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quinta-feira, 6 de março de 2014

Ucrânia – Os americanos já lá estão mas Jonh Kerry acusa Rússia de procurar "pretexto" para "poder invadir a Ucrânia – Novas loucuras expansionistas do Tio Sam, com as suas flores hipócritas vão sair caras aos nossos bolsos – Mais uma “primavera árabe” imposta por Obama e seus parceiros liberais.


ONU  presta-se a ser joguete das manobras expansionistas dos americanos – Depois assistimos a cenas caricatas destas – Do seu enviado Robert Serry, ter que refugiar num café - Enquanto for assim, ao jogo do gato e do rato, não é por aí que vem o mal ao mundo, o grave é que o orgulho russo, ferido, pode explodir; não é fácil que aceite ser humilhado – De facto, já não bastam as agressões poluidoras ao nosso planeta, cujas consequências estão à vista de todos, com as condições atmosféricas a atingirem comportamentos extremos, pois, como se não bastasse, ainda temos os galifões do mundo a zaragatearem-se 


O EXPANSIONISMO AMERICANO PRECISA DE SE ESTENDER UM POUCO MAIS – OS INVERNOS SÃO DEMASIADO GELADOS

MAS O PIOR ESTÁ PARA VIR  - “As agressões a diversos países desde 2001, as quais contribuíram para elevadíssimos déficits orçamentários, visam elevar os lucros da indústria bélica, um dos grandes feudos da oligarquia, ademais dos objetivos imperiais. Sair da “Crise Adriano Benayon 


A dívida federal do governo dos EUA passou de 9,2 trilhões de dólares em 2007 a 14,5 trilhões em 2011, o que corresponde a 100% do PIB. A dívida alcança nos países europeus a 63% do PIB da Espanha, 76,5% na Inglaterra, 81,7% na França, 93% em Portugal, 114% da Irlanda, 120% da Itália e 152% do Grécia. É essa bolha que está estourando agora. Para os economistas burgueses, a crise tinha acabado em 2010. Nós dizíamos que aquela recuperação era apenas uma fase de uma onda longa depressiva da economia capitalista.- Eduardo Almeida Neto 


CONTRIBUEM PARA OS MATAR, DEPOIS VÃO DEPOSITAR-LHE RAMOS DE FLORES

Jonh Kerry visitou praça da Independência, em Kieve e prometeu ajudar o :governo interino pró-americano «Vamos ajudar-vos» - E a pretexto de  que causa e à custa de quem?... À  custa da exploração dos povos (do aperto de cinto de milhões de cidadãos),  unicamente em prol dos desígnios das  grandes  multinacionais 

Compreende-se que o Povo Ucraniano queira libertar-se do paternalismo Russo e não  pretenda regressar aos tempos da chamada “cortina de ferro”  - Pois nenhum povo, que preze as suas fronteiras e a sua independência, gosta de ficar sob o jugo estrangeiro – Portugal também viveu a amarga experiência do jugo castelhano e lutou para se libertar desse domínio. Mas de que valerá ao povo ucraniano, querer libertar-se da  esfera de Putin (sim, uma parte desse povo, já que uma outra parte, a Crimeia Ucrânia, é etnicamente de origem russa) para resvalar de um imperialismo para o outro?!...  

- Claro, que haverá muito  quem compreenda esse logro, quem gostasse que o seu país não estivesse subjugado a tentáculos estrangeiros, de qualquer espécie, mas dificilmente o pode manifestar, dado que os media, ou fazem o jogo dos russos ou dos parceiros da Nato – E é justamente para isso que estão lá as nossas televisões - desde a pública às privadas -  gastando pipas de euros para dar cobertura a essa falsa propaganda – Da pseudolibertação dos ucranianos  do domínio do russo para ficarem aprisionados ao expansionismo americano - E quem vai pagar a fatura dessa ambição desmedida, em nome de falsos valores democráticos, sim, dessa pretensa ajuda hipócrita, dessa escalada belicista,  não é o grande capitalismo, mas os impostos que incidem sobre quem é explorado.

 HIPOCRISIA AMERICANA COM OS PARCEIROS DA NATO
Pois vejam bem  quão solidário e amigo é o "espírito democrático americano", num país onde só quem tem dinheiro pode ser assistido nas clínicas ou nos hospitais. -Pois, como é sabido, os Estados Unidos não têm um sistema público de cobertura universal na área de saúde. A maioria dos americanos precisa adquirir seu próprio plano de saúde, seja por meio de seus empregadores ou por conta própria. "John Kerry foi à Ucrânia  apoiar o governo interino pró-americano, e, no mais refinado gesto hipócrita, deslocou-se à praça da Independência para colocar um ramos de  flores e uma velinha  nos memoriais pelo sangue que ali foi vertido, a que não terá sido alheia a cumplicidade americana

IMPERIALISMO ESTÁ NA GÉNESE DO FARWEST AMERICANO  .– É INCURÁVEL POR MAIS ERROS QUE COMETA CONTRA O SEU PRÓPRIO POVO E NAQUELES QUE SUBJUGA

Os americanos não apreenderam com a apocalipse do Vietname, no Afeganistão, no Iraque, no rasto de destruição e miséria na Líbia, estão por detrás dos opositores ao regime  Sírio, envolveram-se em centenas de guerras, está-lhe na sua matriz de extermínio aos índios e continuam pelo mesmo caminho. Inicialmente, com os ingleses, seus aliados naturais, posteriormente com a alavanca da Nato. A velha Europa, em vez de se autonomizar e se afirmar como espaço cultural, económico e geofísico, geoestratégico, enleia-se nas aventuras do expansionismo imperialista e belicista americano – Como se os Ianques, alguma vez, tivessem sido o melhor exemplo de virtudes democráticas e de um Estado Social.

O governo dos EUA influenciam a política de vários países, promovendo golpes militares, financiando guerrilhas e derramando muito sangue por trás da máscara de libertar povos e instalar a democracia. O que se pretendia mesmo era aumentar o poder, a pilhagem de riquezas alheias e as áreas de influência. Com o desmanche da URSS e o consecutivo fim da Guerra Fria, os EUA tornam-se a única superpotência do globo. Em 1991, participam da Guerra do Golfo, expulsando as tropas iraquianas que tinham invadido o Kuwait. História dos Estados Unidos f

“Nos últimos 230 anos, os Estados Unidos gastaram 6,8 trilhões de dólares com grandes guerras. O valor foi divulgado num estudo do Serviço de Pesquisa do Congresso Americano

"Entre 1650 e 1950, a Inglaterra participou de 110 guerras, aproximadamente, dentro e fora da Europa, ou seja, em média uma guerra a cada três anos. E entre 1783 e 1991, os Estados Unidos participaram de quase 80 guerras, dentro e fora da América, ou seja, à média também de uma a cada três anos.(M.Coldfelter, Warfare and armed conflicts, Mc Farland, Londres, 2002). Como resultado, neste início de século XXI, os Estados Unidos têm acordos militares com cerca de 130 países ao redor do mundo, e mantêm mais de 700 bases militares fora de seu território. E, com tudo isso, devem seguir se expandindo – independentemente de qual seja seu governo – sem ter que ferir necessariamente o Direito Internacional, e sem ter que dar explicações a ninguém.  GUERRAS, CAPITALISMO E AS BASES NORTE-AMERICA


ALEMÃES NO JOGO DUPLO "O Governo alemão continua a apostar numa solução política para a crise ucraniana, admitindo, porém, que a União Europeia discutirá eventuais sanções contra Moscovo, caso não seja alcançado um acordo para a criação de um "grupo de contacto internacional "Merkel aposta em solução política mas não descarta sanções contra a Rússia

RUSSOS NÃO TOLERARAM O DISFARCE E NÃO FORAM DE MODAS - "O enviado especial da ONU para a Crimeia, Robert Serry, decidiu terminar a sua missão na península ucraniana pró-russa depois de hoje ter sido detido brevemente por homens armado em Simferopol, disse fonte da sua equipa à AFP. Enviado da ONU acaba visita após ser detidona Crimeia

 NÃO ADMIRA – QUE DEPOIS DE OBAMA,  CALHE A  VEZ A PUTIM. "O presidente russo, Vladimir Putin, está entre os nomeados para o prémio Nobel da Paz deste ano, bem como o antigo agente dos serviços de segurança dos Estados Unidos Edward Snowden e a estudante paquistanesa Malala Yousa Putin na lista dos nomeados para prémio Nobelda Paz

NÃO TARDA QUE SE ACENDA O  FÓSFORO "As autoridades de Varsóvia receiam uma intervenção armada da Rússia e solicitaram uma reunião dos Aliança Atlântica para discutir a situação, como explicou o secretário-geral da NATO, ".Ucrânia: NATO volta a analisar intervenção russa na Ucrânia devido a receios polacos

AMERICANOS MUITO DEMOCRÁTICOS PUXAM PELOS SEUS GALÕES E  ACUSAM - DIZ A A ex-chefe da diplomacia americana, Hillary Clinton, comparou a intervenção russa na Ucrânia às invasões nazis na Europa nos anos 30, revelou um jornal da Califórnia.Hillary compara intervenção na Ucrânia aos nazi


BRINQUEDOS ATÓMICOS -– NÃO JULGUEM QUE FAZEM AOS RUSSOS DE PUTIN O QUE FIZERAM AOS LÍBIOS DE KADAFI

"Em mais uma demonstração de força e de desafio perante os avisos europeus e norte-americanos, Moscovo lançou um míssil Topol RS-12M a partir da região russa de Astrakhan, perto da fronteira com a Ucrânia e a pouco mais de 1000 quilómetros de Kiev". Rússia testa míssil intercontinental às portas da Ucrânia 

FOTO EXCLUSIVA - Nota - A foto acima,  faz parte de uma  série de imagens de uma explosão no Atol Moruroa –  - O autor deste site dispõe de várias películas (slides), oferecidas por António Lima de Paiva,  antigo legionário português, que ousou expor-se à radiação, a pouco mais de 3 Km de distância, fora da cabine de proteção  - Uma das quais foi publicada, há uns anos, no Expresso, cedida por nós  - Esperemos que as muitas bombas armazenadas, jamais voltem a ser usadas, seja a que pretexto que for.

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