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sábado, 9 de julho de 2016

EURO 2016 Portugal – França - A Final Desejada - Vamos jogar 11 contra 13 – A equipa francesa, mais arbitragem caseira e a torcida da casa - Mas há que ser positivo e sonhar - Fernando Santos, a história de um amuleto e a meta à vista de uma maratona em que só ele acreditava



Portugal não tem mostrado um jogo de encher o  olho mas tem tido  brio e mérito  - com a sua estrelinha, lá do alto, bem apontada a seu favor, logrando passar  por todas as fases até à  final, com um Cristiano Ronaldo e os demais magriços da equipa das quinas, em maré de forma crescente – É suposto, que esse mérito, lhes aumente a confiança e o talento a dois dias do quarto crescente lunar - (atualização em http://www.vida-e-tempos.com/2016/07/portugal-campeao-da-europa-1-0-lesao-de.html)



Não venho aqui fazer prognósticos – Porque, na verdade, o único prognóstico, que qualquer admirador da equipa Lusa, tem ou deve ter em  sua mente é o do pensamento positivo  – E pensar positivo, é realmente uma poderosa força.

Naturalmente, que os franceses, pensarão da mesma maneira, com a sua claque caseira e os favores de uma arbitragem - Sim, não haja ilusões, que esta tudo fará para agradar aos patrões do futebol - Desde o primeiro minuto, vai estar  ao serviço da casa para que não lhes estraguem a festa – Até porque, os donos do  Futebol, assentam arraiais em território gaulês 

Não lhes passa pela cabeça, que a festa não seja francesa – Por isso, são onze que vão jogar contra treze: os 11 da equipa adversária  mais o árbitro e a sua ruidosa assistência – A claque portuguesa, também vai estar lá representada, pelos emigrantes, por  aqueles puderem comprar os bilhetes caríssimos, mas será sempre em minoria. Mas vamos pensar positivo e nem é bom que não se pense assim - Pelo menos, até lá vale sempre apenas sonhar.

Viu-se, no jogo dos franceses, com os alemães, que, na primeira parte, quem dominou foram os germânicos, que depois se destabilizaram no último minuto com um imprevisto penalti – Que é realmente a má sorte para qualquer equipa. Na segunda parte, a França, por um feliz acaso, marcou e, depois disso, tudo se complicou ainda mais para os alemães



Imagens de dois jogos de preparação de Portugal - Sérvia e de  Portugal- França, em Alvalade - Perdemos com os gauleses aos 82 minutos mas foi apenas um mero  treino e percalço  - à frente ainda havia uma auspiciosa caminhada  - Vale a pena recordar as imagens

 A FORÇA DE UM AMULETO DE PEDRA –  ALÉM DOS 11 DE CORPO E ALMA





Foi dito que, Fernando Santos, conta com 23 amuletos de sorte, constituídos pela  seleção dos nossos jogadores maravilha, Fernando Santos chamou 23 amuletos da sorte mas, a bem dizer,  só um amuleto verdadeiro ele possui – E fui eu que lho ofereci, no passado dia 4 de Setembro, no Estádio de Alvalade, instantes antes do inicio do jogo amigável, Portugal França




Como se sabe, o resultado do jogo não foi favorável à equipa portuguesa, com um empate, 0-0  até aos   82 minutos, que era o resultado mais justo - Mas a defesa descuidou-se e perdeu pelo menos a oportunidade de a partida ficar igualada – Tratava-se de uma partida amigável, em que, Portugal, jogava com  uma equipa, com a qual não tem sido muito feliz –  Mas há que acreditar e quebrar o enguiço. Alguma vez tem de ser.

Depois das fotografias da praxe às equipas e jogadores, eu deixei-me ficar, um pouco para trás, com o objetivo de oferecer uma pedrinha (amuleto) ao treinador da equipa Portuguesa – Confesso, que hesitei, por alguns instantes, antes de lha passar para as mãos, receando que o meu gesto não fosse bem interpretado, mas creio que foi

 - Mas que é isto?... – pergunta ele, ao mesmo tempo que observa a minúscula pedrinha.
-  É uma oferta, simbólica, que eu lhe faço; guarde-a bem consigo.

