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segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Grécia e Portugal fora do euro, já : a vitória do Syriza, liderado por Alexis Tsipras, quer ver-se livres da tirania liberal e do euro e é isso que a Europa de Ângela Merkel tem de compreender – Aliás, até já o defendeu, num dos raros rasgos de bom senso


É verdade que a democracia se constrói com a tolerância e o diálogo, e, tal como defendia Cunhal, por vezes há que engolir “sapos, ajudar a eleger um mal menor  – e foi assim que, com o voto dos comunistas, Mário Soares ganha a Freitas do Amaral – Mas esse entendimento já passou à história: agora preferem comer com os maiores sapões na mesma mesa – É por isso que temos,  os dirigentes de certas   coligações de esquerda nas autarquias,  refastelados nos mesmos banquetes e tachos da direita liberal  - Isto, porque, os extremos tocam-se. Tocam-se em Portugal, na Grécia e em toda a parte. 

A era do vazio varreu com as ideologias  - Na filosofia que  hidra liberal cultivou através dos media que controla integralmente, do sector editorial  e das duas universidades, a bem dizer, só há lugar para o egoísmo, hedonismo e individualismo  arrogante e hipócrita, do culto das falsas aparências, do salve-se quem puder.  
  


A vitória do Syriza, não é a vitória do dissidente comunista  Alexis Tsipras  mas a do povo Grego, que se sente esmagado pela crueldade  do liberalismo alemão e dos seus parceiros (incluindo Portugal) e querem outro caminho.


Votaram esmagadoramente na coligação Syriza, como podiam ter votado numa outra qualquer, desde que lhe apontassem alguma réstia de esperança, que não a dos estafados partidos da governação, que venderam a alma ao diabo – se é que alguma vez a tiveram . 

Esta vitória é de uma Grécia  ( a do povo miúdo)  que quer ver-se livre dos corruptos e tecnocratas, subjugados à tirania de Bruxelas, sob a batuta alemã.

Essa é a única via para salvar a Grécia  – E, para dar  um passo seguro em frente, é preciso sair do euro e recuar ao Dracma, ter a coragem de recuar dois passos. Não vejo que o vá conseguir, com o apoio dos 27, sendo eles visceralmente liberais e anti-sociais   - Mesmo admitindo a hipótese de algumas cedência da divida grega pelos banqueiros alemãs, que, através de juros exorbitantes, desde há muito asseguraram os seus empréstimos usurários.
 
À  estranha coligação Syriza, ou manta de retalhos ao estilo bloquista, que começou por se chamar Frente Única Social, composta inicialmente por um total 13 partidos, ditos independentes, incluindo socialistas democráticos,   esquerda populista, tais como maoístas , trotskistas eurocomunistas mas também eurocéticos, cristãos anti-igreja ortodoxa, sim, a esse estranho fenómeno que apenas tem em comum a sua discordância com os memorandos de entendimento com o Fundo Monetário Internacional, a Comissão Europeia e o Banco Central Europeu, veio agora juntar-se outro fenómeno – à do partido dos “Gregos Independentes”, liderado pelo dissidente da Nova Democracia, Panos Kammenos fundador da extrema-direita anti-austeridade - Mas onde é que se viu a direita ser inimiga da austeridade? – Quanto, afinal,  esta está bem representada pelos banqueiros

Senão veja-se bem: o sorridente Panos Kammenos (ao jeito do pepso-dente Tony blair Blair) a que acresce o estilo de ator intempestivo e de espalha-brasas que  estudou economia e psicologia em França e  os ensinamentos liberais da Administração de Empresas da Escola de Gestores na Suíça, homenageado com a Grã-Cruz do Mérito do Patriarcado Checa, a Medalha de Honra do Patriarcado de Jerusalém e da Ordem de Cavaleiro da Ordem Nacional do Mérito pelo Presidente da França Nicolas Sarkozy, em 2007, foi Vice-Ministro da Marinha Mercante,no governo do centro-direita Nova Democracia (CDS grego) – Ou seja, é o Paulo Portas, pronto a todos os arranjinhos, que, por várias vezes, surgiu nos ecrãs das televisões, envolvido como um mediador experiente e observador oficial nas eleições em países estrangeiros.
 
Não acredito, mas oxalá me engane,  que, esta estranha manta de convergências ou conveniências  partidárias  – acordada em gabinetes, e que  nada tem a ver com a raia miúda que votou em Syriza – tenha a coragem de bater o pé aos donos da Europa.  Pois é  absolutamente falso  ( é uma verdade fabricada pelos media, sob controlo liberal), que  que a maioria dos gregos, depois de tudo o que têm sofrido, continue a declarar ser a favor da manutenção do país na zona euro. 

REGRESSO ÀS ANTIGAS MOEDAS E FORA DO EURO LIBERAL E CONTRA NATURA – ALIÁS, ATÉ A ÂNGELA, NUM RARO RASGO DE   BOM SENSO O PRECONIZOU, EM 2010

Portugal, tal como a Grécia, Espanha e os países periféricos, a única alternativa para resolver o problema financeiro, a crise que nos impuseram a favor do bolso dos agiotas, é a saída da dita moeda única – Esse caminho, de resto, já tem sido pontada até no seio dos partidos liberais

Para os de memória curta – Atente-se nesta noticia: A União Social Cristã (CSU) da Baviera, partido coligado com a União Cristão Democrata (CDU) da chanceler Angela Merkel, exigiu que a Grécia abandone a união monetária europeia devido à crise financeira que enfrenta. Alemanha quer Grécia fora do euro 

Entretanto, outras vozes têm apontado  para o mesmo caminho Num artigo de opinião publicado no Financial Times, em 2011, Roubini afirmava  que "a Grécia está presa num ciclo vicioso de insolvência, baixa competitividade e uma depressão cada vez mais profunda".

Roubini, o economista que ficou conhecido por antecipar a crise financeira de 2008 dos EUA, defende que "a Grécia "deve começar já uma reestruturação ordeira, abandonar o euro de forma voluntária e regressar ao dracma". Grécia tem de sair do euro e Portugal deve fazer o mesmo

Era bom que houvesse uma viragem na Grécia mas capaz de abrir uma   valente brecha no euro-contra-natura, que tem favorecido sobretudo os alemães e desencadeasse o fim da tal moeda única com que se  pretende governar ricos e pobres – Mas onde é que uma dona de casa de uma família pobre pode dispor da mesma ementa ou cabaz de compras de uma família rica? – Em que parte do mundo já se viu essa gestão?... Venha daí o escudo ou então o Ibero, Portugal-Espanha, a única moeda possível na Península.  – Sim, era bom que houvesse uma viragem de 180º e, de facto, por algum lado o elo mais fraco terá de rebentar

BASTA DE MÚSICA A SOAR A FALSSETE E SOB A BATUTA DA MESMA MAESTRA .Alemanha ganhou 41 mil milhões de euros com crise na zona euro

O QUE NÃO LOGRARAM PELAS ARMAS, ESTÃO A CONSEGUI-LO ATRAVÉS DO EURO


 O atual liberalismo económico alemão é ainda mais nefasto de que o “socialismo nacional” de Hitler – Este  quis apoderar-se da Europa e chegou mesmo a pensar invadir Portugal mas foi derrotado. A ideologia defendida pelo partido de Ângela Merkel. é mais perigosa porque vem disfarçada de mecenas.

Os ingleses fecham as fronteiras à imigração que não lhes interessa  Reino Unido quer limitar imigração reduzindo direitos de recém ...– Defendem-se dos oportunistas, ladrões  e parasitas – Uma coisa são aqueles que emigram para trabalhar e, outra, completamente diferente, para roubar e se aproveitarem da generosidade das instituições –  É um fato que muitos portugueses são forçados a abandonar o seu país e a procurar o trabalho que a sua pátria lhes nega. Mas não menos verdade é o fato de que entra muita gente em Portugal que não vem nem para trabalhar nem para fazer turismo: para esmolar e roubar.

VENHA DAÍ O IBERO! - JÁ! - ESTA É A ÚNICA MOEDA QUE FAZ FALTA E INTERESSA A PORTUGAL E A ESPANHA - O EURO É UMA CRIAÇÃO CONTRA-NATURA E ARTIFICIAL, PARA FAVORECER EIXO FRANCO-ALEMÃO 

- O grande sonho de Hitler e que esteve na génese da segunda guerra mundial - Por isso, os ingleses ficaram de fora, preferindo prosseguir da sua ilha a mesma saga da pirataria colonial
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Portugal España - SEM DEMORA! IRMÃOS UNIDOS E DE MÃOS DADAS - O maior obstáculo ao seu desenvolvimento económico não é o que está entre para além da fronteira de Vilar Formoso mas no que vai para além  dos Pirenéus e no colosso poderio das terras do Tio Sam. . 


A UNIÃO EUROPEIA  - A GRANDE DESILUSÃO E A MAIOR FRAUDE DO SÉCULO

Afinal, onde estão estes apregoados valores? "A União combate a exclusão social e as discriminações e promove a justiça e a protecção sociais, a igualdade entre homens e mulheres, a solidariedade entre as gerações e a protecção dos direitos da criança.

A União promove a coesão económica, social e territorial, e a solidariedade entre os Estados-Membros -  Em todas as suas actividades, a União respeita o princípio da igualdade dos seus cidadãos, que beneficiam de igual atenção"

NATÁLIA CORREIA, NÃO SE ENGANOU

Natália Correia, se fosse viva,  mesmo tendo militado num partido liberal, a que alude, Fernando Dacosta no seu livro"Botequim da Liberdade", dificilmente deixaria de erguer a sua voz e de repetir o que profetizara:

"A nossa entrada" (para a CEE) "vai provocar gravíssimos retrocessos no país, a Europa não é solidária  com ninguém, explorá-nos-á miseravelmente como grande agiota que nunca deixou de ser . A sua vocação é ser colonialista" - 

Quando a crise não é geradora de grandes audácias, mais indicado é dar- lhe o nome de agonia. - Natália Correia  -Citação feita no  em "Botequim da Liberdade"

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