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sábado, 15 de novembro de 2008

MÁRIO SOARES - (1) - CARTA DE UM VIDENTE A UM VISIONÁRIO (2)E Carta da revelação de um Segredo Transcendental …

LUÍS DE RAZIEL 


Os Deuses chamam para sua companhia,
ainda novos, os espíritos que amam
mas guardam vivos na Terra
aqueles que transmitem
a sua sabedoria...
Luis de Raziell





.Retrato de Mário Soares - por Júlio Pomar

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Cartume de António - Expresso

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O MAGO ...



.O VIDENTE..


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GRANDE DEFENSOR
DO PORTUGAL DE HOJE,
DE ABRIL E DA SUA
MAIS LONGÍNQUA
HISTÓRIA!

















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Talão do registo da carta que lhe enviei em 27 de Março 2001 - Não tenho a certeza se a leu - pois ele deve receber muita correspondência - mas, para mim, esse aspecto até nem era o mais relevante: o que mais me importava era escrevê-la. E foi o que fiz, tal como muitas outras que ( por demasiado longas) não lhas cheguei a enviar.
Sou um admirador da personalidade de Mário Soares - Ele é um espírito elevado e eu gosto de comunicar com espíritos elevados. Daí tê-lo incluído nas minhas jornadas místicas - Ou seja, entre as figuras a quem dirigi as minhas cartas: umas por admiração, outras apenas por impulsos inexplicáveis - Mas a Mário Soares foi apenas por admiração



Como já tive oportunidade de referir, há quem goste de fazer diários e exprima neles os seus sentimentos, aspectos do seu quotidiano, observações, comentários ou reflexões - Eu prefiro a via epistolar: de imaginar que me estou a dirigir a alguém. Sei que não tenho retorno, porque, além de serem assinadas sob pseudónimo, vão dirigidas com a morada de remetente fictício - Logo, mesmo que quisessem responder-me, jamais me seria entregue a sua resposta. No entanto, houve pelo menos a vantagem de poder contribuir para que eu pudesse ter um imaginário interlocutor e ser impelido a discorrer os meus pensamentos.


Isso passou-se num período que se estendeu durante de mais de dez anos. Foi uma experiência muito interessante - mas julgo que, como experiência, vai ficar por aqui. Foram muitas horas de escrita e agora gostaria era de relançar um olhar reflexivo - pelo menos sobre algumas dessas passagens que espontaneamente redigi.
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A personagem de Mário Soares foi realmente das que mais me motivou - Contudo, apenas lhe enviei uma única carta - a que seguir vou reproduzir - As outras, por se terem tornado demasiado extensas, não lhas cheguei a mandar (mas guardei-as) O mesmo sucedeu com outras personalidades.

Como já referi, tais cartas têm por base questões relacionadas com percepções e a vidência. Por exemplo, esta carta que lhe dirigi, tem a data de 27 de Março de 2001 mas o primeiro impulso surgiu em Janeiro, acabando por se subdividir em duas - O principal motivo partiu da necessidade de lhe falar das minhas previsões ( para mim, então, muito pessimistas do ano 2001 - pois quem não se lembra de 11 de Setembro desse ano?!.. - Não o especifiquei em concreto: pois não tenho por hábito fazê-lo - senão de forma simbólica ou alegórica - que é, no fundo, o que ficou explicito nesta minha afirmação, que, a dada altura, consta da mesma - “Sem com isto pretender ser alarmista, penso que o ano de 2OO1 ( ironia das ironias, o tão badalado e tão profetizado Ano da Odisseia no Espaço) vai ser, decerto, um ano para esquecer - o ano de todas as “odisseias”


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Jorge Luis de Raziel  - 27 de Março de 2001

Exmo.Senhor
Dr. Mário Soares
Ilustr Cidadão

Conto-me entre os inúmeros portugueses que têm uma profunda admiração pela personalidade, ímpar, de V.Exa. Por isso, o meu sincero desejo é que, aorge Luís de Raziel Lisboa, 27 de Março de 2OO1

Ao Homem de tantas e tão nobres lutas, em prol do nosso país e da própria humanidade, não falte nunca saúde nem a mesma coragem de sempre, de molde a poder continuar a presentear-nos com o seu saber e com a sua experiência. Porém, como V.Exa. deverá compreender, a vida, além de efémera, é tal qual uma escada com os seus degraus dirigidos aos céus - a única certeza que ninguém tem é a que altura o último degrau poderá subir. Todavia, mais do que isso, o importante é que essa ascensão seja luminosa, persistente e constante. Ora bem, nesse ponto, tenho a certeza que V.Exa. a saberá continuar a aproveitar com mesma inteligência e determinação. Tal como, certo estou que também compreenderá que, no decurso da existência humana, há um tempo para tudo.


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Pois bem, o meu voto sincero é que, sendo um Homem que tem ainda tanto para nos dar, não lhe falte tempo algum para que, na sua vida, haja, justamente, a medida desse tempo - O tempo para o político e orador (como já se mostrou e continuará a mostrar), mas, também o tempo adequado para o escritor se poder revelar amplamente - Certo que já nos legou obra notável e revolucionária, a nível das ideias e do pensamento, mas, permita que lhe diga - não deixe que o seu baú se transforme no baú de Pessoa. É que, enquanto ele, o Poeta, lá ia escrevendo e juntando escritos atrás de escritos, mais ou menos com a mesma rotina e disciplina conventual, consciente de que nada perderia - e não se enganou, já que, mais tarde, outros acabariam por repescar, com maior ou menor dificuldade, o seu património -, todavia, com o pensador Dr. Mário Soares, julgo que não será a mesma coisa. Pois, muito embora tendo em vida uma Fundação disposta a acautelar o seu vasto espólio, não obstante, corre maiores riscos: é que, sendo o andarilho das sete partidas, por ofício e por devoção, além de muita coisa poder ficar dispersa no amontoado de gavetas e prateleiras, e dificilmente se ordenar, não tenho dúvidas que, uma parte importantíssima do legado que nos poderia oferecer, esse, poderá mesmo ficar a nível do projecto e não passar a escrito...E eu, como seu fiel admirador - tal como, em geral, os portugueses também os são -, não gostaria (não gostariam) que uma tal perda acontecesse - Sim, que nem sequer uma simples linha ficasse por escrever e por publicar em livro.




Claro que, como médium que sou, não lhe venho transmitir qualquer tipo de presságios ou de premonições, mas tão somente trazer aquele simples aviso ou alerta de quem se dirige a um bom amigo, que, por força da extrema dedicação às causas públicas, tão empenhado anda que até se distrai: não propriamente em defesa do interesse dos outros e do bem comum, mas consigo mesmo... do seu próprio interesse. Por isso, meu amigo( e aceite este meu trato amistoso), caso alimente o desejo (como é meu pressentimento) de fazer alguma pausa na suas lides políticas, como, por exemplo, abandonar o P.E., pois, aí está o momento oportuno de o fazer; aí estão as ridentes manhãs de Primavera, ainda tímidas de abertas, devido a uma chuva arreliadora e persistente, que tarda em despegar, mas que não haverá de ser assim tão forte como o esplendor e a plenitude de um Abril ou de um Maio. E, a seguir, aí vem também o Junho e o Julho, o fogoso e tonificante sol de Verão, convidando ao lazer e ao descanso, a depor armas e a esquecer dias de lutas e de canseiras, sem excepção, desde o guerreiro mais tenaz ao espírito mais humilde e conformado; aproveite a deixa do calendário e não hesite em trocar a dispersão e a refrega parlamentares de um hemiciclo pela concentração e a criatividade que o silêncio, a solidão e o sossego de um gabinete, na paz e na tranquilidade de uma casa de campo, lhe podem, naturalmente, proporcionar... Mãos à obra!... Venham daí os livros que já preparou ou que ainda tem em mente. É tempo de parar para escrever... Sei que lhe vai custar um bocado - ou não fosse genuíno nativo Sagitário, um arqueiro de puro sangue, feito para cavalgar, sem parança, com a seta do seu arco, sempre apontada ao primeiro obstáculo - mas, paciência. Na vida há um tempo para tudo - diz a sabedoria bíblica de Eclesiastes -, mas não menos verdade é que, na vida, não se pode querer tudo...
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É um facto que, em termos de influências astrais, não se pode dizer que estejamos a atravessar os melhores dias: cresce a violência, surgem inesperadas epidemias, sucedem-se catástrofes, naturais ou causadas por acção do homem - Na realidade, em termos de quadratura astral, lá fora o andamento da sociedade não é auspicioso e, no nosso país, também pouco ou nada lhe está correndo de feição. Como sabe, o crime aumenta e as tragédias enlutecem o quotidiano de populações. Com pavorosas cheias, desabamentos, desastres nas pontes. E, então, logo nas pontes!... Pode ser pura fatalidade mas a verdade é que há fatalidades e acasos muito estranhos!... Definitivamente, não é um bom agouro, uma vez que, as pontes, assumem por natureza uma simbologia positiva. Embora, é certo, envolta num misto de alguns justificados receios e antigas superstições. 

