.400 chamadas e 'e-mails. E a cifra vai de certeza duplicar ou replicar. Tanto mais que há uma oferta avultada pela informação. Dai  haver muito transviado a sonhar onde poderá gastar a generosa oferta, a revirar  os olhos e a ver a  imagem da infeliz criança, em toda a parte, acompanhada de mãos dadas pelo seu depredador 'Polícia britânica recebeu mais de 2400 chamadas sobre caso Maddie






Bom era que houvesse frutos - Mas que tipo de frutos?.... Encontrar o cadáver ou a criança viva?!... Localizar o(s) raptores? Muito tarde - Só se forem os restos mortais. Aí, sim, hoje há recursos técnicos que permitem essa investigação - Sobre os raptores, dir-se-ia terem de começar ao ponto de partida. Penso que não foram para longe. Pois creio que os propósitos  que os moviam não eram os de abuso sexual   mas  adoção - Esta é minha intuição, a minha leitura mediúnica Só que,  ambos, vendo-se acossados, tiraram-lhe a vida e desfizeram-se do corpo. Se forem, por aí, e lograrem reunir todas as peças do puzzle, é possível que lá cheguem.  

É sempre assim: há muito adivinho ao dobrar da esquina, sobretudo quando lhe empolgam a imaginação. Infeliz, porém,  de quem a vida de tão tenra idade leva e a vida divertida daqueles que fazem da procura dos mortos o seu passa-tempo favorito - O Outono continua suave e sempre é mais atrativo de que no Reino Unido - Fazem muito bem passar por aqui umas férias, gastando uma libras, que é disso que o turismo algarvio precisa - Depois de terem cá vindo uns quantos soldados, vieram agora uns quantos policias, boa ideia: os nossos jornais também estão necessitados de mais histórias e nós precisamos de desnuviar: é que as do Paulo Portas e do Coelho dos Passos, já incomodam, por demasiado estafadas.





É sabido que o caso Madeleine McCann teve especial apoio do então primeiro-ministro, Toni Blair. Tendo-se dito que o casal Mcqueen (médicos) estariam ligados ao Partido Trabalhista. Daí estas novelas. Uma coisa é certa: houve de parte de ambos os governos, português e britânico, um especial empenho no desenvolvimento da investigação. Claro que não é isso que acontece com a maioria das crianças desaparecidas.  De resto, os registos, assim o documentam.
.  
Foi Tony Blair e Gordon Brown, que estavam por trás das instruções dadas ao embaixador do Reino Unido, John Buck, e do cônsul britânico, Bill Henderson (os dois diplomatas do Reino Unido em Portugal no momento em que ela desapareceu), para certificar-se de Gerry e Kate McCann receberam toda a assistência possível

 Em 9 de maio, o porta-voz de Tony disse que o então primeiro-ministro   estava acompanhando o caso de perto. "estamos a ajudar em qualquer maneira que pudermos". Em 16 de maio, coincidindo com o lançamento do  fundo de combate , o então  Chanceler do Tesouro Gordon Brown entregou uma mensagem semelhante aos parentes de Madeleine.   Por sua vez, o vice-primeiro-ministro John (..) também comentou sobre o caso, dizendo: "Tenho certeza de que os pensamentos de toda a Casa irão estar com eles neste momento terrível ". Em 26 de maio, um porta-voz da família McCann confirmou que Gordon Brown havia telefonado os McCann. [ Embora o porta-voz afirmasse que os detalhes das conversas permaneceriam privados, ele confirmou que  Mr Brown ofereceu tanto a Gerry como a  Kate o seu total apoio em seus esforços para encontrar Madeleine.

Diga-se o que se disser, faça o que se quiser, é minha  minha convicção de que há muito a infeliz menina faz parte do reino dos mortos e não dos vivos. - Se é para criarem o tal folhetim, então ao menos criem um enredo mais sofisticado, que esse dos retratos robôs, além de tardio, é demasiado história de cordel. 




.














HOJE O CORPO DA POBRE CRIANÇA JAZ TRANQUILO DEBAIXO DA TERRA E O SEU ESPÍRITO VOA COMO AVE SOLITÁRIA PELO INFINITO DOS CÉUS...




