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domingo, 6 de janeiro de 2013

EXPRESSO de PINTO BALSEMÃO - 40 ANOS! UM BRAVO E UMA PREOCUPAÇÃO - REPARTIDA POR ANJOS E DEMÓNIOS



A TEMPERA DE UM NATIVO SERRA DA ESTRELA

Pinto Balsemão tem a têmpera do granito da Guarda - Seu pai Henrique Patrício Pinto Balsemão nasceu no dia 9 de Setembro de 1897 na cidade mais alta de Portugal - O filho Francisco nasceu em Lisboa no dia 1 de Setembro de 1937 - Tal como seu pai é um nativo virgiano. Ambos nasceram em dias ímpares mas ele prefere o número par. "Quando posso, arranco com os meus projetos num dia 6: o Expresso começou a 6, o PSD foi anunciado num dia 6, a Caras saiu num dia 6. A SIC Notícias só não iniciou as emissões a 6 porque era um sábado. Não sou supersticioso, mas, se puder ser a 6, é."JN - Acho que faz bem  - É assim que se contrariam os enguiços: ao número seis só faltam, dois tracinhos: um de cada lado para tomar a forma de cifrão

Diz Henrique Monteiro, que "O  Expresso completa hoje - hoje exatamente - 40 anos. Quando foi lançado, em 1973, existia censura prévia, os partidos políticos eram proibidos (apenas um grupo tinha assento no Parlamento), havia guerras em Angola, Moçambique e Guiné para onde eram mandados rapazes de todo o país, o PIB per capita, a preços que podem ser comparados (preços constantes) era metade do valor atual, o número de pessoas empregadas era muito mais baixo (porque havia muito menos empregos e a população ativa era menor), além de que o país"Expresso por mais 40 anos. Parabéns

Também somos da mesma opinião: - A grande incógnita está na era pós Balsemão


Sem dúvida, o Expresso  está de parabéns - E, por enquanto, ainda  está nas mãos que lhe dão algum rumo -  por sinal, também facturam bem  - Depois dele, poderá suceder o mesmo que à Fundação Gulbenkiam, com Azeredo Perdigão - Vão acabando com tudo, só não acabam com a administração

Não cremos que venha a ter o mesmo rumo - plural e objetivo -  nas mãos de familiares diretos ou seja lá quem for,  sim,  possa ficar  melhor - Os bons anos do jornalismo, em Portugal, também já passaram à história - Se estivesse nas mãos de Miguel Relvas, estaria bem pior - Ou seja, no homem dos grandes  e afetuosos abraços à  fina flor do país africano onde o Super Miguelito deu grandes banhos nas praias do Mussulo e aprendeu pelas melhores cartilhas coloniais a poder a coabitar, no futuro e  nas sete quintas, com o colonialismo negro.Há, pois,  que reconhecer que, enquanto ele coçava a barriga à sombra dos coqueiros em Angola e se deleitava pelas  melhores esplanadas de Luanda, já Francisco Balsemão, dava alguns safanões no regime que teimava alimentar uma guerra colonial sem fim à vista.

Indubitavelmente, sem  o semanário Expresso, o jornalismo português teria ficado mais pobre, muitas noticias não teriam sido publicadas e muitas pessoas teriam ficado ignoradas, umas vezes criticadas, outras promovidas - isto para já não falar nos destinos da política -  O Expresso nasceu em 1973, na chamada primavera Marcelista, ou chamar-lhe-ia o Advento do 25 de Abril – Por esse tempo, o autor destas linhas encontrava-se  em São Tomé. Depois de uma experiência, bem amarga pela vida da roça  (para onde foi estagiar como técnico agrícola) era então operador no ERSTP e correspondente de uma revista de Angola, a Semana Ilustrada" - Nessa altura, já tinha plena consciência do que era o bisturi  e até dos calabouços da PIDE e dos seus britais mimos. 