Sem com isto pretender ser alarmista, penso que o ano de 2OO1 ( ironia das ironias, o tão badalado e tão profetizado Ano da Odisseia no Espaço) vai ser, decerto, um ano para esquecer - o ano de todas as “odisseias” .E, ao que me parece, ainda agora a procissão vai no adro... Porém, como sabe, a existência do Homem - em qualquer do seu tempo - nunca foi um mar de rosas. Só que, de facto, há alturas ou períodos, que são mesmo da cor do diabo ou do arco da velha... Caso para dizer que, a era do Aquário, para a qual acabámos de entrar, e para a qual, aliás, prevejo o culminar de um enorme salto para a humanidade, teve contudo já um princípio muito atribulado - e, diga-se, a nível planetário. Sim, dir-lhe-ei que, a nível das nações paira algo adormecido, mas de inquietante, que espreita tal como o vulcão que subitamente pode despertar de um longo e pesado sono, com consequências verdadeiramente incontroláveis....

Por enquanto, há que ter calma; há que estar mais vigilante que preocupado. Não tanto por nós (pelo menos, eu como o meu amigo, já
não somos crianças), mas a bem do futuro das novas gerações e das que lhe hão-de suceder... Essas, de facto, vão conhecer tempos difíceis. De resto, não é para onde caminha uma certa vertigem conduzida pelas chamadas novas tecnologias da comunicação?...Quem duvida?!... Comunica-se muito; toda a gente pode comunicar, com febre e sem fronteiras, mas no sentido do vazio e da neurose. Assim, aquela que poderia ser a grande oportunidade da humanidade, não é senão já a caótica linguagem da violência verbal e visual, a intoxicação da babel, a desenfreada corrida à hiper-emoção, ao vazio e à auto-destruição. Tal como alguém escrevia: “já não há ritual da morte, por isso já não sabemos chorar nem por causa das desgraças do mundo nem das nossas próprias desgraças”. Daí que pergunte: onde está o rigor e o equilíbrio da Notícia nos jornais de referência, cujo conceito de objectividade tanta tinta fizera correr? Onde está a informação das televisões sem o estendal do espectáculo e do sensacionalismo? Onde estão os filmes (da minha adolescência e juventude) em que o bom herói era aquele que castigava ou se impunha ao malfeitor?... Ah! e em que não havia tanta violência gratuita! ( também é por isso que não me interessa o cinema de hoje e lhe viro ostensivamente as costas, seja mesmo o que me entra pela casa adentro pela televisão) –


