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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

KADHAFI SÓ KAIRÁ KADÁVER COM O PALÁCIO EM CHAMAS – VAI SER O VALENTE SOLDADO A LUTAR ATÉ QUE AS BOMBAS O ESMAGUEM E LHE ROUBEM A VOZ









kadhafi não vai refugiar-se num bunker nem numa caverna como fez Saddam Hussein. Tem outra têmpera e outra coragem. Não aprovo regimes ditatoriais. Sejam eles quais forem. Mas o certo é que todo o mundo hoje se verga aos pés da china e lá também não há liberdades e matam-se os opositores. Por outro lado ninguém se iluda que a democracia de hoje é aquela que serve o povo: favorece, isso sim, os espertos e oportunistas- o capital sem rosto.
Kadhafi caiu em desgraça. Não por culpa dele mas porque o capitalismo americano, francês e inglês, querem lá os corruptos, pseudo-democratas. As bombas irão incendiar o seu palácio (não só esse) e transformar o seu corpo num montão de destroços – Mas longe de cair desgraçado. Vai resistir. Não vai ser fácil. Ele foi o herói de ontem, ainda é o herói de hoje e voltará a ser lembrado no futuro. Quais os países africanos ou árabes que proporcionaram o nível de vida ao seu povo, que Mouammar Kadhafi?



MESMO AQUELES QUE COMIAM DA MESMA GAMELA, POUCO A POUCO VÃO PASSANDO PARA O OUTRO LADO DA BARRICADA. MAS ELE VAI VENDER CARA A SUA DERROTA. AO MENOS FIQUE A LIÇÃO DE UM MÁRTIR – POIS ELE NÃO SE RENDERÁ

De facto, Kadhafi está já morto no longínquo calendário do tempo. O que vai acontecer, sim, não está programado, mas já se inscreveu como o estrondo do trovão: é o mesmo que, numa noite tormentosa, de se ver primeiro o relâmpago e só depois o eco do trovão: com a morte é a mesma coisa. O que vai acontecer é como se já acontecesse. Mas não se julgue que vai ser presa fácil. Os aviões da Nato, ainda vão causar muitas mortes, vão matar muitos civis inocentes, antes de lhe roubarem a vida.
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domingo, 27 de fevereiro de 2011

KADHAFI: COMO CONHECI, ME TORNEI AMIGO DO PRIMO DE KADAFI NO ESTORIL E PASSEI A SER UM DOS CONVIDADOS ESPECIAIS NO DIA NACIONAL DA LÍBIA, EM LISBOA

Muammar al-Gaddafi nasceu no dia 9 de Setembro de 1943, em Sirte, na Líbia. Típico nativo do signo Virgem. Determinado quanto baste. Recebeu a influência de cavalo, na simbologia do Zodíaco Chinês. É regido pelo fogo e o seu meio preferido é a água. Propensão para a liderança, improvisação, impulsividade, extroversão e originalidade. Temperamentalmente com tendência para o radicalismo, a excentricidade e agressividade. Afinal, tudo a conjugar com a personalidade que lhe é publicamente conhecida. Vai lutar até à morte. Não acredito que opte pela fuga
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Toda a gente já viu - e só não vê quem não quer - que Kadhafi vai sair de cena – Com os custos de muitas vítimas e de muitas mais quando o palácio, palácios, forem destruídos e incendiados, o corpo do grande líder for encontrado cadáver. A sua queda não me surpreende. E ainda há outros que até ao fim do ano vão cair.

Eu já o disse nas minhas previsões neste blogue. O ano do coelho vai fazer com que muitos milhões de pessoas, sejam compelidas a saírem da sua toca e a não permitirem que lhe cerceiem a liberdade. Só que, o que virá depois da queda dos ditadores, não se pode dizer que sejam tempos de mais tranquilidade e de mais pão, para as populações. Pelo contrário, antevejo tempos muito conturbados e muito difíceis. Muita convulsão social. Em Angola e na Guiné, também vão existirem tumultos e confrontos nas ruas. Para mal da nossa economia e de muitos portugueses, que lá vivem: terão de fazer as malas e regressar. Oxalá não tenha passado senão de um mero devaneio da minha imaginação

O meu desejo é que tal não passe de uma visão meramente fortuita e sem significado – Assim o desejo – mas está escrito que, também nesses países, os carros de combate e as armas, voltarão a percorrer ruas e avenidas. E, tal como também, já disse, Fidel Castro vai desaparecer de cena: Havana vai mudar. E o tempo dele já foi...É um nado morto - Mas há já uma revolução pronta a vir para a grande praça.