UM JORNAL QUE COMEÇOU COM ALGUM CHEIRO A MANJERICÃO 


Foi através do semanário Expresso que chegaram os primeiros cheiros a manjerico  - Antes disso, só se fosse a bosta de boi da censura e da repressão. O cheiro dos cravos, viria um ano depois. - Entretanto, "após sucessivas desilusões, os deputados da Ala Liberal, foram abandonando a Assembleia. Sá Carneiro foi o primeiro, em 1973, com a famosa expressão "É o fim!", seguindo-se-lhe vários outros. Passaram à oposição, nomeadamente através de artigos publicados no jornal Expresso, fundado por Pinto Balsemão em Janeiro de 1973. Os esforços dos "liberais" terão tido o efeito de desacreditar a experiência marcelista junto de largos sectores das classes médias portuguesas"


O SEMANÁRIO EXPRESSO TAMBÉM JÁ FOI MELHOR DO QUE  ACTUALMENTE  - MUDANÇAS GRÁFICAS NÃO SIGNIFICAM QUALIDADE INFORMATIVA -  MAS ENTÃO QUE DIZER DE UM EXECRÁVEL CORREIO DA MANHÃ?!...


O Expresso também já foi melhor do que é atualmente - Essa Primavera também já lá vai. Nem veio para ficar. Nem para anteceder dias melhores. -  Não vou aqui escalpelizar essa análise: está à vista de quem o lê. Mas o futuro ainda vai ser  pior: a dita A Tirania da Comunicação denunciada por Ignacio Ramonet, cada vez refina e diaboliza ainda mais os  métodos dos media da atualidade.

O capitalismo não larga mão dos meios de comunicação social e, ao mesmo tempo que devora tudo o que lhe fizer concorrência e se espalha como as lojas do Pingo Doce, num super-patrão, o mesmo sucede nos media, cada vez tudo nas mesmas mãos - E não se pense que  é pensar no pluralismo e na liberdade  de expressão. As tecnologias da era digital deram um contributo importante mas estão a perverter o jornalismo objectivo, torná-lo mercadoria e, aos jornalistas, meros mandaretes dos editores e dos seus patrões,  podendo ser chutados a troco de nada. Apesar de tudo, o Expresso - e outros títulos e outros órgãos de comunicação, fundados por Francisco Pinto Balsemão, ainda vão dando algumas abébias, talvez no único país europeu, onde não existe um único jornal de esquerda


"BALSEMÃO  O BOM PATRÃO"


"O que sabem os jornalistas uns dos outros? Dos problemas que defrontamos, das pressões, das angústias… Seremos alguns milhares, exercitamo-nos na mesma profissão, mas cada um de nós é uma ilha e quase não nos apercebemos do que se passa nas proximidades. Às vezes, nem na proximidade mais próxima que é a redacção onde trabalhamos.

Vem isto a propósito de um email que recebi de um amigo, também ele jornalista. Dava-me a conhecer um artigo publicado no Jornal de Negócios, em 24 de Novembro passado, a propósito do que se passa no BPN. O artigo é assinado pelo jornalista Camilo Lourenço (1ªfoto), ex-director da revista Exame, onde ele relata as circunstâncias em que foi despedido pelo Dr.Balsemão, na sequência de uma notícia publicada em primeiríssima mão nessa revista, em 2001, onde se alertava para actos de má gestão no BPN.
Logo após a publicação dessa notícia, que fez a manchete dessa edição da Exame, Dias Loureiro conversou com Pinto Balsemão e a revista teve um novo director algum tempo depois. A revista pediu desculpa ao BPN e a vida continuou a sorrir a todos, menos ao jornalista despedido, é claro. - Excerto de 
Balsemão O Bom Patrão




ANJOS E DEMÓNIOS - ANTES ERAM FIGURAS ETÉREAS E IMAGINÁRIAS - AGORA, SÃO MAIS DO QUE REAIS - POIS FAZEM  JOGO DUPLO - UMAS VEZES VESTEM A PELE DE CORDEIROS, OUTRAS, EMBORA A NÃO VESTINDO POR FORA, POR DENTRO, SÃO PIORES QUE  LOBOS OU LEÕES


Não esperem melhores dias. O panorama é generalizado - vai das ditaduras aos chamadas democracias - onde o liberalismo faz ainda mais estragos que no fascismo e até, sob o ponto de vista económico, que no ideário nazi - O monopolismo e o super-controlo dos media, condiciona o pluralismo e a  liberdade  de informação, e, por este andar,  não tarda, que, a própria Internet,  leve um grande murro no estômago.



"Pinto Balsemão admite que será necessário "limitar desinformação" da Internet" - "Onde há rumores que nunca são confirmados”. - Onde é que eu  li isso?...
(17 Nov 2012) "O papel da Internet e das redes sociais na configuração do espaço público foi hoje questionado num debate em Coimbra, tendo o empresário Pinto Balsemão admitido a necessidade de limitar o que for “desinformação”.

Francisco Pinto Balsemão, presidente da SIC, disse que na Internet, incluindo nas redes sociais, nos anos mais recentes, são veiculadas informações com importância noticiosa, mas referiu que, “misturado com isto tudo, há rumores que nunca são confirmados”.



“As redes sociais vieram agravar este fenómeno”, disse o antigo primeiro-ministro, ao intervir numa conferência subordinada ao tema “Democracia, novos media/novos poderes”, uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Coimbra e da Fundação Bissaya Barreto."Pinto Balsemão admite que será necessário "limitar desinformação 


"Na internet  há rumores que nunca são confirmados”.?!.. E nos jornais? -"grande parte das notícias "são rumores perigosíssimos"

13 maio 2011 "Francisco Pinto Balsemão afirmou, quinta-feira, num jantar do Clube Português de Imprensa (CPI) que, actualmente, grande parte das notícias "são rumores perigosíssimos" "provenientes de pessoas que se acovardam". 
O presidente do grupo Impresa, que foi homenageado pelo CPI no ano em que comemora 30 anos de existência, acrescentou que as fontes jornalísticas cada vez mais "não gostam de dar a cara" e "inventam factos"Grande parte das notícias "são rumores perigosíssimos

É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE "A LIBERDADE DA INTERNET ESTÁ EM JOGO"


14 dezembro 2012 1"Defensores dos direitos humanos, redes sociais e outros meios de comunicação dizem que países como Rússia, Emirados Árabes Unidos, Brasil, Índia e China apoiam a proposta da ONU de controle da internet via União Internacional de Telecomunicações das Nações Unidas."

"Se aprovada, este será o mais autoritário atentado contra a Internet livre e aberta. A proposta será discutida por 193 países, dentre os quais vários países europeus e também os Estados Unidos são firmemente contra. O que é realmente preocupante é se esses países votarão ou não, porque aparentemente não houve vetos aos procedimentos da UIT.

Rússia e Emirados Árabes Unidos propuseram que todos os países participantes tenham “os mesmos direitos para gerenciar a Internet" - Excerto Liberdade da Internet Está em Jogo
É POR ESTAS E POR OUTRAS QUE "A LIBERDADE DA INTERNET ESTÁ EM JOGO"
"Não percebo a pressa da privatização da RTP"


Em Espanha, leitor que lê o El Mundo, não compra o El País. Essa liberdade existiu, pós 25 de Abril e  até meados dos anos 80 - A ascensão do Cavaquismo veio rebentar com o melhor do pluralismo que então existia - Entregou a Rádio Comercial a um safado, de nome Carlos Barbosa, já senhor do Correio da Manhã, em detrimento do seu fundador, Botelho Moniz - Quem não era da família cavaquista, foi posto no rol do despedimento coletivo, os outros, lá se safaram, com o mesmo patrão que tinham, o Estado  - E abençoou o coronel Luís Silva com os dois mais importantes diários, que recentemente passaram para o parasitismo da família do santos e pecadores. E não tarda, que um dos meninos mais finos e rebeldes do Jotas  do cavaquismo,  rebente, por completo, com o pouco que resta da RTP.  

Cavaco, que deu um canal à igreja (actual TVI) e outro a Balsemão  - sim, foi ele que, já no fim do segundo mandato, abriu as portas à televisão privada, escolhendo as entidades em quem mais confiava - acabaria  por sofrer um duro golpe com o Independente, dir-se-ia que  o rebentou a ele - Rebentou-o, salvo seja: desmascarou-lhe alguns escândalos, contribuindo para a queda do governo, mas não lhe extirpando  o  maléficos vírus, que - uns  anos mais tarde -   ressurgiriam  com redobrada virulência, sim, pelos vistos,  não há antídoto que o cure.  - E, se o Expresso, o chegou a criticar - verdade seja dita -  também o catapultou e lhe deu o  fôlego, sempre  que ele precisou e continua a precisar - Cavaco Silva, alguma vez teria sido reeleito se a maquinaria, da Impresa de Balsemão, estivesse em contra-mão?... 