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Por isso, interrogo-me, não deixo de me interrogar: - Para onde vamos nesta vertigem!?... Porém, creia, embora me interrogo com preocupação, todavia, vivo sereno, pois tenho para mim as respostas. Vejo que nada posso fazer mas ao menos fico elucidado. No entanto, até tinha razões para me atormentar... Pois, ainda recentemente, fui brutalmente assaltado por quatro indivíduos ( consegui fugir-lhes senão matavam-me), tendo ido parar ao Hospital. Foi junto ao Centro Comercial Vasco da Gama. Era noite mas não era tarde. Curiosamente, o dia, passei-o quase todo em casa - Mas, por volta do jantar, resolvi então sair. Ao fazê-lo, tive um pressentimento esquisito, a tal percepção, que nunca me engana: onde vais?... Deixa-te ficar!... Não vás!.. - dizia-me o instinto ou a tal voz de alerta, ao transpor a porta. Eu, porém, não lhe dei ouvidos e a única coisa que fiz foi voltar a abrir a porta e a guardar a carteira, tirando dela o passe social e algum o dinheiro: 1.500$00, que era o que contava gastar. Ainda estive tentado a deixar o telemóvel, mas era barato, além de que, como é sabido, quem o tem, dificilmente gosta de andar sem ele. Por sinal, nunca tinha sido assaltado (nem sou pessoa que tenha receio de andar na rua) mas, pelos vistos, parece que estava mesmo a adivinhar o que me ia acontecer... Só que, afinal, não quis dar ouvidos à voz do meu instinto ou àquela minha percepção que, de vez em quando, se me abre como um clarão de extrema lucidez e até me serve de aviso... e, lá fui, tanto mais que também precisava de lá ir fazer umas compras para o jantar. Infelizmente, só regressaria a casa, bastante mais tarde, depois de uns bons sustos, e de ter passado umas horas pelo Hospital. Roubaram-me só o telemóvel( mas não foram ricos) e o passe social, cuja validade estava quase a terminar. Não tiveram tempo para me tirarem o dinheiro. Passei, no entanto, por momentos de um indescritível pesadelo, impossíveis de contar e difíceis de esquecer..

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Talvez, com isto, lhe esteja a dar uma ideia catastrófica da nossa sociedade, mas não é este o meu objectivo. Para isso, já basta a comunicação social que temos; na sua generalidade controlada pela direita, que outra coisa não faz que acenar com esse fantasma, como se pudesse aparecer por aí algum Messias, vindo dos seus quadrantes políticos e económicos, capaz de nos salvar da hecatombe - Mas isso é uma grande balela e falsidade...
.Com efeito, sobre este assunto, muito há realmente a dissertar, todavia eu não sou dos que alimente os ventos da desgraça. Como disse, vejo com apreensão o decurso do ano 2OO1 (não é um ano bom: no que já nos trouxe e naquilo que ainda de negativo nos poderá trazer...- a nós e aos outros), mas, é evidente, lá hão-de vir tempos melhores...O mundo, não vai acabar; ou antes, está muito longe de acabar!... O homem não é eterno e, como não foi o primeiro ser a existir na Terra, também não será o último a desaparecer... Até lá, várias serão, pois, as civilizações que ele ainda haverá de ver cair e ressurgir...
Pedindo desculpa pelo tempo tomado, vou pois ter que terminar, com a promessa de que voltarei a escrever -lhe: a enviar-lhe uma carta-exposição, na qual lhe farei algumas revelações interessantes, cujo texto iniciei em Janeiro último, mas, entretanto, uns dias depois, suspendi. Por um lado, por ser um bocado extensa e ter ido muito além das poucas linhas que contava escrever-lhe (tal como esta carta já vai) - e eu sei que o tempo lhe é muito precioso; por outro, por razões que eu próprio não compreendi. Ou seja, do mesmo modo que, de um momento para o outro me ocorreu escrever-lhe, de igual modo não percebi muito bem porque não terminei essa carta e não lha enviei... Mas, como não há acasos (e todos os acasos se explicam), por alguma razão foi... Olhe, entre outras dissertações, falo-lhe das suas anteriores existências espirituais. Claro que já estou a vê-lo cerzir o sobrolho mas, no fundo, não vejo porquê: pois quem é que, sobre estas misteriosas questões, não alimenta as suas 
dúvidas...

Devo esclarecer que, sou um médium vidente, mas a minha crença não se fundamenta nas religiões tradicionais. É essencialmente nas INCOMENSURÁVEIS POSSIBILIDADES DA INTELIGÊNCIA UNIVERSAL, DE QUE O HOMEM É TÃO SOMENTE A PARTÍCULA DAS INFINITAS PARTÍCULAS, E UM DOS SEUS EXPOENTES ENTRE OUTRAS INFINDAS E INEXPLICÁVEIS MARAVILHAS.

Não acredito na ressurreição do corpo mas na transmigração da alma ou do espírito, na sua viagem por etapas até atingir os estádios mais avançados de perfeição. Cristo, não foi senão um dos espíritos evoluídos do seu tempo. Fundou a sua seita que, com o tempo, se transformaria em religião. Porém, se bem que admire alguns dos seus princípios filosófico-religiosos, não me considero um dos seguidores da sua doutrina. Para mim, o Além não é o Céu, Inferno, Purgatório ou Paraíso; não é um lugar determinado. Tal como já um estudioso escreveria: “O Além é o que está para além dos nossos sentidos, fora das nossas percepções vulgares. O mundo visível e o mundo invisível interpenetram-se” - Para um médium ( a sério) isto nada tem de surpreendente. Ele não é senão um canal excepcional de mediunidade ou alguém privilegiado no campo das percepções com a inter-união e inter-percepção desses dois mundos paralelos. Porém, ser médium, não é apenas um dom, ou o dispor da tal capacidade de ver e intuir através do que, alguns especialistas, chamam de fulgurantes relâmpagos psíquicos, mas a consequência ou fruto de profundas reflexões, de longas e silenciosas introspecções, de muito estudo e análise.

Sobre alguns aspectos desta fenomenologia, pronunciei-me já na carta-exposição de que lhe falei, pelo que não vou entrar em mais pormenores, sob pena de me repetir. Pois nem sequer a voltei a reler; preferi abstrair-me e deixar fluir de novo a mente. Mas vou já ter mesmo que ficar por aqui.

Não lhe vou revelar o meu nome verdadeiro, tal como também não lhe indico a minha morada - Por isso, esta carta, vai com morada fictícia e assinada sob pseudónimo. O registo é apenas para ter a certeza que lhe chega às mãos e não se vai extraviar pelo caminho. Peço-lhe desculpa de assim proceder; não é para me proteger de qualquer intento oculto, mas porque é mesmo assim que eu me sinto bem a escrever no papel de vidente e médium - Ou por outras palavras: por ser precisamente deste modo, no mais absoluto silêncio de minha casa (ou nalgum ermo das fragas da minha aldeia) e dentro do mais cerrado anonimato, que eu julgo poder desenvolver e pôr à prova as minhas capacidades extra- sensoriais.

.Que o Grande Sol ( a Luz de Todas Luzes sobre o Planeta Terra) o ilumine com os seus belos e mais luminosos e benfazejos raios, por forma a gozar de boa saúde, a vitalizar e a purificar o espírito com a sua poderosa e fantástica energia, e, assim, a poder continuar a defender-se de todos os perigos, de todos os males de inveja, da maledicência e da calúnia de inimigos e adversários, vivendo em paz , em harmonia, e de acordo com os seus maiores desejos, em comunhão com todos quantos lhe são queridos.
Aceite, pois, os cumprimentos da minha mais elevada estima e admiração
Jorge Luís de Raziel


Mário Soares – Wikipédia

Mário Soares - ANTIGOS PRESIDENTES:

Mário Soares - Infopédia

O Portal da História - Discurso do mês: Mário Soares

.Mário Soares - Sítio do Livro

Fundação Mário Soares | Mário Soares

«Não acredito na eternidade. O que fica de mim é um rodapé num

Nota - 16/11/ 2011 - Vale a pena ler a entrevista, feira pelo DN ao Dr. Mário Soares, com o título Soares revela o que sofreu com as traições socialistas - publicada nesta data , e a propósito do seu novo livro - É pena não estar em one line, senão apenas umas linhas Espero que venha a ser editada - Mas, mais do que ler a entrevista, o mais importante é ler o livro que vai ser lançado, com o título "Um Político Assume-se" - Eu disse nesta minha carta que, Mário Soares, ainda tinha muito para nos contar. Ainda bem que nos presenteia com mais esta obra. Claro que vou comprá-la e lê-la com muito gosto. Mas espero que não fique por aqui

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