AFINAL ENGANEI-ME - VOLTOU À RIBALTA - MAS MANTENHO AS MESMAS PALAVRAS


Tanto se falou - e
até à exaustão - que o caso acabou por desinteressar a opinião pública e queimar-se a si próprio. É lamentável que assim seja: que a comunicação social use a notícia apenas enquanto ela é espectáculo: enquanto as emoções andam à flor da pele. Depois, passa-se a outro assunto e tudo aquilo que era um frenesim neurótico e desenfreado, com os microfones, as câmaras de televisão e máquinas fotográficas atropelarem-se, cai no esquecimento - São assim os novos tempos.


.





Também não fui insensível às notícias e ao caso - Prendeu-me especialmente a atenção e ocupou-me muitas vezes o pensamento - e não apenas quando via as primeiras páginas dos jornais ou os noticiários nas televisões. A vidência e a percepção extra-sensorial não é uma coisa que se possa comandar ao sabor da nossa vontade; no entanto, mercê de certas circunstâncias ou ambiente criado à volta, tais fenómenos podem ser facilmente despertados - Julgo que o caso da pobre criança inglesa me propiciou algumas vezes esses estados de espírito. Quer nos meus sonhos quer em estados de vigília - E, neste caso, isso acontece-me geralmente a horas tardias e já sob um certo cansaço.



.


Tenho por hábito reservar a noite para a leitura e a escrita - isto na cidade, onde vivo habitualmente. Na minha aldeia, para onde me desloco com frequência, e onde não tenho computador, costumo vaguear pelo campo, nos arredores, até ao nascer do dia. Quer uma circunstância, quer outra, podem ser propiciadoras de estados alterados de consciência especiais, proporcionando os tais flashes de iluminação. E, no meu caso, quando me surgem, se estou a escrever, procuro fazer o seu registo - Pois há duas formas para dar expressão a esses pensamentos: ou através de um diário ou pela via epistolar. Eu prefiro esta, pelo que necessito de me dirigir alguém, de ter uma espécie de interlocutor. Feita a escolha do destinatário, procuro dirigir-me de forma anónima, sob pseudónimo. Sinto-me mais à-vontade. Desta vez fi-lo para alguns jornais da imprensa estrangeira, mas sobretudo com um jornal regional - Como disse, sempre sob um nome fictício. Não é porque receasse dar cara mas pelas razões que expliquei


Vou pois aproveitar para aqui transcrever alguns dos muitos textos que escrevi acerca do desaparecimento da dita criança, que, de facto, por força do impacto dado pelos media, tanto apaixonou a opinião pública, em que também me senti envolvido.


Sei que houve muita gente a dar palpites. Sei que também apareceram várias pessoas a chamarem a si o privilégio da vidência. Mas isso é frequente quando os acontecimentos apelam à emoção e se tornam muito falados. Acredito, pois, que, nestas alturas, haja percepções, verdadeiramente genuínas, capazes de poderem fornecer informações ou pistas importantes, mercê de uma certa hiper sensibilização. Mas o problema é que depois é muito difícil distinguir o que merece credibilidade e aquilo que não passa de um mero palpite.


Esta a razão pela qual as autoridades não tomam muito em conta toda a avalanche de informações que recebem - E é pena que o não possam fazer, pois estou plenamente convencido que ( no meio da disparidade de percepções ou “palpites”, haverá sempre quem pudesse ter ido ao encontro da verdade ou que dela se tivesse aproximado. Mas quem é que pode, com rigor, fazer uma tal triagem ou selecção?!… - Nem aqueles que assumem essas certezas - No fundo fica sempre a pairar a dúvida - Direi que isso também se passa comigo - Mas é muito relativo; depende de muita coisa.