Julgo que ninguém observou este episódio, que também eu pretendi que fosse muito discreto, visto ele se encontrar no primeiro canto da cabine, além de que, tal como referi,   não pretendia que fosse observado por ninguém.

No entanto, poucos minutos depois, confessei a oferta ao Arlindo Homem, um brilhante profissional de fotografia e meu amigo, que sorriu e achou graça a esta minha iniciativa.


Não se trata de superstição, mas de pequenas pedras energéticas, catalisadoras das boas energias, que me habituei a colecionar há vários anos, nomeadamente nos Tempos do Sol, arredores da minha aldeia, mas também já as recolhi em S. Tomé e noutros sítios, que gosto de oferecer às pessoas minhas amigas, a quem admiro. - A pedra continua vencendo o tempo porque ela é o que resta da incandescência do magma, da formação inicial da Terra -  As Leis de Moisés foram escritas em tábuas de pedra  - Os primeiros ídolos, que os homens veneraram, foram as formas caprichosas das pedras, que vão desde os úteros maternos ao monólitos fálicos -  É no alto dos montes que se erguem os mais espetaculares e sagrados templos.

"Há pedras  terapêuticas , que vão desde o aristocrático Radium  ao plebeu  bicabornato; pedras com poderes vibratórios, como as astrológicas; pedras empregados como calmantes, outras como amuletos Pedras que aumentam a visão, melhoram a pele; pedras que nos dão calor, nos protegem contra as intempéries e pedras necessárias para a vida, como  a pedra sal" - Refere Molinero,em Quando as Pedras Voavam.

 PORTUGAL – FRANÇA   - Em Alvalade, numa sexta-feira - 0-1

07/09/2015 Era sexta-feira, a 4 de Setembro – Estádio de Alvalade  - Não era dia 13 mas foi um dia azarado: - Portugal perdeu com a França, por 1-0, em jogo amigável -  "Foi pena, porque Portugal entrou muito bem no jogo, circulou muito a bola. Faltou-nos um pouco que os médios chegassem mais à frente. Depois o jogo ficou mais repartido. Na fase em que estávamos a ficar melhor, acabámos por sofrer numa bola parada" -  Fernando Santos" - Pelo menos deu para levantar alguns fantasmas e alimentar crónicas. - Afinal foram os gauleses a quebrarem a maldição e a marcarem por Valbuena, aos 82 minutos

“Fernando Santos chamou 23 amuletos da sort”  Este o título de um artigo publicado em 18/05/2016 
A equipa portuguesa conta com três guarda-redes: Rui Patrício, Anthony Lopes e Eduardo (Sporting, Lyon e Dínamo Zagreb, respetivamente); oito defesas, entre eles Vieirinha (Wolfsburgo), Cédric, José Fonte (ambos do Southampton), Pepe (Real Madrid), Ricardo Carvalho (Mónaco), Bruno Alves (Fernerbahçe), Eliseu (Benfica) e Raphael Guerreiro (Lorient); sete médios, nomeadamente William Carvalho, Adrien Silva e João Mário (os três a jogar no Sporting), Danilo Pereira (FC Porto), João Moutinho (Mónaco), Renato Sanches (Benfica) e André Gomes (Valência); e a fechar cinco
avançados, sendo eles Rafa Silva (SC Braga), Ricardo Quaresma (Besiktas), Nani (Fenerbahçe), Cristiano Ronaldo (Real Madrid) e Éder (Lille).  Fernando Santos chamou 23 amuletos da sorte

A JOSÉ MOURINHO  - TAMBÉM OFERECI UMA PEDRINHA

Idêntica oferta,  também fizera a José Mourinho, na inauguração oficial do Estádio do Dragão, em 16 de Novembro de 2003, também poucos momentos do jogo começa  - Disse eu, no meu site, com este título - JOSÉ MOURINHO: E A OFERTA DE UM TALISMà ESPECIAL NA NOITE DA  ESTREIA  DO ESTÁDIO DO DRAGÃO - ESPERO QUE O TENHA GUARDADO

