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sábado, 20 de fevereiro de 2016

Humberto Eco – Autor do livro “O Nome de Rosa” – Morreu mas deixou o perfume e a fluência de uma escrita inigualável - No dia em que meu livro - "Quando Mato Alguém Fico Um Bocado Deprimido" esteve em segundo lugar mesma notícia


O  escritor italiano, Umberto Eco, faleceu na noite de Sexta-feira passada, mas o seu nome vai perdurar como uma das maiores surpresas literárias dos anos 80  - Nomeadamente, pelo seu bestseller , O Nome de Rosa    - traduzido em todo o mundo e vendeu mais de 10 milhões de cópias. Mais tarde, foi adaptado ao cinema pelo realizador Jean-Jacques Annaud, com Sean Connery a desempenhar o papel principal- Tive o prazer de o conhecer e também de o entrevistar  - Tenho o livro com o seu autógrafo.

Curiosamente, na mesma altura acabava também de sair um livro de minha autoria, baseado em entrevistas no mundo prisional, com o título Quando Mato Alguém Fico Um Bocado Deprimido – Obra, que, atendendo ao perfil dos entrevistados, além dos excertos de um diário, teria um enorme impacto no meio literário, tendo ficado em segundo lugar na lista dos livros mais vendidos: ou seja, imediatamente a seguir ao Nome de Rosa, segundo Noticia da ANOP – a agência de noticias que antecedeu a LUSA
As notícias que marcaram as edições do primeiro ano do CM – Acerca da principal personagem que daria o título `minha obra


Mas, final, quem é Umberto Eco

Umberto Eco foi um pioneiro da semiótica, a ciência dos signos, um teórico da linguagem e autor de vários ensaios filosóficos. Foi só relativamente tarde que publicou o seu primeiro romance, precisamente O Nome da Rosa, mas foi este que lhe garantiu uma popularidade mundial ao pôr a sua enorme erudição ao serviço da construção do romance histórico. "A linguagem, a informação, a retórica dos discursos e a necessidade de compreender as configurações culturais em que vivemos, em comparação com as que existiam outrora, eram os seus temas", diz o historiador Diogo Ramada Curto. "O ensaio, a história mas sobretudo, desde a publicação de O Nome da Rosa, a obra de ficção eram os instrumentos de que se servia para responder tanto às preocupações pelo presente, como pelo passado. Umberto Eco 




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