O mesmo se passou com a eleição de Barroso e do Sr. Passos e Sr. Relvas que agora  esfola este país, pior do que o caçador que apanha uma lebre - Vê-se que existe actualmente algum desencanto e animosidade de Balsemão pelo actual governo, mas a explicação reduz-se a estas expressão, que explica tudo: "Não percebo a pressa da privatização da RTP" - Em entrevista ao Gente que Conta, programa de entrevistas conduzido por João Marcelino, diretor do DN, e Paulo Baldaia, diretor da TSF, o chairman do grupo Impresa considera que a privatização do canal público de televisão parece ser teimosia do Governo, sublinhando que as atuais condições não o permitem. É um "erro" mais um canal privado neste momento

Estoril 1985 - Francisco Pinto Balsemão , prestando declarações, ao autor destas linhas , acerca da exposição de pintura de  Isabel Torres, filha do seu grande amigo, César Torres - Ela era ainda muito nova e ele dizia que ia ser uma grande promessa na pintura - e parece que foi. - Mais tarde, poucos antes de ser dono da SIC, pronunciar-se-ia para o mesmo repórter, sobre a concessão das televisões a operadores privados.


UMA IDEIA BEM SUCEDIDA - COMO TODAS AS IDEIAS DE BALSEMÃO - ELE É O PAPA DA NOSSA COMUNICAÇÃO EM PORTUGAL - E ACHAM QUE O PAPA É ALGUM SANTO? 


"Quanto tive a ideia do Expresso, e quando o fundei " - declarou Pinto Balsemão, ao DN, numa longa entrevista publicada hoje, sob o título  «Sou "uma fonte" . Dou muitas manchetes», o meu objectivo era acima de tudo fazer um tipo de jornalismo que não existia em Portugal, muito mais anglo-saxónico, separando a notícia da opinião, tratando de assuntos que não eram de todo tratados naquela altura, embora hoje em dia pareça estranho, como o jornalismo financeiro, de negócios, económico. E na parte cultural o tratamento jornalístico em Portugal também era muito limitado. Conseguimos fazer um tipo de jornalismo completamente diferente."

(...) Porquê um semanário? - Porque entendi, na altura, que nos jornais diários já havia um mercado muito grande. Vendiam muitíssimo, incluindo os da tarde. Faltava um semanário de opinião. Não no sentido de opinião partidária ou ideológica, mas que trouxesse, por um lado, as noticias, e, por outro, veiculasse opiniões, diferentes, de maneira que o leitor tenha a última escolha"

A VENDA DAS POSIÇÕES DO DIÁRIO POPULAR. DO TIO E PADRINHO, QUE TAMBÉM SE CHAMAVA FRANCISCO PINTO BALSEMÃO, A GÉNESE DO BERÇO DO EXPRESSO


O fundador do Expresso e da SIC, confessou também ao DN que o seu tio e padrinho, "que eu adorava e que me adorava a mim" (...), "como não tinha filhos, tínhamos uma relação muito estreita, resolveu vender o Diário Popular. Quando essa venda aconteceu, em 71, eu não estava de acordo, já tinha o "bicho" do jornalismo, e entendi que era possível provar a mim próprio, à família e ao mundo, que era possível fazer um jornalismo diferente, apesar de haver censura, apesar de Marcelo Caetano, apesar de tudo. A censura tinha abrandado, comparativamente com o regime de Salazar, o director, já não tinha de ser aprovado pelo governo e havia espaço. Pelos vistos acertei. O jornal vendeu logo 60 mil."
"O dinheiro da venda do Diário Popular foi utilizado  para a fundação do Expresso? - Como o meu pai entretanto tinha morrido, o dinheiro que recebi foi utilizado para isso. Depois arranjei um conjunto de sócios, que conhecia através de conhecimentos pessoais, e a cada um dei determinado tipo de funções" DN - 06-01-2013

A SIC  CONTINUA A MARCAR OS SEUS PONTOS - NÃO SE ABRIU AO BIG BROTHER DA TVI MAS ABRIU-SE A OUTROS BIGUES  E DEU ALGUMAS HIPÓTESES AO CONSUMO DAS TELENOVELAS À PORTUGUESA - MAS JÁ MANDOU ALGUNS TÍTULOS À VIDA


15 outubro 2012  -“Em comunicado a empresa de Pinto Balsemão anuncia que vai descontinuar os títulos Casa Cláudia, Casa Cláudia Ideias, Arquitectura&Construção, Autosport, Volante, Relvado e Mygames.Impresa acaba com revistas e sites especializados 

"SE PUDESSE VOLTAR ATRÁS NÃO TERIA A MESMA OPINIÃO" - Não ficou com o Big BTOTHER mas deixou-se embalar com "A Casa dos Segredos" - Confesso que não sei qual destas merdas cheira menos mal.