15/11/2008"Estive no interior do relvado na inauguração oficial do Estádio do Dragão, em 16 de Novembro de 2003 - Fiz fotografias e ofereci-lhe uma pedrinha - muito especial - Foi antes de começar o jogo com o Barcelona - Tal como documenta a imagem, estava de pé ao lado da sua equipa técnica - E, ao passar junto à cabine, instantes antes do desafio começar - Disse-lhe: pegue lá esta recordação e guarde-a bem guardada - Boa sorte!. “O quê?!…” Responde Mourinho, surpreendido mas sorrindo - Espero que a tenha guardado - É o amuleto da sorte. Apanhada junto a um dos templos sagrados, herança dos antigos povos que habitaram num dos sítios dos arredores da minha aldeia..josé mourinho - templos do sol - tambores-mancheia - vida-e-tempos

A SORTE É UMA BÊNÇÃO DE DEUS - MAS MAIS DAS VEZES NÃO VEM SÓ: HÁ QUE CRIAR CONDIÇÕES PARA QUE ELA VENHA AO NOSSO ENCONTRO.

Ver um mundo em um grão de areia 
e um céu numa flor selvagem 
é ter o infinito na palma da mão 
e a eternidade em uma hora.

 William Blake

No dia em que me pediram um servicinho  - Hoje não o faria
Para mim, o mundo é todo ele uma visão contínua de beleza e imaginação” - Quem assim escreveu foi William Blake, talvez o mais extraordinário visionário inglês de todos os tempos. Músico, pintor e poeta, profundamente crente numa linguagem do sobrenatural, em todas as forças anímicas, dispersas e latentes na natureza, cuja sonoridade tão sabiamente utilizou na sua música e poesia, tanto para crianças como para adultos. Blake acreditava que “todas as divindades residem no coração do homem”, independentemente das suas crenças e religiões. Nascido no século VIII, num tempo em que a sua criatividade constituiu uma verdadeira pedrada no charco; porventura, pensar-se-ia hoje que, posto que fosse perante tantas desgraças no mundo, os pressupostos do seu pensamento se alterariam; pelo contrário; o essencial da sua linguagem continua perfeitamente actual. Ela é límpida e transparente, como um cristal, e ao mesmo tempo perene e universal, pelo que, há-de forçosamente resistir a todas as vicissitudes e hecatombes que assolem a humanidade. 

MANDEI PELO CORREIO, EM 2002  - sob pseudónimo de Luís de Raziell - VÁRIAS PEDRINHAS A UM DIRIGENTE DE FUTEBOL - Não vou agora revelar a quem foi - Como faço fotografia, nos estádios, não me interessa fazer esta revelação

Mas vou aproveitar para aqui citar algumas passagens de uma das várias  cartas que lhe escrevi “Espero tenha gostado das pedrinhas que lhe enviei na minha anterior carta, tal como também estou confiante de que, através das mesmas, haja já recebido as vibrações mais positivas, por forma a alcançar os objectivos a que, tão denodadamente, e com total entrega da sua própria vida, de há muito vem prosseguindo,

"Conforme lhe prometi, na minha carta de 15 de Abril do corrente ano, vai seguir pelo correio, em separado a esta carta (através de pequena encomenda que deverá receber um ou dois dias depois), um conjunto de três pedrinhas,  muito especiais: - Uma, é o molde de uma pequena concha fossilizada, já com uns bons milhões de anos desde o dia em que o seu gérmen, dela se desprendeu - ofereço-lha  como símbolo perene de que o Milagre da Vida, é tão antigo como a própria origem da Terra, e em que a existência desta, é apenas uma, entre as infinitas manifestações do Universo, ante as quais, o Homem, é apenas um desses infinitos degraus ou multiplicidade de evidências, cujo elo faz parte de uma longuíssima cadeia que se perde na noite dos tempos.  Por isso, se tem, como julgo que tenha, o culto de se interrogar sobre estes intrigantes enigmas, guarde essa pequena concha e,  sempre que a olha ou admire, nunca se esqueça ter bem presente, que  nada somos, face à grandeza da Criação, mas que, por outro lado, somos mais do que o pó, ao qual, um dia, o corpo físico (albergue terreno da alma), há-de  voltar...   

