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quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

PRESIDENCIAIS 2016 - Henrique Neto Por quem corre o abastado empresário que chegou a ser constituído arguido na Operação Furacão? – Para se livrar do incómodo e não se chamuscar nas suas ambições políticas, pagou em 2008 os 30 mil euros que não declarara ao fisco. Empresa de que era sócio devia mais de 433 mil euros


"Segundo noticiava o Jornal i, em 10 de Julho de 2013, Henrique Neto, administrador da Iberomoldes que chegou a ser constituído arguido na Operação Furacão, mas não foi acusado, porque pagou o que devia ao fisco, confessou no depoimento que consta do processo ter "consciência" de que estavam a ser criadas ou usadas empresas "para aumentar os custos" da Iber Oleff - sociedade que foi visada na investigação e da qual era sócio - e de que havia "distribuição de "dinheiros" a alguns sócios que não chegavam a ser declarados". 

ENTRETANTO DECIDE VENDER A SUA PARTICIPAÇÃO

Porventura, para não correr o risco de se chamuscar as ambições políticas, a que agora concorre – É que,  a mentalidade de empresário de sucesso, não brinca em serviço  – 

Desconhecemos qual o desfecho da referida investigação – Mas, numa altura,  em que, os candidatos, são filtrados pela opinião pública, e em que o tema corrupção, está na baila,  seria interessante saber-se em que ponto  ficou a investigação à empresa liderada por Henrique Neto – Talvez – indo ao fundo da questão- tal esclarecimento pudesse contribuir para se fazer um juízo mais aprofundado do  polémico empresário e do seu envolvimento na política.  – Ele que chegou a dizer  que «”Sócrates é um vendedor de automóveis" que "está no topo da pirâmide dos que dão cabo disto”, e tendo-o feito com tanto à vontade, será que estamos em presença de um verdadeiro empresário de mãos limpas ou de mais um artista sabichão? – Daqueles que procuram passar por impolutos, acusando outros de corruptos?!...Quando os seus telhados, poderão ser ainda mais escuros de que a fuligem!

Sabe-se que foi deputado do Partido Socialista, por Santarém e agora em que águas se movimentará? – É que,  camaleões e trânsfugas na politica, com objetivos promocionais e oportunistas,  inconfessáveis, não são tão poucos quanto isso. 

Vamos a alguns factos, que seria interessante recordar: Em 6 Dezembro de 2007, notícia publicada no Diário de Notícia, intitulada  Operação Furacão' apanha duas empresas-modelo dizia o seguinte: “ Iberomoldes, do empresário e ex-deputado do PS Henrique Neto, e a Rui Costa Sousa & Irmão, que comercializa a conhecida marca Sr. Bacalhau, foram alvos de busca no âmbito da "Operação Furacão". Ambas as empresas estarão indiciadas da prática de fuga e fraude fiscal e de branqueamento de capitais.


A busca na Iberomoldes, sediada na Marinha Grande, decorreu na terça feira da semana passada, com a Direcção Central de Investigação e Acção Penal, DCIAP - liderada por Rosário Teixeira, na dependência de Cândida Almeida - a suspeitar da utilização de off-shores para criar serviços fictícios de forma a adulterar os resultados económicos. A investigação está centrada na eventual sobre-facturação, emitida por sociedades fantasmas, elevando custos fantasmas. Também uma filial da Iberomoldes, a Ibero Olef, em Pombal, terá sido alvo de buscas da brigada mista de inspectores judiciais e fiscais.

Henrique Neto, também vice-presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), já há duas semanas tinha criticado o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, João Amaral Tomaz, por referir, no Parlamento, que algumas das mil maiores empresas estavam envolvidas em fraude fiscal. "Se as grandes empresas fogem ao fisco é porque o Governo tem deixado", referiu.

O DN tentou obter uma reacção do dono da Iberomoldes, considerada uma empresa-modelo, o que não foi possível até à hora de fecho desta edição
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DOIS ANOS DEPOIS DESFAZ-SE  DAS ACÇÕES

Henrique Neto, quando se apercebeu que a Iberomoldes, um dos principais grupos mundiais em engenharia de desenvolvimento de produtos e moldes, na qual  era um dos principais acionistas fundadores, foi indicada por prática de fuga e fraude fiscal e de branqueamento de capitais, na Operação Furacão, decidiu vender a sua participação
Operação Furacão' apanha duas empresas-modelo .- Titulo de uma notícia poublicada em 06 DE DEZEMBRO DE 2007, que  dizia o seguinte: Iberomoldes, do empresário e ex-deputado do PS Henrique Neto, e a Rui Costa Sousa & Irmão, que comercializa a conhecida marca Sr. Bacalhau, foram alvos de busca no âmbito da "Operação Furacão". Ambas as empresas estarão indiciadas da prática de fuga e fraude fiscal e de branqueamento de capitais.

A busca na Iberomoldes, sediada na Marinha Grande, decorreu na terça feira da semana passada, com a Direcção Central de Investigação e Acção Penal, DCIAP - liderada por Rosário Teixeira, na dependência de Cândida Almeida - a suspeitar da utilização de off-shores para criar serviços fictícios de forma a adulterar os resultados económicos. A investigação está centrada na eventual sobre-facturação, emitida por sociedades fantasmas, elevando custos fantasmas. Também uma filial da Iberomoldes, a Ibero Olef, em Pombal, terá sido alvo de buscas da brigada mista de inspectores judiciais e fiscais.

Henrique Neto, também vice-presidente da Associação Industrial Portuguesa (AIP), já há duas semanas tinha criticado o secretário de Estado dos Assuntos Fiscais, João Amaral Tomaz, por referir, no Parlamento, que algumas das mil maiores empresas estavam envolvidas em fraude fiscal. "Se as grandes empresas fogem ao fisco é porque o Governo tem deixado", referiu.

O DN tentou obter uma reacção do dono da Iberomoldes, considerada uma empresa-modelo, o que não foi possível até à hora de fecho desta edição . 

DISSE QUE JÁ TINHA TRABALHADO MUITO E PRECISAVA DE DESCANSAR–  MAS A POLÍTICA NÃO CANSA

Dois anos depois, ainda com o processo das investigações em curso, da dita Operação Furacão, Herique Neto, decide uma cartada de mestre: " vende a participação que detinha na Iberomoldes, um dos principais grupos mundiais em engenharia de desenvolvimento de produtos e moldes, a Joaquim Menezes, com quem fundou a empresa em 1975. 


Á agência Lusa, Henrique Neto explicou hoje que a decisão "já estava a ser estudada há algum tempo".

"Trabalho há 59 anos seguidos. De certo modo, cumpri a minha obrigação com o país e também quero descansar", afirmou, manifestando também o desejo de escrever "Trabalho há 59 anos seguidos. De certo modo, cumpri a minha obrigação com o país e também quero descansar", afirmou, manifestando também o desejo de escrever entretanto um livro "sobre a situação económica de Portugal e do mundo"
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Segundo então era referido pelo Jornal de Negócios Henrique Neto recusou-se a adiantar pormenores do negócio, posição igualmente assumida pelo empresário Joaquim Menezes.

"É assunto que só interessa aos envolvidos e, como tal, não disponível para terceiros", disse Joaquim Menezes, esclarecendo que a aquisição da participação ocorreu a 03 de Abril.
Empresário Henrique Neto vende participação



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