JN -2012/10/05(...) "Uma das marcas da SIC é a informação, promotora de um jornalismo pró-ativo em relação aos vários campos sociais. Que jornalismo foi esse que desenvolveram?

Foi um jornalismo mais independente e mais irreverente em relação ao poder político, feito com gente mais nova, mais atrevida e, sobretudo, focando assuntos que normalmente não eram tratados em televisão. O Praça Pública é o exemplo sempre citado. É um bom exemplo.

Não ter comprado o formato Big Brother foi um erro colossal para a SIC?
Continuo a achar que, na altura, isso não foi um erro. Se pudesse voltar atrás, e tendo em conta a programação que depois surgiu a esse nível, se calhar não teria a mesma opinião em termos comerciais. Mas é o tipo de programa de que não gosto, não apenas pela devassa da vida privada que o formato potencia e que os candidatos também permitem, mas pelo lado da denúncia e da expulsão. Sempre odiei quem denuncia, quem faz queixas... a PIDE. Isso choca-me. A Casa dos Segredos talvez seja pior.

Mas não o incomoda também a devassa da vida privada? - Incomoda-me muito. No entanto, quando nas redes sociais as pessoas se predispõem a isso voluntariamente, se calhar sou eu que estou enganado. Indignamo-nos por sermos filmados por câmaras de videovigilância na rua, num elevador ou numa loja, mas não experimentamos a mesma indignação ao ver fotografias, pensamentos íntimos, descrições da vida privada no Facebook ou vídeos pessoais no YouTube. Isso aflige-me  Se pudesse voltar atrás, não teria a mesma opinião


REFORMAR-ME, EU?...

3 abril 2007 DN - "Francisco Pinto Balsemão foi ontem reeleito presidente da Impresa. Fica, se cumprir o mandato até ao fim, mais quatro à frente do grupo. Apesar dos seus 69 anos (passará a septuagenário em Setembro), afasta a ideia de reforma. "Reformar-me? Eu?", respondia quando questionado se iria deixar de ter funções executivas na Impresa. Sente força física e mental para continuar. Mas já reserva a quarta-feira para si, aproveitando boa parte delas para jogar golfe. Mercedes Balsemão, a segunda mulher, é também parceira de golfe.Pinto Balsemão fica mais 4 anos na Impresa -
REFORMAR-ME, EU?...

BALSEMÃO  - MELHOR REFORMA QUE A MISERÁVEL PENSÃO DE CAVACO SILVA?


DN "Remunerações O presidente do grupo Impresa, que detém a SIC, recebeu em 2009 um salário de quase 355 mil euros. Fazendo as contas, Pinto Balsemão auferiu um ordenado mensal de 25 340 euros, segundo o relatório e contas do grupo, disponível desde ontem no regulador do mercado, a CMVM.

No total, o grupo que detém a SIC pagou um milhão de euros em salários, quer a administradores executivos quer não executivos.Pinto Balsemão recebeu 355 mil euros de salárioo

JORNALISMO - A IMAGEM ROMÂNTICA QUE JÁ NÃO É DESTE TEMPO


"Houve uma época em que o jornalista era visto como um herói. Ele era considerado aquele profissional que reparava de erros, denunciava as injustiças. Essa imagem do jornalista como um justiceiro, inclusive, serviu para influenciar o roteiro de muitas histórias de quadrinhos criadas no passado. Não é ao acaso o fato de muitas personagens de desenhos e filmes como o super-homem, Timtim e o homem-aranha serem jornalistas.
Infelizmente, surgiram alguns vilões que levaram toda aquela imagem heróica do jornalista esgoto abaixo - Excerto de Informe

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