Bom, mas então vou transcrever alguns desses registos. Baseadas em percepções que, desde os primeiros dias em que se começou a falar do desaparecimento de Madeleine, sempre me iluminaram e intuíram para a morte da pobre criança. Pois nunca me passou pela mente que fossem os pais - Não acredito nessa possibilidade. As minhas visões apontavam-me (e apontam-me ainda) para outras pistas e cenários - de que, por sinal, até se andou muito perto - Só que o crime ( os criminosos) segundo esse meu entendimento e essas visões, fizeram-no com tal perfeição (logrados que foram outros objectivos e pretensões) que, além de terem saído ilesos, ainda terão lucrado - E, como é compreensível, mais não poderei dizer: pois arriscar-me-ia a fazer afirmações que não poderia provar e, por conseguinte. a ter problemas. Dai a razão de, nalguns dos textos que aqui reproduzo, fazer algumas omissões - De resto, a quem dirigi essas mensagens (e foram várias) foi com o pedido expresso de não serem divulgadas mas tão só de servirem de objecto de análise e de reflexão - E é também com esse propósito que aqui transcrevo algumas passagens. 

Data: Fri, 18 May 2007 03:17:00 -0300

Assunto: En:O Rapto de Ma deleine McCan na visão de um Vidente

Visão de um vidente no rapto de Madeleine McCan

(...)Acho que é um desperdício de tempo investigar o Russo. Ele não tem nada a ver com o caso.

(..)Eu poderia apontar-vos aqui vários exemplos das minhas vidências, mas não é essa a minha intenção. Acho que não vale a pena procurar outros rastos. Vejo apenas duas pessoas envolvidas no rapto: uma mulher e um homem A mulher bate à porta e a menina vai abri-la. Ao entrar diz-lhe que a vai levar à mãe. Pega na criança e passa-lhe um anestesiante e depois mete-a num saco de mão e parte. Lá fora, está um carro onde é colocada e transportada para uma vivenda situada fora da área. Chegados à vivenda(alugada previamente), é posta numa cave. Não para ser utilizada para fins sexuais mas para a adoptarem, dadas as semelhanças com (...). Durante os primeiros dias foi alimentada e cuidada pela (...). Mas as coisas complicaram-se e, neste momento é muito difícil que ainda esteja viva - aliás, eu bem desejaria que estivesse viva, mas a imagem que eu agora tenho, soa-me a trágico! Depois de estrangulada e morta, vejo o seu corpo a ser levado para um local ermo, e aí enterrado. Ainda não me dei ao trabalho de sondar um mapa da área( aliás, também o não tenho) pois com um pêndulo talvez pudesse localizar o sítio. Aquando do sequestro pelas Brigadas Vermelhas,de Aldo Moro, Presidente da Democracia Cristã, em Itália, fiz essa experiência e cheguei à conclusão que não me tinha enganado. Mas estava muito longe para dar o meu contributo e lhe poder valer. Acabou morto. Mas, em relação, à pobre Madeleine, acho que as autoridades, não vão precisar da minha ajuda.. Infelizmente... Caso tivessem seguido os movimentos (..) poderiam lá ter ido. Pois, um dos seus percursos diários conduziria, inevitavelmente, ao esconderijo para onde a criança foi raptada. Por isso, a fazer fé na minha visão, a grande culpada moral do crime creio que é a (..). não se conformou de ter ficado sem a (...) - a menina dos seus olhos. Viu aquele casal com três filhos e uma menina muito parecida e vai de aliciar (..) a fazerem o rapto - Imaginando que, como era parecida, que passaria facilmente despercebida no seu convívio. Porém, tudo se complicou. nunca lhes passou pela cabeça que a situação pudesse tomar tamanhas proporções (...) Só que agora faltam as provas materiais do crime

(..) Ás vezes vejo o seu corpo a ser levado para um local afastado e ermo; mas também (e com mais nitidez, vendo-a a ser enterrada num dos jardins de uma vivenda.

Médium e Vidente

Vara de Deus

Para: "director" director@(.....)

Cc:

Assunto: O Rapto de Ma deleine McCan na visão de um Vidente

Exmo.Senhor

Sou do Norte de Portugal, vivo em Lisboa, mas soube que o seu jornal publicou umas declarações de um Vidente em que ele afirmava estar convencido que a pequena Madeleine está ainda viva.


.

