expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Fernando Ulrich:"Não tenho que pedir desculpa" A insensibilidade de quem lucra milhões com a dívida do Estado e quer liberalizar despedimentos


CADA VEZ NA MAIOR - O QUE É ISSO DE AUSTERIDADE?  «Estamos hoje melhor do que há um ano. Por isso, espero que 2012 seja um ano menos 'horribilis' do que 2011 para a banca e para o país»Ulrich: 2012 será melhor que 2011 para os bancos e o país

Imagem extraída de  Bad Bank for Bad Boys « Wehavekaosinthegarden

 Fernando Ulrich: este género de indivíduos, tal como um tal Alexandre dos Santos, do Pingo Doce, têm sempre antena aberta para vender a sua filosofia - Que acaba por funcionar como a propaganda ao OMO  - o detergente  que lava mais branco - Também estes figurões lavam a louça quando querem e como querem e, por mais dislates  que profiram, nunca se arrependem  e estão sempre na crista da onda com a uma imensa bóia de milhões - Não gostaria de voltar a falar neste site de figura tão mesquinha e insensível - E para quê?.. Se a senda liberal continua imparável na sua senha especulativa e açambarcadora!

Quem esperava que ao menos reconhecesse que nem sempre o  que sai da boca pode corresponder ao que vai lá dentro, enganou-se - Ele é dos que tem fel pior do que o vinagre.  O banqueiro Ulrich é mesmo das tais pessoas que nunca se engane no que diz e, por mais disparates que diga, está cima de tudo e de todos - Questionado, hoje, em sede de Comissão Parlamentar, sobre a sua afirmação "E se aquelas pessoas que nós vemos ali na rua, naquela situação e sofrer tanto, aguentam, porque é que nós não aguentamos?".  "Parece-me uma coisa absolutamente evidente" Tão evidente que,quando lhe deram a oportunidade de reconhecer, tão tremenda insensibilidade, ele respondeu que não tem que pedir desculpas e não aceita lições de "sensibilidade social"

"Não sei porque alguém se choca, quando falei dos sem-abrigo. Não é uma falta de respeito, pelo contrário, na minha cabeça era um sinal de respeito pelas pessoas que já viveram nessa situação tão dramática."
E respondendo à segunda questão de João Galamba, concordou que o crescimento da economia é a única forma de evitar estas situações, por "aumentar a nossa capacidade negocial com os credores".

Voltando às controversas declarações: "Não recebo lições sobre sensibilidade social. Como não tive intenção de ofender ninguém, pelo contrário.  A minha intenção foi mostrar respeito pelo enorme sofrimento desses sereshumanos" Expresso Fernando Ulrich insiste: "Não tenho que pedir desculpa"

"E preocupa-se com quanto ganha o treinador do Benfica?" - Grande banqueiro! O que te falta em sensibilidade, sobra-te em arrogância!



A vida dos clubes não é desafogada - Pelo contrário, as dívidas ascendem as 1oo milhões. E não consta que  o Presidente do Benfica, do Porto ou do Sporting (este, agora não tem, demitiu-se) , mesmo juntos, ganhem mais de que o banqueiro Ulrich - Ou de qualquer dos seus treinadores - Nem juntos! São 

Pois veja-se a resposta que ele deu à deputada bloquista: "Fernando Ulrich lembrou hoje a deputada Ana Drago de que contribui para a redução do desemprego em Portugal e acrescentou que não sabe porque a deputada "se emociona tanto" com a sua remuneração. Para o banqueiro, Ana Drago aceita mais facilmente a remuneração "do treinador do Benfica" que a sua." DN



BANQUEIRO QUE QUER LIBERALIZAR OS DESPEDIMENTOS E RECUAR AS LEIS DO TRABALHO AOS TEMPOS DA ESCRAVATURA BPI quer liberalizar despedimentos


JN – 2005-10-14  “A liberalização dos despedimentos, mediante o aumento da indemnização a pagar, e a integração total no regime geral da Segurança Social e no Serviço Nacional de Saúde dos trabalhadores a contratar a partir de 1 de Janeiro de 2006 são as duas principais propostas apresentadas, ontem, por Fernando Ulrich, presidente da comissão executiva do BPI, aos restantes bancos, ao Governo e aos sindicatos, que se mostraram totalmente contra as medidas.
O documento, ontem formalizado pelo BPI, propõe a "possibilidade do despedimento por iniciativa unilateral do empregador", oferecendo como contrapartida uma indemnização cujo valor pode oscilar entre os 1,5 e três meses de salário por cada ano de trabalho.

Nenhum comentário: