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sexta-feira, 19 de novembro de 2010

FIDEL CASTRO MAIS INTELECTUAL E MENOS REVOLUCIONÁRIO: ABANDONA LIDERNÇA - IDADE E A SAÚDE,AMADURECERAM-NO MAS É TARDE -FARINAS ESPREITA OPORTUNIDADE


Fidel Castro está velho e com a saúde debilitada mas não senil. E, de volta e meia, surpreende o mundo: ou porque elogia as reformas da saúde de Obama (que dificilmente levará a cabo, com a forte oposição e o arrepio entretanto readquirido pelos Republicanos), ou porque faz um acto de contrição pelos erros e exageros cometidos ao longo do seu regime. Lança apelos à crítica e a autocrítica. Tece elogios às reformas implementadas pelo seu irmão Raul. Concorda com o fim dos 500 mil postos de trabalho no sector público, a redução das despesas sociais e o incentivo ao sector privado e aos investimentos estrangeiros

Ele vê que o fim do regime se aproxima...


QUEM VAI TER A ÚLTIMA PALAVRA - - VÃO SER FIGURAS DA RESISTÊNCIA - É O DISSIDENTE GUILHERMO FARINAS - O REINADO BRANCO VAI DAR LUGAR AOS AFROS

O jornalista dissidente cubano Guillermo Fariñas, que quase ia morrendo por força da sua prolongada greve de fome, e que, recentemente foi distinguido pelo Parlamento Europeu, com o Prémio Sakharov, vai ser, com certeza, o homem em quem os Cubanos vão confiar a liderança do seu país, pós irmãos Castro. Eles vão sair de cena. Cuba vai estar na ribalta internacional. Há acontecimentos que o vão precipitar. Estamos na era da electrónica. E, depois, há outras coisas, que são insuperáveis...

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O bloqueio de que tem sido alvo, agravado com a crise económica, não vão dar grandes ou mesmo nenhumas chances a Raul Castro para impor as suas reformas ou seguir as orientações do seu irmão Fidel. Esteio fundamental para assegurar a confiança na continuidade, mas que não é eterno, obviamente. Ele revela uma extrema lucidez, que lhe permite até saber os dias que tem à sua frente ou para onde escapar, em caso de golpe antecipado. Se bem que ele não seja dos que vira a cara à luta. Mas quem é que quer morrer ingloriamente?...Hugo Chaves, sempre lhe estenderia a mão. Daí já ter assumido publicamente (embora num faz de contas) “não estar em condições para continuar na direcção do Partido Comunista". Por isso, o regime não tarda que caia. Ao enveredar pelos despedimentos, Raul Castro está a cavar a sua própria sepultura e a do socialismo, erguido a pulso - com tanto suor e sacrifícios: era o pior que lhe poderia acontecer. Não tardará muito que a resistência, seja aclamada triunfalmente nas ruas de Havana. Pessoalmente, não acredito que o povo cubano, venha a ganhar muito com isso, senão em liberdade, mas o curso dos tempos vão no sentido do liberalismo selvagem, arreganhar os dentes e o mercado global ganhar terreno: contra isso, ao que parece, paira um sentimento colectivo de declínio e de resignação. Foram eles que provocaram a actual crise, mas são os ricos a ganharem com isso. Claro, até ao dia em que os povos voltarão a acordar das afrontas do monstro.

.cuba corta mais de 500 mil cargos públicos..

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