Infelizmente, eu não partilho dessa visão: tenho a faculdade da vidência e da mediunidade (não direi sempre, mas em certas circunstâncias)e, tendo-me concentrado na sorte da pequena Madeleine, assomou-me à mente uma visão, muito estranha e pessimista, acompanhada ao mesmo tempo com a imagem dos seus dois raptores: uma mulher e um homem.

Na sequência desse pressentimento e dessa visão, escrevi uma mensagem que dirigi à (....) e a outros órgãos de informação. Penso que(em relação aos emails enviados para órgãos de C.S. ingleses, eles terão tomado a iniciativa de reenviarem essa informação para Portugal. Quanto a outros três jornais portugueses, sou levado acreditar( aliás, tenho quase a certeza)que não tomaram a informação a sério e apagaram.

É certo que este tipo de fenómenos suscita alguma desconfiança em muita gente. E, em boa parte, até com razão, visto a maioria das pessoas que se dizem videntes, querendo tirar partido material da boa fé alheia, não serem mais do que meros charlatães e embusteiros.

Eu não faço parte desse tipo de pesudo-videntes, pois nunca fiz uso das minhas faculdades mediúnicas para outros fins, que não fosse o de aprofundar os meus conhecimentos pessoais, no plano estritamente místico e extra-sensorial. Não tenho consultório nem é minha intenção alguma vez o ter. Geralmente, as minhas vidências, exteriorizo-as através do correio, sob pseudónimo e anonimamente, como agora o estou fazendo Porém, tendo já acesso à Internet, opto agora por esta via
.
Já dirigi(neste mesmo plano místico) mensagens a várias personalidades - e até à Vidente Lúcia, um mês antes de adoecer, carta que guardo comigo, religiosamente, não só a cópia, como o talão do registo. Relatei-lhe um episódio, que ocorreu num dia, que ela muito venerava e que poderia ter sido fatal para mim - e não só. Ao mesmo tempo prestar-lhe a minha singela homenagem pelo seu estoicismo: em criança, eu e minha irmã, caímos a um poço e nos salvamos. Eu nunca pronunciei uma única palavra, pois estava aterrorizado e muito aflito; a minha irmã, no entanto, sempre que vinha à superfície, implorava por Nossa Senhora de Fátima. Tínhamos ido a regar a horta nessa manhã. Era um domingo, dia 13 de Maio, de 1956. Já passaram muitos anos mas tenho essa imagem ainda muito presente. O poço era largo, barrento e muito fundo. Eu tinha 11 anos, a minha irmã, 15, e o meu irmão mais novo, nove. No entanto, foi ele, que, tendo tido a coragem de descer por uma estreita vereda alguns metros na margem, e, agarrando-se a uns juncos, estendeu uma cana da vinha à minha irmã. Com essa preciosa ajuda ela conseguiu gatinhar pela margem acima e salvara-se. Depois salvou-me a mim.


Sabe, Senhor Director: são estes episódios da vida que lhe narrei( mas não só) que nos marcam para sempre: às vezes com sequelas muito negativas; outras, contudo, criando-nos uma certa hipersensibilidade e desenvolvendo certas faculdades muito positivas, que, caso não fosse a ocorrência de certos acidentes ou especiais circunstâncias, algo marcantes, teriam ficado para sempre adormecidas. 


Na verdade, há momentos em que os homens - à semelhança do que ocorre com certos animais - vêem o invisível, captam influências, emoções, acontecimentos - É isto o que eu considero que pode caracterizar alguns fenómenos de vidência. E penso que foi justamente o que eu já pude captar em relação á pobre criança. Daí ter tomado a iniciativa de enviar as mensagens de que lhe falei, e de também de o fazer para o seu jornal - Pois eu gostaria que as nossas autoridades, não se dispersassem demasiado com as muitas informações que lhe vão chegando - Claro que as devem analisar a todas, pois essa é a sua obrigação. Mas que se deixem conduzir, sobretudo, pelo seu instinto - pois acredito que, quem trabalha na investigação do crime, desenvolve e apura , em muitos casos, qualidades de percepção e de vidência em altíssimo grau. Razão pela qual não devem subestimar, nunca esse capital de experiência, em favor de outra, que, aparentemente, podendo parecer mais credível, apenas o é na sua aparência. Sim, eu tenho a certeza de que eles não estão enganados, quanto às pistas que já tomaram; o mais difícil está nas provas, que os criminosos souberam ocultar(....)

