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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Governo grego de Tsipras sob fogacho liberal: travar privatização da venda a retalho do seu país – Mas já tem à perna a metralha de Bruxelas, FMI, Troika, Standard & Poor's e outros agentes manipuladores





A primeira medida de Tsipras: travar privatizações – Este é um bom começo. E se lograr manter esta determinação, de pôr cobro ao saque dos vampirismo liberal e devolver o que é dos gregos aos gregos, assim, temos homem!  - Não vejo como ele logrará operar esse milagre, estando ele coligado a um partido que no que pensa é tonar a Grécia na propriedade privada de uns quantos felizardos, em detrimento de milhões – Pois, os ditos consensos na chamada democracia mais não são que outra forma de impor um certo tipo de ditadura, cerceando o confronto e os contributos do diálogo e da discussão construtiva.

Só que, enquanto ele tem a vontade, os que encostaram a Grécia à parede, assim como Portugal, tem a força do capital (quando não a artilharia bélica)


De duas uma: ou Tsipras avança de cara levantada e não cede às chantagens liberais ou, cedendo,  não tarda a ser triturado – Pois, é sabido que o chamado esquerdismo (os ideais da solidariedade e da justiça social) não interessam à guloseima do grande capitalismo, para o qual as pessoas são apenas números e as riquezas do Estado um bem a expropriar.
Claro que já era de prever: dizem as noticias que A incerteza política que se vive na Grécia levou a agência de rating Standard & Poor's (S&P) a admitir baixar a nota "B" da Grécia de estável para negativa”  (claro, que não se coaduna com a rapina liberal), pelo facto de "algumas das políticas económicas e orçamentais promovidas pelo novo governo, liderado pelo Syriza, são incompatíveis com o quadro político negociado entre o anterior governo e os credores" do país, refere a agência em comunicado, divulgado esta terça-feira Tsipras tem uma ameaça da Standard & Poor's.

O recém-nomeado ministro da Restruturação da Produção, do Ambiente e da Energia da Grécia, Panayiotis Lafazanis, anunciou, esta quarta-feira, que o Governo vai suspender "imediatamente" todo o processo de privatização das elétricas. Governo grego anuncia que vai travar uma série de privatizações

Ora aí está uma medida que o próximo Governo em Portugal devia ter a coragem de tomar - Bom, estas se não são ações são pelo menos boas intenções, O pior é que a artilharia pesada de Bruxelas, FMI e troikanos não vão desarmar - Temos a eletricidade mais cara da Europa para satisfação de uns quantos comilões (catrogas, mexilhões, ) em detrimento de milhões de portugueses. – Não esquecer – A Liga dos Chineses em Portugal (LCP) anunciou o apoio à recandidatura de Aníbal Cavaco Silva à Presidência da República nas eleições de Janeiro, justificando a decisão com a necessidade de aproximar os chineses naturalizados aos assuntos políticos
Temos as tarifas dos CTT, depois que da privatização, muito mais inflacionadas - E porquê? Para o Sr. José Luis Arnaut e seus amigos gozarem à grande e à francesa

OBVIAMENTE QUE A SEARA LIBERAL TEM DE ACABAR  - E POR ALGUM LADO A VIRAGEM TEM DE COMEÇAR

Tal como referi em anteriores postagens, era bom que houvesse uma viragem na Grécia mas capaz de abrir uma   valente brecha no euro-contra-natura, que tem favorecido sobretudo os alemães e desencadeasse o fim da tal moeda única com que se  pretende governar ricos e pobres – Mas onde é que uma dona de casa de uma família pobre pode dispor da mesma ementa ou cabaz de compras de uma família rica? – Em que parte do mundo já se viu essa gestão?... Venha daí o escudo ou então o Ibero, Portugal-Espanha, a única moeda possível na Península.  – Sim, era bom que houvesse uma viragem de 180º e, de facto, por algum lado o elo mais fraco terá de rebentar 

 O QUE NÃO LOGRARAM PELAS ARMAS, ESTÃO A CONSEGUI-LO ATRAVÉS DO EURO


O atual liberalismo económico alemão é ainda mais nefasto de que o “socialismo nacional” de Hitler – Este  quis apoderar-se da Europa e chegou mesmo a pensar invadir Portugal mas foi derrotado. A ideologia defendida pelo partido de Ângela Merkel. é mais perigosa porque vem disfarçada de mecenas.

Os ingleses fecham as fronteiras à imigração que não lhes interessa  Reino Unido quer limitar imigração reduzindo direitos de recém ...– Defendem-se dos oportunistas, ladrões  e parasitas – Uma coisa são aqueles que emigram para trabalhar e, outra, completamente diferente, para roubar e se aproveitarem da generosidade das instituições –  É um fato que muitos portugueses são forçados a abandonar o seu país e a procurar o trabalho que a sua pátria lhes nega. Mas não menos verdade é o fato de que entra muita gente em Portugal que não vem nem para trabalhar nem para fazer turismo: para esmolar e roubar. 

REGRESSO ÀS ANTIGAS MOEDAS E FORA DO EURO LIBERAL E CONTRA NATURA – ALIÁS, ATÉ A ÂNGELA, NUM RARO RASGO DE   BOM SENSO O PRECONIZOU, EM 2010

Portugal, tal como a Grécia, Espanha e os países periféricos, a única alternativa para resolver o problema financeiro, a crise que nos impuseram a favor do bolso dos agiotas, é a saída da dita moeda única – Esse caminho, de resto, já tem sido pontada até no seio dos partidos liberais

Para os de memória curta – Atente-se nesta noticia: A União Social Cristã (CSU) da Baviera, partido coligado com a União Cristão Democrata (CDU) da chanceler Angela Merkel, exigiu que a Grécia abandone a união monetária europeia devido à crise financeira que enfrenta. Alemanha quer Grécia fora do euro 

Entretanto, outras vozes têm apontado  para o mesmo caminho Num artigo de opinião publicado no Financial Times, em 2011, Roubini afirmava  que "a Grécia está presa num ciclo vicioso de insolvência, baixa competitividade e uma depressão cada vez mais profunda".

Roubini, o economista que ficou conhecido por antecipar a crise financeira de 2008 dos EUA, defende que "a Grécia "deve começar já uma reestruturação ordeira, abandonar o euro de forma voluntária e regressar ao dracma". Grécia tem de sair do euro e Portugal deve fazer o mesmo

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