COMO CONHECI UM PRIMO DE KADHAFI E PASSEI A SER UM DOS CONVIDADOS NO DIA NACIONAL DA LÍBIA

Vivi durante alguns anos no Estoril, com a minha amiga Elizabeth de nacionalidade francesa, nascida num bairro judio da antiga colónia de Marrocos, no território colonizado pela França. Tínhamos uma cocker em nossa casa e, de volta e meia, costumávamos ir dar uma volta até ao jardim fronteiro ao Casino. Foi aí que, ao fim de uma tarde, finais da década de oitenta, conheci o primo de Omar Kadhafi.

Ele andava com os dois filhos, ainda crianças , jogando a bola na relva. Nós também andávamos por lá a passear a cadelinha. Nisto a Babeth, ao nos aproximarmos da dita família, e, como a minha companheira, sempre fora muito dada a comunicar, volta-se para uma das crianças, e diz: elou! - Era uma menina: sorri, corresponde com um olhar meio, mas, logo a seguir, algo tímida e envergonhada, corre para junto do pai.

Foi então que o diálogo se estendeu da filha para o pai. Depois de alguns minutos de conversa, e, como trazia a máquina fotográfica, aproveitei para lhe fazer umas fotografias. Prometendo que lhas ofereceria, logo que revelasse o rolo e fizesse as cópias. Mas ele foi mais longe: queria também o negativo. Perguntou-me se não me importava de lho entregar conjuntamente com as imagens – E então porquê?!...- questionei. Ele sorri e hesita explicar-me as razões. “Não me diga que é irmão de Kadhafi? – acrescentei de imediato. Pois, ao vê-lo, foi a primeira figura que me sugeriu. “O Sr. é muito parecido” – sua resposta: Sim, sou primo de Kadhafi. Ele é meu primo e eu trabalho como adido cultural da Embaixada da Líbia. E passou-me um cartão de visita para as mãos.

Uns dias depois, telefonei-lhe, pois, no cartão, havia também a indicação da morada e do seu telefone, para o informar que já tinha as fotografias prontas e que gostava de ilhas ir oferecer. O local combinado foi o mesmo onde nos havíamos encontrado. Ficou muito satisfeito com as imagens. Eu disse-lhe que trabalhava numa rádio, como repórter. E, como andava sempre à procura de acontecimentos ou de entrevistas, perguntei-lhe se podia fazer uma entrevista ao sr. embaixador. Ele disse-me que ia falar com ele e que depois me telefonaria a dar a resposta. E assim fez, dando-me conhecimento do dia e da hora em que me poderia conceder uma audiência. E então lá me desloquei para a vivenda do Bureau Popular da Jamahiriya Árabe Líbia Popular Socialista,Morada: situada na Av. Torre de Belém.

O Sr. Embaixador, cujo nome, já não me ocorre, falava mal o português, mas deu para registar uns dez minutos perceptíveis de diálogo. Pediu-me para deixar a minha morada, dizendo que me ia mandar um convite para o Dia Nacional da Líbia, a 20 de Dezembro . E assim fez. Estava-se nos finais do Verão e , uns dias antes, lá encontrei o convite na caixa do Correio