Obrigado pela atenção que me dispensou.

Luís de Raziel

Vidente Vara de Deus

----- Mensagem encaminhada ----

De: luis de raziel raziel

Para: jornal@(...)..Enviadas: Segunda-feira, 28 de Maio de 2007 7:41:26

Assunto: O Rapto de Ma deleine McCan na visão de um Vidente
Caro Senhor(....).E termino, uma vez mais renovando os meus sinceros votos de que a Vontade de Deus vá ao encontro do imenso desejo de todos aqueles que querem que o mistério que envolve o desaparecimento da pequenina Madeleine, se desvaneça o mais rápido possível – para alegria e tranquilidade dos seus pais – ou mesmo para que se acabe de vez, com a incerteza do pesadelo que se abateu sobre as suas vidas..

Luis de Raziel


Vidente Vara de Deus


De:
luis de raziel raziel 



-Caro Senhor
José (...)

Director do Jornal (...)

Agradeço a sua amável resposta.

Não consegui, no entanto, extrair dos ficheiros os mapas que me enviou. A informática não é a minha especialidade. Utilizo o endereço da mensagem que lhe enviei há pouco tempo. Ainda não estou bem calhado com ele. E, em vez de as extrair, apaguei as imagens sem querer. Mas também já me ocorreu que isso não iria constituir problema. Consultei o Google Earth e pude obter toda a informação que necessitava. .E foi o que fiz, imprimindo dois mapas da área. A seguir estendi um deles sobre um mesa, concentrei-me e assinalei três pontos, com os quais fiz uma triangulação. E, por último, um quarto ponto, sobre o interior da mesma superfície. Eu nunca estive aí, não conheço o aglomerado da Praia da Luz nem a sua área envolvente. Fiquei com a impressão que a pobre Madeleine esteve alojada nessa área, nos primeiros dias, quando foi raptada. Eu até lhe poderia mandar o mapa assinalando a dita triangulação, que scaneei mas, por outro lado, acho que não o devo fazer. E para quê?... Penso que é tarde demais. 


Tal como dizia na minha mensagem, eu tive a visão de que ”durante os primeiros dias foi alimentada e cuidada pela (...) Mas as coisas complicaram-se e, neste momento, é muito difícil que estivesse viva” – aliás, tal como acrescentei: “acho que as autoridades não vão precisar da minha ajuda. Infelizmente...” E sabe porque razão, Caro Senhor? - Porque, como compreenderá, a esperança é sempre a última coisa a morrer, e eu seria demasiado cruel se alguém fosse dizer aos pais que um vidente acredita que a sua filhinha já está morta. Além de que, para eles, neste momento, talvez seja mais fácil acreditar nas más noticias do que nas boas. Sim, por isso mesmo, em que é eu agora poderia ser útil?... O que lhe posso dizer, meu Caro Senhor José é que o sentimento que vai no meu coração é o de um profundo vazio, a sensação e a mágoa de que a inditosa criança já não faz parte do mundo dos vivos. O seu espírito já está noutro nível. Quando assim é, quando alguém se liberta da sua pobre condição terrena, as almas dos vivos até deveriam ficar contentes, mas nem todas as almas humanas o compreenderiam. São as nossas fragilidades. Eu também as tenho. Também costumo chorar os mortos – sobretudo aqueles que, em suas vidas me foram mais queridos. Contudo, é nesse patamar superior, aquele que só o verdadeiro mago percepciona, que eu vou ver se conseguirei estabelecer um contacto mediúnico com tão angélico espírito Seria uma graça divina para mim. Vou ver se poderei merecer esse dom e esse privilégio de Deus.. Mas essas coisas não se conseguem quando se quer, tal como quem vai a um mercado: são fulgurações, estados de espírito especiais, que nos poderão ou não ocorrer, mediante profunda meditação e isolamento. Farei isso quando regressar, dentro de dias, ao meu retiro espiritual, algures, nos arredores da minha aldeia, onde vou e vagueio, geralmente, em todas as fases da lua-cheia e desde há muitos anos.. E onde julgo que poderei encontrar também o ambiente mais propício para me concentrar sobre os tais mapas ou sobre outros aspectos, relacionados com o destino da pobre menina. Mas também pedir a Deus que abençoe o casal MaCcan, cuja harmonia do seu lar foi destroçada por tão rude golpe, por forma a que as suas aspirações e os seus desejos se cumpram e que continue a ter forças e coragem para superar a travessia de tão difícil deserto. Não só a esta família, mas ainda todas aquelas, portuguesas e não só, em que a mesma desgraça bateu à porta e lhes roubou alegria de viver – e são milhares!


Mas, na realidade, em face da convicção que agora tenho, qual o contributo que, verdadeiramente, poderia prestar às autoridades, senão repetir o que disse na minha anterior mensagem: que se concentrem nas pistas que já possuem, que não se dispersem nas múltiplas e contraditórias informações que lhe chegam de toda a parte. Penso que a vida da menina já ninguém lha devolve, porém, os criminosos, esses, estão vivos e tudo farão para não denunciarem o seu crime. Mas está provado que não há crimes perfeitos. O que pode é não haver investigações perfeitas ou com os recursos científicos mais apropriados. Mas há, no entanto, outros recursos incomensuráveis, e talvez mais eficazes, quando devidamente aproveitados, que é a experiência e as capacidades humanas . Por isso, aqui reforço o mesmo apelo: sim, que não ponham de lado todas as informações que lhe sejam fornecidas, pois essa é a sua obrigação. “Mas que se deixem conduzir, sobretudo, pelo seu instinto - pois acredito que, quem trabalha na investigação do crime, desenvolve e apura , em muitos casos, qualidades de percepção e de vidência em altíssimo grau. Razão pela qual não devem subestimar, nunca esse capital de experiência, em favor de outra, que, aparentemente, podendo parecer mais credível, apenas o é na sua aparência. Sim, eu tenho a certeza de que as nossas autoridades, a quem foi confia da a investigação, não estão enganados, quanto às pistas que já tomaram; o mais difícil está nas provas, que os criminosos souberam ocultar”

(....)


Por último peço-lhe que não divulgue o endereço dos meus emails. São igualmente pseudónimos, em todo o caso, não gostaria e receber senão as mensagens de quem me dirijo.

Luís de Raziel

Vidente vara de Deus


----- Mensagem encaminhada ----

De: luis de raziel raziel






Para: jornal@(...)

Enviadas: Terça-feira, 29 de Maio de 2007 13:13:53

Assunto: O CASO DA VIDENTE  MADELEINE NA VISÃO DE UM VIDENTE

Caro Senhor

José (...)

Director do Jornal (...)

Depois de lhe ter respondido ao seu email, estou de novo a escrever-lhe pelo seguinte motivo: tomei conhecimento, através dos telejornais, que se encontram , por aí a bater a zona, dois ex-militares ingleses, especializados em buscas de pessoas desaparecidas, procurando localizar a pequena Madeleine, nos locais onde eles pensam que a Polícia Judiciária não terá ido - e, porventura, também as centenas de pessoas que, por sua iniciativa, ou sob a orientação da polícia ou de outros entidades, palmilharam e terão passado, uma vasta área a pente fino, mas infrutiferamente. . Se é, como julgo, que procuram o cadáver, então até pode ser que sejam bem sucedidos – mas, para isso, também é necessário que ousem ir onde lhes é menos facultado ou onde existirão menos suspeitas. Se a busca visa encontrá-la ainda com vida, então talvez o melhor seja não perderem o seu tempo. A menos que queiram, sob esse pretexto, gozar por aí umas férias, graças á generosidade das boas almas. Mas acho bem que se comece por aí. E com o zelo e a tenacidade que documentaram as imagens

----- Mensagem encaminhada ----



Para: jornal@(...)

