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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Luís Pereira de Sousa – Aniversário Feliz, com a irmã gémea, família e amigos : o jornalista e antigo apresentador na RTP, autor do livro “Pânico à Beira Mar:- a festa dupla e calorosa com a entrada do Ano Novo 2015




 









 O primeiro dia do ano é um dia diferente no calendário do tempo, pois marca a entrada de um novo ciclo, mas tem um significado ainda mais especial para quem é aniversariante nesse dia. 



É o caso de Luís Pereira de Sousa, figura popular da televisão portuguesa, a voz e um perfil inconfundíveis - Jornalista   e apresentador de televisão, autor de diversos programas televisivos nos anos 80 e 90 – Com colaborações na imprensa escrita nacional e estrangeira, locução em  variadíssimos programas e, ultimamente, estriando-se como romancista com o livro “Pânico à Beira Mar” – Hoje foi um dia muito significativo para ele, sua irmã gémea, filhos, netos e alguns dos amigos mais próximos.

  Também lá estive, associando-me, com muito prazer, tal como o tenho feito em anos anteriores, pois trata-se, de facto,  de um dos meus maiores amigos, já que foi através dele que, após o meu regresso de S. Tomé, retomei as lides jornalísticas, nomeadamente na extinta Rádio Comercial RDP.  – A ele devo, pois, muito dos meus sucessos da minha vida profissional na rádio e na imprensa escrita. 



Realmente, a vida das pessoas, depende de uma série de acasos: quis o acaso, sim, um acaso feliz, que, a propósito de uma entrevista que me fez, nos finais da década  de 70 para a RTP, num programa da Santa Casa da Misericórdia, chamado: Vamos Jogar no Totobola, nos conhecêssemos e fosse esse o ponto de partida para uma longa e duradoura amizade, através de um dos mais populares programas da rádio, na época, de que ele era o realizador e locutor, eu o seu repórter -Intitulado  Ora Hora! – . Uma oportunidade, muito interessante,  visto me proporcionar o contato com as mais diferentes figuras da sociedade portuguesa e nos mais variadíssimos sectores - Mas não apenas figuras públicas, como gente anómima, entrevistas  nos meios prisionais,  apontamentos os mais diversíssimos, muitos dos quais inéditos e com grande impacto na opinião pública.


"Luís Pereira de Sousa,  nasceu a 1 de Janeiro de 1940, na Casa de Saúde da Boavista, no Porto,  local onde sua mãe, residente em Lamego,  se vira obrigada a deslocar–se para dar à luz um casal de gémeos. Esta era professora primária, natural de Lamego, e seu pai, um oficial de finanças, era natural de Olhão. Pouco tempo depois, a família foi viver para a Parede e, mais tarde, Sassoeiros, locais onde a mãe desempenhou a função de professora. Acabaram por se fixar em Carcavelos,  junto ao mar, elemento preponderante nos gostos da família." – Estes alguns passos da sua vida pessoal. A  pública, esta seria pois marcada pela sua presença na Rádio, televisão e nos jornais  - E, agora, com o êxito literário "Pânico à Beira Mar"

PÂNICO NO MAR – NÃO É MAIS UM ROMANCE – MAS A DENÚNCIA DOS DIAS CONTURBADOS QUE ATRAVESSA A SOCIEDADE PORTUGUESA

“O Dinheiro precipita-se sobre as empresas, sobre os mercados e sobre os media. O autor sabe o que fala. Não por ter praticado, mas por ter testemunhado” – Diz o jornalista e escritor, Artur Portela Filho, acerca do livro “Pânico à Beira-Mar”,  de autoria de  Luís Pereira de Sousa, conhecido profissional de rádio e televisão, que, recentemente,  viu editado seu primeiro romance – Obra que promete vir a dar que falar, visto não se tratar apenas de mera ficção mas também de uma parte da negra realidade que ensombra os nossos dias -

Artur Portela Filho, numa analise à  referida obra,  disse que  “Um dos protagonistas deste livro  é  o  mar”. “Portugal e o mar: os delírios de grandeza e de imunidade de uma sociedade subitamente comunitária - estou a pensar na entrada em cena da eurocracia, do mercado comum, da adesão de Portugal ao mercado comum, aliás CEE  (..) também o livro reflete afiançadamente o caos, que foi o da década de betão e dos silêncios cúmplices e das cumplicidades gritantes, da marca de corrupção e do já passeios planetários e agora das agências de notação dos mercados. O retrato do grupo em forma de população, em forma de Portugal

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