A festa teve lugar num dos hotéis, ali para os lados de Sete Rios – Praça de Espanha. Estavam lá vários embaixadores e outros altos dignatários, sobretudo dos países Árabes, africanos, da Índia, Paquistão, Brasil, Cuba e de outros países da américa latina – Portugueses e de outros países ocidentais, muito poucos. Vi lá o Dr. Dias Farinha, especialista em língua árabe e cultura islâmica.
Naquela altura, embora Portugal mantivesse relações diplomáticas amigáveis com a Líbia, ainda havia muito quem olhasse o regime de Kadhafi, com reservas e desconfiança. Existiam apenas as relações institucionais. O ambiente era simpático e o repasto também. Não havia álcool mas não faltavam sumos, frutos, bolos e muitas iguarias e sabores líbios. Voltei ainda lá mais uns quatro anos seguidos. Mas depois, com o regresso do meu amigo(do primo de Kadhafi) ao seu pais, desinteressei-me. Ainda chegou a propor-me uma visita à Líbia, mas acabou por não se proporcionar. Mas também porque eu não me mostrei interessado.
Não lhe fixei o nome. Já lá vão mais de vinte anos. O filho e a filha já são adultos. Ele era um pouco mais novo de que eu. Calculo, que, por esta altura, a vida dele e da família ( se entretanto não foi enviado para outro país) corra o mesmo risco de que o grande líder. Este já deu azo a que muitas vidas fossem sacrificadas e bem podia ter tido o discernimento que na vida há um tempo para tudo e, por isso, ter criado condições para a sua sucessão, mas o que vai acontecer é que, os dias da liberdade pelos quais agora se luta, vão arrastar o país para uma das suas maiores convulsões e crises de sempre.

A liberdade é um direito que assiste a todos os cidadãos, seja qual for o país ou parte do mundo, ponto do mundo, mas o certo é que, em muitos casos, não se obtém do pé para a mão. E o pior é que, os que, na verdade mais da liberdade se aproveitam, são os exploradores, é o capitalismo, que rapidamente toma conta dos principais meios de produção e dos órgãos de comunicação social.

É certo que toda a gente pode falar e comunicar – então agora que há Internet. Só que, a nível das televisões, dos grandes órgãos de informação, esses passam a ser pertença dos grandes grupos económicos, e é a verdade deles que depois prevalece. Não se pode dizer que seja a mesma coisa de que numa ditadura, mas também não é a ampla liberdade de poder usufruir das mesmas oportunidades das classes privilegiadas. As clãs,a burguesia, continuarão, de uma forma ou de outra a existir e a deter a posse dos melhores bens e empregos, enquanto a maioria da população, viverá a apertar o cinto.

CONFORME DISSE. NO DIA 31 DE DEZEMBRO:
VAI SER O ANO QUE MARCARÁ GRANDES TRANSFORMAÇÕES NALGUNS PAÍSES ÁRABES - 
VÃO SURGIR NAS RUAS AS MAIORES CONTESTAÇÕES -
Vão finalmente desaparecer de cena, alguns ditadores: creio que é desta que alguns ditadores em África, nalguns países árabes, vão pertencer ao passado. E até o Irão, vai sofrer um grande aperto interno. Fidel é um nato resistente. Nasceu a 13 de Agosto de 1926. É um leão do segundo decanato. .Ainda não é velho nem está acabado.

Mas, o coração, que sempre foi a sua maior arma, um dia acabará por traí-lo. Além de que, antes de disso, existe algo, que não dependerá propriamente da sua saúde, que o ameaça - as mudanças em Cuba - O tempo não conta a favor de Fidel

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

FADOS DE LUIS DE MATOS - O MENINO QUE EU CONHECI, NASCEU FADISTA SE TORNOU NUMA ÚNICA VOZ E SE FEZ UM GRANDE ARTISTA!




O Luís de Matos era assim um miúdo... quando eu o conheci no Coliseu dos Recreios e contou aos ouvintes da estação de rádio(onde eu trabalhava) as suas aspirações e os seus lindos sonhos .. Cresceu, fez-se adulto e a sua voz foi-se também modelando com a idade. Desde aquele dia, nunca mais nos vimos. Todavia, uma coisa nele julgo que nunca mudou: um certo ar de inocência, a graça e a alma de um verdadeiro fadista de gema: de um talento que nasceu e cresceu para o fado.É o que eu descubro quando o vejo e o ouço cantar através dos seus vídeos.
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Oh!..Como o tempo passa!... Era ainda o rapazinho, uma criança... Tinha 13 anitos. Mas já era uma estrela numa qualquer longínqua constelação.Naquela altura, parece que ainda não sabias bem se haverias de escrever o Luís com s ou com z: optaste pelo s. Acho bem. O z significa ziguezague. Não tem nada a ver contigo. O s é o símbolo da Sabedoria, da palavra Sagres, donde partiu Portugal às descobertas e, Sebastianismo, o rei jovem, aventureiro e destemido, que queria alargar as fronteiras deste pequeno rectângulo, conquistado aos mouros e aos castelhanos. Mas pequeno demais para quem via no mar e nos céus todo o espaço da sua liberdade.Eu já disse o mesmo em relação a outro nome grande do nosso país.

E, tu Luís, tendo sido, de algum modo, caldeado pela maresia do Tejo, que é um autêntico braço de mar, pois bem: o s em Luís é o que se ajusta melhor à tua personalidade. De alguém em que o sonho, mais de que um projecto, é uma forma de estar e de alimento espiritual e artístico na sua vida.
Não és Vaz nem Camões, mas és o Luís de Matos!

Luís de Matos, nasceu no ano de 1976. Julgo que sob a influência do dragão chinês e dos elementos terra e o fogo. Só assim é que a sua voz assume o calor e a melodia das verdadeiras raízes dos lugares onde nasceu e das fontes, das águas que lhe mataram a sede e em que se banhou. E do sol e dos espaços que o viram nascer e crescer.

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Ainda estou a ver-te e o ouvir-te cantar, como se fosse agora. Que linda voz de rouxinol!... Tanta gente em pé a baterem-te as palmas!... O Coliseu estremeceu com tamanhas revoadas quando ali cantaste pela primeira vez, naquela grande noite do fado... Oh, e quantos aplausos não recebeste no momento em que era sagrado o grande vencedor na classe dos juvenis!

Luís: não sei se te recordarás, quando me aproximei de ti com o microfone ligado a um pequeno gravador.. Mas a noite era de muitas estrelas no céu e tu eras das mais brilhantes. Ouvias e sentias o calor dos aplausos, porém, o teu coração e a tua imaginação, deviam estar em fermente sublimidade e apoteose, longe de tudo e de todos. Estavas certamente noutra galáxia...Não poderias estar atento a tudo...

No entanto, se, com um pouco de esforço de memória, recuares no tempo, talvez possas lá ir ... Não àquela noite em si, ao seu tamanho e brilho: pois fora demasiado grande e calorosa, para ires buscar tantas lembranças. Mas algo em que possas entrever um ou outro pormenor menos difuso, que acaso tivesse ficado retido nos teus olhos... Quem sabe...Até porque, naquela altura, não eram assim tantos os repórteres e muito menos as estações de rádio ou de televisão.
E até os jornais... houve uns que desapareceram e houve outros que entretanto apareceram. Talvez o leque de opções fosse maior de que hoje: pois, nos dias de hoje, são todos mais ou menos parecidos, não apenas ideologicamente como na forma como abordam as notícias e os acontecimentos. Todos são sensacionalistas e, antes, as águas estavam mais ou menos separadas; apenas o fazia o jornal do crime. É a tal coisa... vivemos na era de um certo vazio das ideologias, longe dos que amam e querem preservar o que há de mais genuíno nas tradições das gentes e dos lugares onde nasceram... Vai sendo cada vez mais uma luta titânica e inglória... Os tempos são mais propensos aos egoísmos e a um desenfreado materialismo, que não se compadece com os verdadeiros sentimentos e a forma de se ser autêntico.Mas há que não desistir e lutar. Pois, só assim, a vida tem o seu verdadeiro significado ou sentido.



Mas, tu, ó Luís, continua a cantar os teus fados, ao jeito da tua voz e como tu sabes. Não fujas nunca ao teu sentir, ao que te vai na alma e canta!... Canta, como tu sabes, sem te preocupares com as modas ou imitações... Pois, só assim, serás digno de ti próprio e daqueles que gostam de te ouvir cantar o fado - Estes são, pois, os meus desejos sinceros: os votos de que o sonho jamais deixe de comandar o teu destino e o verdadeiro sentido da tua vida.
Que o Grande Foco, Força Criadora te Ilumine e te Proteja
Luís de Raziell

Vidente Vara de Deus
Pseudónimo artístico e espiritual
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DADOS BIOGRÁFICOS DO FADISTA LUÍS DE MATOS - OBTIDOS NA WEB


A suprema criação musical, e a mais pura forma de comunicação e expressão da cultura portuguesa. O Fado é e será sempre um ícone na expressão nacional.

O Fado é, na sua essência e objectivo, a emoção. Emoções universais que atingem o coração de qualquer ser humano onde quer que se encontre.
Luís Matos é a expressão de uma nova geração do Fado.
Luís Filipe A. Matos, nasceu em Lisboa, em S. Sebastião da Pedreira.
Alfacinha de gema, desde muito novo começou a tomar o gosto pelo canto e o Fado piscou-lhe o olho.
Com apenas 12 anos e depois de muito já ter cantado em colectividades e associações de bairros, começa a cantar em diversas casas de Fado de Lisboa, tais como “Adega Machado”, “Adega Mesquita”, “Tímpanos”, “Luso”, “Severa”… e para seu contentamento muitas das vezes com o prazer da companhia e amizade do saudoso Fernando Maurício.
Em 1989, passado apenas 1 ano desde os primeiros passos como fadista, concorreu e venceu a Grande Noite do Fado na categoria de juvenis. Obviamente e, apesar de ser um jovem, começava-se a pensar que começara ali uma nova etapa da sua curta carreira, porém, por motivos pessoais, em 1990, afasta-se completamente do meio artístico, dedicando-se apenas aos estudos.

Mas algo mais forte e porque o fado lhe “corria nas veias” regressou, passados 14 anos, mais concretamente em 2004, numa mera brincadeira entre amigos, numa colectividade de Cultura e Recreio, onde decorria uma noite de Fados.

Finalmente e a partir desse dia, nada mais o parou e o certo é que em 2005, volta a concorrer à Grande noite do Fado no Teatro São Luís, organizada pela Casa da Imprensa e volta a ganhar, mas na categoria de seniores.
Dono de uma voz limpa e de um estilo muito próprio, tem actuado em grandes palcos de norte a sul do país bem como em diversos países espalhados pela Europa. Da sua carreira faz também parte a sua prestação num musical, em que recordava dois consagrados fadistas, (Amália Rodrigues e Fernando Maurício).
Durante estes anos fez parte do elenco do restaurante “Os Ferreiras”, assim como do “Solar do Tomás” actuando ainda em algumas das casas de fado mais conhecidas como “Marquês da Sé”. Luís Matos é hoje um dos cantores residentes da casa de fado “A Tipóia” e da “Adega Mesquita”.
Fadista de profissão, ou “…de corpo e alma” como ele mais gosta de ser referido, começa a tirar frutos do seu esforço com a gravação deste que é o seu 2º trabalho. Com este cd, tenta impor a sua presença no vastíssimo mosaico da canção nacional e concerteza que, com as reconhecidas capacidades e talento que tem, aliado à sua total dedicação e saudável ambição, atingirá todas as metas que a si próprio prometeu.
Com a edição de “Espelho da Alma” traduz o amor que sente mas que seria impossível de exprimir apenas por palavras.
A voz de Luís Matos é “O Espelho da Alma” e da sua paixão pela música, demonstrando a sua essência como fadista.
Luis Matos - Espelho da alma
1. Quanto mais coração bates
2. O Fado, a guitarra e eu
3. Deixem-me ser
4. Louco de saudade
5. Rezando pedi por ti
6. O Fado que trago em mim
7. Os meus cinco sentidos
8. Daqui a dois dias
9. Quero tanto aos olhos teus
10. És tu
11. Os búzios
12. Guitarra Portuguesa