Enviadas: Quinta-feira, 14 de Junho de 2007 1:47:52

Assunto: segundo a minha visão - sim- Madeleine - foi degolada e enterrada - A última informação é a mais credível.


Director do Jornal (..)

Já regressei da minha aldeia. Desta vez não me foi possível fazer as minhas peregrinações nocturnas. Ando ocupado com umas iniciativas (...) e tinha que tratar desses assuntos durante o dia. Por isso não me pude concentrar no angélico espírito de Madeleine, cujo corpo foi devolvido à terra e cuja alma eu acredito que se encontre nos céu. Antes de ter ido, concentrei-me num mapa que extraí do Google e fixei algumas triangulações, tal como lhe disse na minha mensagem de 28 de Maio passado. Entretanto voltei a fazer mais algumas dessas minhas experiências, que convergiram para os mesmos pontos e para outros pontos. Mas não lhe garanto que sejam nesses espaços físicos que o seu corpo possa ser encontrado. E a razão é esta: é que, estando ela morta, já se me torna muito difícil captar ou percepcionar a vibração da sua presença. Agora só poderei entrar em contacto com o seu espírito etéreo privilégio que espero que Deus me conceda, de modo a que lhe possa fazer também algumas perguntas.

Assim sendo, as imagens das triangulações que fiz, ainda não lhas mando - Não tendo eu a certeza que possam corresponder á área onde foi enterrada, não quero induzir as autoridades para perseguirem hipotéticas pistas e contribuir para as dispersar nas suas investigações. Já bastam as centenas de falsas pistas que terão recebido.. Contudo, por outro lado, tendo a convicção que se não for num ponto contido nos espaços dessas triangulações, não deverá ser muito afastado. Por isso,, quando o cadáver for encontrado, eu não deixarei de analisar o que vier a público e fazer mais um teste às minhas faculdades mediúnicas. Para mim este é o aspecto mais relevante. Verei então como se comportam, nestas circunstâncias de um corpo já sem vida, as minhas percepções extra-sensoriais. Este poderá ser para mim o dado mais relevante. Pois, como compreenderá, o ser humano é possuidor de faculdades incomensuráveis; só que, mais das vezes, além de não as saber aproveitar, anda demasiado desatento e anda neste mundo como uma vela no mar sem leme e sem rumo.

Soube pelas notícias da televisão que alguém teria informado um jornal de que o corpo da Madeleine se encontra enterrado a Norte da Aldeia da Luz. .Acho que é de encarar a sério essa informação. Penso que deverá ser, até agora, a mais credível. Os autores do crime estão convencidos que esta seria a única forma de os deixarem em paz.(..) .. Algumas das minhas triangulações apontam nesse sentido –a Noroeste ( e em zonas quase desabitadas) mas tenho também umas delas que me aponta para uma área 90% desabitada a leste da aldeia da luz e outra( que foi aliás a primeira) totalmente no interior da própria aldeia. Mas peço-lhe que não tome estas minhas percepções muito a sério Pois, até hoje, ainda não testei as minhas faculdades com a localização de cadáveres. Se a criança estivesse viva, teria mais possibilidades de percepcionar as vibrações da sua presença física e até de poder ter uma visão clara do local. Agora só me resta esperar que as minhas faculdades mediúnicas entrem em acção.

Em nome das forças protectoras da Natureza e Deus Criador,

que tudo o que bom desejais esteja ao vosso alcance

Luisderaziel

Vidente Vara de Deus

De: luis de raziel raziel

Para: director@(....)

Enviadas: Sábado, 16 de Junho de 2007 4:16:14

Assunto: finalmente a imagem que não chegou a ser enviada nos dois emails anteriores

José (...)

Peço desculpa por ter que lhe enviar mais este terceiro email. Mas a noite vai já a descambar pelo raiar da manhã e o cansaço faz destas coisas.Peço-lhe que não a publique. Não o conheço pessoalmente. Mas penso que o Sr. José é uma pessoa bem formada e que se interessa também por estas questões do foro místico. E, por isso, é também um contributo para as suas reflexões
Que Deus o Abençoe
Luis de Raziel

Nenhum comentário: