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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Tragédia no Mediterrâneo - Mais um naufrágio em Lampeduza - Primavera Árabe do roubo do petróleo no que dá: guerra civil, instabilidade, fome, fuga, desespero e morte. Deputados portugueses querem não volte tudo ao mesmo” – E quem se opôs ao belicismo liberal?





DE BONITAS PALAVRAS ESTÁ O INFERNO CHEIO

"Tragédia no Mediterrâneo. Eurodeputados portugueses pedem ação para que não volte tudo ao mesmo" -  E então quem se opôs para que isso não sucedesse? – Todos os deputados? Obviamente que não. O dever da Europa era não apoiar a guerra e promover a paz

Agora vem com tretas -  "A Europa tem o dever de protegê-los, no âmbito do direito internacional", diz Ana Gomes, referindo-se aos milhares que fogem de conflitos armados e tentam chegar aos países europeus. Nos últimos dias, aumentou, de forma drástica, o número dos que pagam com a vida para atravessar o Mediterrâneo. Tragédia no Mediterrâneo. Eurodeputados portugueses pedem ação para que não volte tudo ao mesmo




Prossegue o desespero e tragédia  no mediterrâneo – desde a terra ao mar – Por via da prometida primavera  árabe do liberalismo selvagem, que, no que pensou foi unicamente no saque do petróleo, impondo a ordem da desordem, da corrupção e do saque. 

É chocante que isso suceda mas não é de surpreender –“Várias centenas de pessoas terão morrido no Mediterrâneo, quando um barco que transportava cerca de 700 migrantes se virou entre as costas da Líbia e a ilha italiana de Lampedusa. Durante as operações de salvamento foram resgatados apenas 28 sobreviventes.. 700 náufragos na "maior tragédia de sempre no mediterrãneo 
QUEM SEMEIA VENTOS, COLHE TEMPESTADES
A NATO e seus aliados juntaram-se à elite liberal árabe e  derrubaram os  regimes do Iraque e da Líbia com um único objetivo: apoderarem-se das suas riquezas petrolíferas a preços de saldo – As consequências estão à vista: deixaram esses países, completamente de pantanas! Cuja recuperação vai levar talvez décadas -  Devastados, destruídos, onde não há cidade, aldeia ou lugarejo que não tenha sido atingido por bombardeamentos,  sem ordem nem lei. Onde impera a violência e o terror, numa crescente onda de mortes imparável. Daí o desespero e a fuga das populações, abandonando as suas terras, fazendo-se ao mar nas condições mais precárias e inseguras, com o propósito de alcançarem um país europeu que as acolha. A tal Europa liberal que, hipocritamente,  lhes acenava com uma primavera libertadora, não para contribuir para o progresso e bem estar desses povos ou de os libertar de ditadores, mas unicamente para lá colocar fantoches  da sua confiança politica, que lhes facilitasse o saque, o roubo. Os quais,  além corruptos e de incompetentes, acabam por ter procedimentos ainda bem piores que os derrubados


 Depois do naufrágio  de  lampedusa, em Outubro de 2013, que o Papa Francisco, classificou com "uma  vergonha", o mesmo voltou a repetir-se, em Setembro do ano passado, com outro naufrágio que se saldou com o desaparecimento de cerca de 500 imigrantes, após a colisão de duas embarcações que acabaram naufragando perto de Malta.

Diam então as noticias, que, "De acordo com o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), mais de 2.200 pessoas morreram ou desapareceram ao tentar atravessar o Mediterrâneo desde junho, e 130.000 chegaram à Europa por mar a partir de 1º de janeiro. Cerca de 500 imigrantes desaparecem em naufrágio


Disse então o Papa Francisco, que as "tragédias como as de Lampedusa ocorrem porque o mundo ainda é marcado pelo mesmo espírito que predominava quando a Encíclica foi publicada, no ápice da guerra fria" 
 "só me vem a palavra vergonha, é uma vergonha" referindo-se  ao naufrágio de uma embarcação com 500 imigrantes registado perto da ilha de Lampedusa no qual morreram pelo menos 92 pessoas e outras 250 estão desaparecidas.
"Naufrágio em Lampedusa, aterradora lembrança do fracasso da União Europeia em proteger migrantes em risco"
 "Em 2012, cerca de 1500 pessoas perderam a vida a tentar chegar à Europa, muitas através de Lampedusa – um importante ponto de entrada na Europa, situado a 80km a norte da Tunísia – no meio de um movimento em massa de indivíduos à procura de asilo e outros migrantes do Norte de África e de mais longe."
 (…) “A União Europeia está em falta para com estes migrantes – os Estados europeus devem fazer um esforço conjunto para prevenir as mortes no mar aumentando a capacidade e coordenação das operações de busca e salvamento”.Itália: naufrágio em Lampedusa é uma aterradora 



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