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segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

SUIS . JE CHARLIE ???????Esta a pergunta feita por um veterano jornalista de rádio e da televisão – Mas quem já veio dar a resposta foi um dos co-fundadores do satírico jornal que atirou as culpas dos "exageros" das caricaturas a Maomé ao editor que morreu


A VERDADE É COMO O AZEITE – VEM SEMPRE À TONA DA ÁGUA - co-fundador do Charlie diz que o editor "arrastou" a equipa para a morte,  "exagerando" nos cartoons  




Antes de tomar a liberdade de aqui transcrever do Pedeleke,  um excelente  texto de Luís Pereira de Sousa, de quem sou amigo desde o tempo em que trabalhámos juntos na extinta Rádio Comercial -RDP, penso que é de realçar a reação de um dos  cofundadores do tão martirizado como mediatizado jornal satírico, que, ao não respeitar a fé alheia, logrou a ira de quem sentiu o  insulto  nas suas crenças e acabou prostrado dos fusis da  intolerância.

Pelos vistos, é de concluir que febre à volta do Charlie já abrandou .Finalmente parece que o bom senso se descola do alarido da gigantesca "massificação" parisense, que, em vez de cada um  pensar pela sua cabeça  ( e perguntar-se por que razão estes apelidados extremismos de atos terroristas acontecem)  pensa pelo ecrã das televisões . Pois  até um dos co-fundadores do dito jornal satírico,  já  veio reconhecer  os exageros dos bonecos que ridicularizavam   Maomé e os seus fiéis., atirando as culpas ao editor  que acusa de ter atirado a equipa para a morte.  

À primeira vista poderia parecer que, ao fazê-lo com tal frontalidade,  seria uma forma de sacudir a água do capote; de minorar a ira dos islamitas e pôr-se a salvo da mira do alvo: de possíveis atos do mesmo género. Mas não. Dizem as noticias que já não é a primeira vez que Roussel discorda publicamente do Charlie moderno, tendo acusado o antecessor de Charbonnier de transformar a publicação num órgão islamofóbico e sionista – Que dirão agora destas palavras os altos governantes que compareceram de mãos dadas e lado a lado, como a sua legião de policiamento à paisana a comandar as fileiras da frente da enorme manifestação? – É que, se por um lado, a sua reação pode  agradar aos islamitas, não imagina o gigantesco torpedo ou canhão que esses malteses da nata liberal, gostariam agora de apontar por ao menos não ficar de bico calado. Fundador do Charlie diz que o editor arrastou a equipa para .

 SUIS . JE CHARLIE ??????? - Questiona Luis Pereira de Sousa

Pergunto – me resistindo à tentação de vociferar   contra o ato terrorista, no HEBDO, que meio mundo condenou com gritos e lágrimas.

Vou por – me no lugar do caricaturista.
A minha vida é desenhar.
Curto ao máximo.
Sinto – me superior, ocidental e civilizado, intocável, meio filósofo sobre um púlpito de onde vejo o mundo e me vêm a mim.
Se abusar tenho uma Constituição que me defende.
Vou por – me agora no lugar do dito terrorista.
Sou um desgraçado, filho de emigrantes a viver nas franjas de um jardim que jamais me pertencerá.
É na religião que encontro a resposta às minhas aspirações e ao meu futuro.
Sonho ser um herói, se possível um mártir (não são célebres e celebrados todos os mártires?).
Se abusar tenho o Corão que me protege.
e
SE quisermos ser honestos reconhecemos que a liberdade e particularmente a religiosa que é reconhecida e defendida por uns  é desafio para outros, tudo dependendo da cultura e até do nível económico – social.
Sempre assim foi desde 570 quando nasceu Maomé o ultimo mensageiro de Deus, depois de Adão, Abraão, Moisés e Cristo e  que 40 anos depois em Meca deu a conhecer o Corão que sustenta a fundação do Islão. 

A história do homem está tingida de sangue de uns e outros para imporem a palavra do seu Deus. Deuses  que ao que parece pouco trouxeram de felicidade terrena, mas apenas de promessas para pós – morte.
Interessante é também a constatação de que a emigração que líderes políticos proclama igualmente como um direito do ser humano é o fermento que tem levado primeiro, obrigatoriamente à (escravatura) depois como aparente ação voluntária   às mais profundas misérias e aos criticados e frequentes atos de terrorismo. - Não deixe de consultar  o Pedelek, p que conteém excelentes textos http://pedeleke.blogspot.pt/2015/01/suis-je-charlie.html 





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