A outra oferta, é uma lasquinha, cuja idade se terá também já perdido com a idade da Terra, à medida que a erosão causada por biliões e biliões de litros de água a foram desgastando e moldando. Apanhei-a este Verão, na franja de uma língua de areia branca, finíssima, e limpa,  junto ao leito de um rio, que me é particularmente  querido(pois foi, ali perto, numa antiga casa, situada na margem esquerda, que nasceu o meu pai, o meu avô e bisavô paternos - Conserve-la também ao lado da outra, porque lembrá-lo-á, naturalmente, que, no nosso Planeta, nada é imutável, mesmo a matéria inerte, tudo se transforma, dando origem a outras vidas, a outros recomeços, incluindo o ser humano, cujo  espírito. só o larga apenas para mudar de estação, numa viagem interminável  A terceira pedra, é a tal dita pedra-amuleto, de que já lhe falei - Ou seja, o vestígio que resta  de um pequeno machadinho-martelo Pré-Histórico, habilmente talhado e polido na mó, há uns milhares de anos, suponho que no período do Neolítico, numa altura em que a agricultura começou a dar os primeiros passos, e o homem passou a consagrar nas grandes pedras as suas mais expressivas e gigantescas manifestações de culto ao mágico, ao onírico e ao sobrenatural, erigindo imponentes megáliticos, alguns dos quais revelando uma relação e unidade astrológica, verdadeiramente espantosas!  E, tal  como não podia deixar de ser, é uma pedra azul (ou pelo menos a pender para essa cor), como azuis espero sejam as benfazejas emanações energéticas, que dela  se desprendam!

Com efeito, trata-se, como lhe disse,  do  que sobra de um pequeno utensílio usado por homens primitivos - sim, a parte mais maciça e perene, de um apetrecho concebido, num tempo já ido, que, hoje, só a imaginação poderá reabilitar. Por conseguinte, podendo apenas ter a função mais simbólica do que prática. Bem diferente daquela que, então, nesses longínquos anos, lhe teriam dado os seus autores e utilizadores  Porém, em parte por isso, pelo facto deste pedaço de pedra ter sido usado, de forma muito arcaica, como humilde ferramenta para fazer face ao  difícil quotidiano de pessoas que viviam e dependiam, totalmente da natureza,  com a qual iam coabitando na mais estreita e íntima ligação, sim, em parte por esta razão, e ainda pelo facto de haver resistido à voragem dos séculos e dos milénios, expondo-se, e depurando-se, à custa de tantos sois e de tantas chuvas e gelos,  é que me parece que não é uma vulgar pedra. 

Por outro lado, penso que o seu verdadeiro simbolismo, ultrapassa, de longe, aquele que lhe poderia ser atribuído, numa perspectiva meramente arqueológica, por quanto se enquadra no âmbito das memórias sagradas da humanidade, que estão muito acima de qualquer juízo temporal. Por isso,  sob o ponto de vista do meu modesto entendimento, mas especialmente na esfera do meu mais profundo sentir, e  atendendo às singulares condições que rodeavam o local onde foi encontrada, considero que esta pedra é um verdadeiro talismã! -

(...) Em boa verdade, é minha convicção, que pode  estar certo de que,  a posse desta simples pedra, lhe conferirá o raro privilégio de poder desfrutar do acesso a um prodigioso lápitus criador, propiciador de energias muito positivas, capazes de poderem constituir-se num excelente arsenal contra toda a sorte de enguiços, maus olhados, males de inveja  e espíritos malignos, e até de lhe conferir a materialização de alguns dos seus mais ansiados desejos. -  Sabendo usá-la, creio, pois, ser susceptível de poder tonar-se num  primário mas poderosíssimo instrumento de ânimo da alma, ou de xamá, ente o ser e a sua ligação às melhores fontes da vitalidade, do saber e da harmonia universais.
Por isso, e conforme lhe referi na minha anterior carta, ao receber a dita encomenda pelo correio, não estranhe, nem o seu peso, nem suspeite do seu conteúdo... Vai à superfície de uma caixinha em madeira, praticamente da mesma cor da pedra, pois não lhe consegui arranjar tampa a condizer. Mas vai bem acondicionada, e creio que não se vai perder nem partir.  Tem sensivelmente o peso de uma pequena granada de mão(ou talvez nem esse peso tenha), mas, e tal como espero que venha a confirmar um dia, conquanto, hoje, não seja granada, nem nunca o haja sido, porém, no que acredito é que, em autêntica bomba espiritual, de futuro, se possa mesmo vir a transformar,  se,   com a sua fé, e em pensamento bem dirigido, a souber convictamente usar... Para tanto, bastará que, siga as seguintes recomendações: Primeiro, que tudo,  que a purifique das vibrações negativas, que certamente não deixará de receber através do correio, pois, como calcula, pela caixa postal, desagua todo o tipo de águas: desde as mais turvas às mais águas cristalinas; desde as coisas muito boas às coisas muito más. E, purificá-la, como?!... -   

Não sendo pedra, propriamente branca, ou de cristal, terá que o fazer em fase de Lua Nova, já que é altura mais adequada à sua cor.  Contudo, não necessita que seja de noite, aliás, nem deverá ser às horas mortas que o deva fazer,  mas sobretudo ao nascer do sol ou ao sol pôr.- Como sabe, são as horas mais propícias à glorificação, à transcendência, à meditação,   à elevação da mente aos estádios mais grandiosos e sublimes. Todavia, e para que o resultado seja perfeito, terá que ter também muita atenção com a escolha do local. - Escolhendo, de preferência, um local que considere especialmente tranquilizante, que o convide ao recolhimento, à mais profunda introspecção, relaxamento e mediação, ao simples fluir da mente, livre e liberta, desapaixonada, propensa ao alheamento, à ausência das emoções, a uma genuína e pura abstracção, de si próprio e do mundo envolvente, viajando, viajando, sem destino, sem fim determinado... Escolhido o local, e  a que poderá chamar de “o meu sagrado altar”, e tendo em conta que o tempo de meditação, tanto poderá ser  de uns segundos, como de uns minutos, ou algumas horas, não se preocupe com o compasso do tempo, o essencial é que sinta a mete completamente livre e liberta. Chegado então aí, deverá dar seguimento ao ritual que lhe sugiro: se optar por ficar em pé, deixe primeiro pender os braços, pés ligeiramente afastados e joelhos flectidos, pegue na pedrinha que lhe ofereci(mas pode também optar por outra, se quiser, por um gogo, por exemplo, que tenha encontrado numa praia limpa, num ribeiro de águas cristalinas ou rio despoluído, tal como, aliás, já noutra carta, lhe falei), coloque-a na concha das mãos, que formarão com os dedos entrelaçados um pequeno arco. 

Depois, segurando-a na própria concha das mãos, inspire, elevando os braços, expire descendo-os. Repita o gesto várias vezes, voltando-se ora no sentido do Sul, ora no de Oeste, ora volvendo-se para Norte, ora rodando par leste. Se for de manhã, comece por se voltar para nascente; se for ao pôr do sol, volte-se para poente. Depois de rodar os vários quadrantes, fixe-se então, ou no sentido do nascente, ou no do poente, conforme a hora do dia. A partir desse momento, deixe de se preocupar com a inspiração e a expiração. Vai pura e simplesmente descontrair a sua mente, libertá-la por completo de todos os pensamentos, ou antes, deixar que ela flua, segundo o que lhe afluir, sem contudo se preocupar em dirigir a sua corrente de consciência, seja em que direcção for. Sentindo que atingiu o estado de espírito que mais desejava, então, nessa altura, e continuando ainda com a pedrinha entre as mãos, nessa altura, feche os olhos, volte-se para o sol, elevando os braços, igualmente em arco, ou em jeito de prece, dirija-se à entidade sobrenatural, a quem mais sentir inclinada a sua fé, e evoque, ou peça-Lhe, o que mais deseja, para a sua saúde, para harmonia conjugal, para os êxitos do seu clube, ou seja para que for.  

Se não quiser optar pela posição de ali ficar em pé, poderá fazê-lo, por exemplo, de joelhos, ou sentado com as pernas cruzadas, segundo a conhecida postura de Yoga. De sublinhar que, nesse dia, não deverá beber bebidas alcoólicas, mas só água pura, nem fumar. Se não puder estar em jejum (que é dispensável), nesse caso, deverá  abster-se de carnes vermelhas, optar pelo peixe, e, de fruta, preferir a maçã, que tem boas vitaminas e é um excelente fruto para purificar o sangue. Findo o período de purificação da pedra, não se esqueça de apelar ao Seu Deus, ou à entidade Superior, à qual mais se sinta identificado com a sua fé ou convicção religiosa..

 Sem com isto pretender doutriná-lo com as minhas convicções ou  pensamentos de carácter místico, gostaria, no entanto, de aqui frisar o seguinte: Que Deus, não está apenas nas igrejas, e certamente muito menos estará onde o pretendam reduzir à mísera  condição de vítima ou de o aprisionar; Deus, é a mais elevada expressão de Liberdade e de Grandeza! –

Deus, não tem rosto, nem tem nome - Deus está em todas as coisas - mesmo na mente daqueles que não sabem escutar, em silêncio,  o pulsar do seu próprio coração, que é, no fundo, também o pulsar da Voz de Deus!             
     
Por isso, lhe estou escrevendo, destituído de outro propósito, que não seja o prazer de comunicar com um espírito de alta craveira, como depreendo ser esse o que destinge a sua personalidade - No entanto, permita-me que ouse recomendar-lhe, que mais não seja como simples devaneio de leitura, uma bonita prece ou evocação, que  eu concebi especialmente para si, para dizer no momento em que purificar e consagrar a dita pedrinha, do primitivo machado-martelinho. Já lha descrevi em anteriores cartas, mas vou voltar aqui a reproduzi-la, com um leve  aperfeiçoamento:

Ó Deus Poderoso!
Ó Irradiação Divina Celeste!
Ó Vós Divindades de Todos os Tempos!
Ó Divindades dos Sagrados Ritmos e da Fonte da Vida! Olhai-me
Tal como Vós, eu  Sou Puro!
O Meu Poder é Imenso!
A Luz que Brilha nas Minhas Mãos é a Luz da Vossa Luz!
Nenhuma Barreira me Separa entre Mim e o Universo!
Habito o Olho de Deus!
Sou a Ínfima Partícula da Inteligência Universal!
Sou, Convosco, o Todo!
Ninguém  Imobiliza o Meu Querer!
Eis-me Aqui com Uma das Pedrinhas Mágicas que Sobram da Vossa  Construção Cósmica!
Tu, Ó Grande Artífice!
Tu, Ó Grande Espírito de que Fala o Livro Sagrado de Thot e Contemplas Em Silêncio a Tua Obra!
Grande é o  Teu Poder e Maior Ainda o Teu Esplendor!
Eis-me.... /  Sou o Ente Solitário no Meio da Enorme Solidão!
Mas Sou Forte, Porque, Evocando-Vos,  Estou Com o Universo Inteiro!

Eis-me Sob a Luz da Vossa Divina Luz!
Nenhum mal de inveja, Nenhum  espírito maligno, enguiço algum, 
Jamais me  Atingirá!
O Céu Abre-se-me e Um Luminoso Eflúvio,
Uma  Reconfortante Emanação de Luz e de Energia
Desce de Vós Até Mim! Purifica-me, Vitaliza a Minha Alma! 
Escuda-me, como Muralha Invisível,
de Todas as Ameaças, Reais ou Imaginárias!
Grande Divindade Benfeitora e Benfazeja!
Sou A Ponte Que Me Liga a Vós!
Sou o Centro do Círculo do Foco Que em Mim Projectais!
Sou a Sombra Iluminada da Vossa Luz.
A Centelha de Todos os Vossos Astros!
Escutai as Minhas  Palavras,
Para Que eu Possa Escutar Também o Eco Vosso Verbo
e Fundir-me a Vós!                  
E, com isto, termino, elevando o meu pensamento e a minha voz a Deus, em prece, para que Deus o abençoe, de molde a poder levar por diante, em paz, sem sobressaltos e com a mesma coragem, lucidez e determinação de sempre,   a missão profética e providencial de que há muito está investido....



    Do sonho à realidade - Histórico! Portugal é campeão da Europa
Portugal conquistou esta noite o seu primeiro grande título internacional, ao vencer a França em pleno Stade de France, por 1-0, após prolongamento. O golo decisivo chegou dos pés do mal-amado Éder, que depois desta noite garantiu um lugar na imortalidade do futebol português. http://desporto.sapo.pt/futebol/euro_2016/artigo/2016/07/10/cronica-da-final-do-euro2016
                                    









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