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segunda-feira, 8 de maio de 2017

II Guerra mundial – há 72 anos Comunidade da Federação Russa, em Lisboa, comemorou, no domingo, o Dia da Vitória, sobre a invasão Nazi a Moscovo – Media liberal portuguesa ignorou - Em frança, François Holand, de mãos dadas , na Praça do Triunfo, em mero ato protocolar, em mais uma grande promoção mediática do seu ex-ministro, o yuppie transgénico, Emmanuel Macron

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise 


A Comunidade da Federação Russa, em Lisboa, aproveitou o domingo passado, para comemorar o 72ª aniversário do Dia da Vitória, sobre a invasão Nazi  - 
É o feriado mais desejado na Rússia, que ocorre, anualmente, no dia 9 de Maio, um dia depois das cerimónias., meramente formais,  nos países ocidentais,  sobre a vitória dos aliados na Segunda Guerra Mundial

A Batalha de Stalingrado durou seis meses e foi uma das mais sangrentas da história, deixando cerca de 1 milhão de mortos  - O 9 de Maio, conhecido pelo Dia da Vitória, comemora o êxito dos soldados russos na Alemanha, no ano de 1945, que determinou o fim da Segunda Guerra Mundial e continua a ser uma das datas mais importantes anualmente na Rússia, 

As cerimonias, decorrem em várias cidades, com especial destaque para o desfile militar em Moscovo,  que é também um momento para lembrar as mais de 27 milhões de pessoas da antiga União Soviética, que perderam suas vidas durante a invasão Alemã nos países que formavam o bloco e de mostrar ao mundo o poderio do seu exército para que os horrores da  mesma insensatez nazi não voltem a suceder


O evento reúne também centenas de ex-combatentes, que anualmente são homenageados com medalhas alusivas á vitória na Alemanha.  








NA EUROPA DO EURO, 0 8 DE MAIO,  VITÓRIA SOBRE O NAZISMO, ATO MERAMENTE FORMAL , sob a trela do “cosmopolitismo" nazi de Ângela Merkel, que agora elege, em França,  mais um  lacaio, mas a Rússia  não esquece a morte dos 9 milhões de soldados e mais de 17 milhões de civis ceifados pelo criminoso exército de Adolfo Hitler


Europa liberal preferiu celebrar "com alívio vitória de Macron em França

Líderes europeus aplaudem novo presidente francês, vendo eleição como uma garantia para a União Europeia. Dos Estados Unidos também chegaram felicitações Europa celebra com alívio vitória de Macron em França 

O dia 8 de Maio de 1945 notabilizou-se nas páginas da história contemporânea, como sendo a data que marcou a capitulação, na II Guerra Mundial,  dos exércitos alemães em 7 de maio daquele mesmo ano -  O ato da rendição, incondicional, foi   assinado pela Alemanha, na cidade francesa  de Reims, em 7 de maio, às 2h40min TMG,  o que significava que deveria entrar em vigor no dia 8 de maio às 23 horas - No entanto, a assinatura definitiva aconteceu somente em Berlim na madrugada de 9 de maio,  horário de Moscovo,  razão pela qual a comemoração do Dia da Vitória ocorre, anualmente,  no 9 de Maio. 

Trata-se da festa mais importante deste país, que não esquece os que tombaram em defesa da sua integridade , que, uma vez mais, decorre com a tradicional parada militar, na Praça Vermelha, em Moscovo.

A Imprensa liberal portuguesa, prisioneira e aliada do liberalismo selvagem alemão, não desejando ferir as susceptibilidades  da sua dama, Ângela Merkel,  em vez de lembrar as vitimas do pesadelo hitleriano, prefere destacar “o desfile de mais de 10 mil soldados e 100 máquinas de guerra”, como se estas mesmas máquina de guerra, em avultada quantidade e avançada tecnologia,  não existissem na NATO, frisando, que, desde a manhã de hoje que chove fortemente na capital e a previsão é de mais chuva, granizo e ventos fortes para as próximas 24 horas e, por esse facto, O Ministério da Defesa russo disse esta segunda-feira que "a partir da meia-noite do dia 9 e durante todo o dia" nove aviões de transporte militar, Antonov-12 e Antonov-26, vão "atacar" as nuvens para melhorar o mau tempo, afastando a chuva e o granizo que paira sobre Moscovo, e fazer com que o sol brilhe.  Celebração - Rússia vai manipular nuvens para impedir mau tempo 






Comunidade da Federação Russa, em Lisboa, comemorou, domingo passado, Junto à Fonte Luminosa, da Alameda D. Afonso Henriques, o Dia da Vitória, sobre a invasão Nazi a Moscovo – Não vimos a presença de políticos portugueses conhecidos . Mas notámos que a media liberal portuguesa ignorou  o evento – Estivemos no local e mostramos-lhe algumas das imagens da efeméride.


Estava a regressar do Estádio de Alvalade, onde me deslocara em reportagem fotográfica, quando, ao sair no Metro da Alameda D. Afonso Henriques,  os sons musicais, vindos de um pequeno aglomerado de pessoas, que se reuniam em torno de um pequeno palco e algumas tendas, junto à belíssima fonte Luminosa, me prende a curiosidade:  dirigi-me para o local e dei-me então conta que se tratava da comemoração, antecipada, do 9 de Maio, por residentes russos e suas famílias, em Lisboa, que, em agradável e festivo convívio, com as suas danças e cantares tradicionais, e também com alguma da sua gastronomia,  quiseram aproveitar o domingo para recordar os seus heróis e as vitimas, causadas pela invasão dos exércitos nazis sobre a Rússia.


Neste país, é feriado nacional, mas no resto da Europa, atualmente dominado pelo eixo-franco-alemão, é um acontecimento histórico, praticamente protocolar

Quem salvou a Europa de ser hoje uma grande colónia alemã, em termos de delimitações de fronteiras e de espaço fisco - sim,  porque, em termos económicos, atualmente estamos debaixo do seu domínio - foi o programa estabelecido entre Churchil  e Roosevelt, firmado algures no alto mar,  em Agosto de 1941

"No Dia da Vitória, um lugar para a bandeira russa"
Como diz, Aleksander Medvedovskynão  (04.05.2015), não faz mal lembrar nesse momento as cruciais páginas da História recente, não somente para aqueles que não conhecem os fatos, mas também, talvez até mais importante, para outros que desesperadamente tentam reescrevê-la e chegam a iniciar uma discussão sobre as perspectivas de um "mundo russo diferente" e colocam em dúvida a própria existência da Rússia até 2045.


(..) No dia 22 de junho, quando o exército alemão, apoiado por seus aliados, com 4 milhões de homens, estava pronto para invadir a URSS, metade da Europa já tinha caído perante sua força militar. Inclusive a França. E a Grã-Bretanha estava pronta para ser invadida, o que não aconteceu porque os alemães deram preferência a atacar a União Soviética. Os EUA praticamente não estavam envolvidos em ações militares.

(..) A Batalha de Moscou foi o primeiro grande acontecimento da Segunda Guerra Mundial a mudar por completo a imagem que o mundo inteiro e os próprios alemães tinham sobre a capacidade de resistência do exército e dos povos da União Soviética.

Os números falam por si sós. A participação de mais de 7 milhões de pessoas de ambos os lados dessa batalha mostra a sua grandiosidade. Durante a luta que durou 6 meses, a Rússia teve 926 mil soldados mortos, mais do que todo o exército britânico durante a Primeira Guerra Mundial. Esse número, numa única batalha, ultrapassa todas as perdas dos exércitos britânico e americano durante toda a Segunda Guerra Mundial. A bandeira da Alemanha nazista nunca foi hasteada em Moscou.

(…)Na Batalha de Stalingrado, que durou de 17 de julho de 1942 a 2 de fevereiro de 1943, lutaram contra o exército soviético Alemanha, Romênia, Itália, Hungria, Croácia e voluntários da Finlândia. No início da operação, participaram dos dois lados 816 mil militares, acima de 5 mil unidades de artilharia, 480 blindados, em torno de 2 mil aviões. No final de novembro de 1942, acima de 1 milhão e 600 mil militares participaram diretamente das ações daquela que se tornou a maior batalha terrestre da História da Humanidade.

Em 1 de maio de 1945 os soldados da Divisão 150 do Exército Vermelho hastearam a bandeira vermelha em Berlim, no prédio do Parlamento alemão, o Reichstag. Na madrugada de 2 de maio, o exército alemão, que defendia Berlim, capitulou. – Excerto de https://br.sputniknews.com/opiniao/20150504928159/

O mundo finalmente comemorava a derrota do nazi-fascismo e o desfecho da Segunda Guerra Mundial na Europa.
Desde o início do conflito, com a invasão da Polônia pelas tropas de Hitler seis anos antes, mais de 50 milhões de pessoas haviam morrido, muitas exterminadas em campos de concentração da Alemanha. Recém-chegado à Casa Branca após a morte de Franklin Roosevelt em abril de 1945, o novo presidente dos Estados Unidos, Harry Truman, declarava sobre a vitória dos Aliados: “O mundo está agora livre das forças do mal que durante mais de cinco anos roubaram as vidas de milhões de homens livres”. Já Winston Churchill, primeiro-ministro britânico, anunciava que era uma questão de horas a capitulação dos alemães: “seria ratificada e confirmada em Berlim”
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No dia 8 de maio a Alemanha confirmava sua rendição incondicional à União Soviética, aos Estados Unidos e à Inglaterra, marcando o fim oficial da 2ª Guerra em território europeu (o Japão se renderia somente em setembro). Segundo notícias vindas de Moscou, numa dramática cerimônia sob as ruínas de Berlim, controlada pelos russos, os chefes militares assinaram no final da noite (já 9 de maio para os soviéticos) a ata de rendição e a capitulação geral da Alemanha. Por sinal, no caso da Rússia, o Dia da Vitória até hoje é comemorado em 9 de maio com o tradicional desfile militar na Praça Vermelha, na capital do país. Leia mais: Termina a Segunda Guerra: o mundo comemora cessar fogo e o 'Dia da Vitória”

A FRANÇA LIBERAL ESCOLHEU EMMANUEL MACRON A PRESIDENTE – MAIS OUTRA ALAVANCA DA GLOBALIZAÇÃO LIBERAL A SERVIR A RAPINA DOS SEUS DESÍGNIOS MONOPOLISTAS  - Isto porque, a chamada esquerda socialista,  já não sendo nem carne nem peixe,  não se demarcando, declarada  e abertamente, dos  tentáculos do grande capital, deu azo a que só o  extremismo liberal selvagem pudesse estender o seu perverso domínio mundo inteiro – Do chamado comunismo chinês, é sabido que é mais outra máscara para ir ao encontro dos mesmos desígnios, de resto, de uma forma ainda mais predadora e eficaz.

PROMOÇÃO DE HOLLAND AO  SEU SUCESSOR DE ELEIÇÃO –Elmmanul Macron e François Hollande participam de evento que recorda fim da II Guerra Mundial


Da manipulação da opinião pública, através dos principais órgãos de comunicação social, tinha mesmo que sair um homo sapiens, mistura de milho híbrido e transgénico: um tal yuppie, que, François Holland quis promover, depois de ter traído também os seus eleitores

Hoje apareceu, de mãos dadas com ele,  sob o arco do Triunfo,  não tanto com o propósito de prestar a  homenagem às vítimas da II Guerra Mundial nos 72 anos da vitória dos Aliados, que há muito passou a mero ato protocolar, mas para mais uma grande promoção mediática daquele que foi seu ministro.  "Queria que Emmanuel Macron esteja a meu lado para, de alguma maneira, passar o testemunho", afirmou o presidente ao canal público France 2.

A transferência de poderes entre o atual presidente e o sucessor acontecerá no próximo domingo, último dia do mandato de Hollande.

Macron, 39 anos, será o presidente mais jovem da história da França e um dos mais jovens do mundo.  Macron e Hollande participam de evento que recorda fim da II Guerra Mundial

ENTRE LEN E MACRON – COM NUANCES DIFERENTES MAS AMIGOS DA MESMA CANTIGA – QUE VIESSE O DIABO E FIZESSE A ESCOLHA

Vale a pena refletir nesta opinião, publicada antes das eleições de domingo:  Não acredito que os liberais - não há escolha real entre Le Pen e Macron

Sim, Le Pen é uma ameaça, mas se jogarmos todo o nosso apoio atrás de Macron, não ficamos presos em uma espécie de círculo e combater o efeito por meio de apoiar o próprio neoliberalismo que alimenta a extrema-direita?
O título de uma peça de comentário que apareceu no The Guardian , a voz britânica da esquerda liberal anti-Assange-pro-Hillary, diz tudo: " Le Pen é um revisionista de extrema direita do Holocausto. Macron não é. Escolha difícil?"

Previsivelmente, o texto propriamente dito começa com: "Ser um banqueiro de investimento é análogo a ser um revisionista do Holocausto? O neoliberalismo está a par com o neofascismo? "E rejeita zombeteiramente até mesmo o apoio condicional esquerdista para a segunda volta do voto Macron, a posição de:" Eu agora voto Macron - muito relutantemente. "

Esta é a chantagem liberal no seu pior: um deve apoiar Macron incondicionalmente; Não importa que seja um centrista neoliberal, apenas que esteja contra Le Pen. É a velha história de Hillary contra Trump: diante da ameaça fascista, devemos todos nos reunir em torno de sua bandeira (e convenientemente esquecer como seu lado brutalmente superado Sanders e, assim, contribuiu para perder a eleição).


Não podemos, pelo menos, levantar a questão: sim, Macron é pró-europeu - mas que tipo de Europa ele personifica? A própria Europa, cujo fracasso alimenta o populismo de Le Pen, a Europa anônima ao serviço do neoliberalismo. Este é o cerne do caso: sim, Le Pen é uma ameaça, mas se lançarmos todo o nosso apoio por trás de Macron, não nos deixamos apanhar em uma espécie de círculo e combater o efeito por meio de apoiar a sua causa? Isso traz à mente um laxante de chocolate disponível nos EUA. É divulgado com a injunção paradoxal: "Você tem constipação? Coma mais deste chocolate! "- em outras palavras, comer a mesma  - Pormenores em there is no real choice between Le Pen and Macron - The Independent Traduzir esta págin

DO ESTILO DESTES LACAIOS É QUE A ÂNGELA MAIS GOSTA 

Durão Barroso  O DELFIM       inspirado pelo Senhor de Boliqueime sabia que tinha uma missão profética a cumprir  - No seu ponto de vista, Portugal era apenas uma folha de alface na salada do grande capital internacional  - Daí ter abandonado o Governo de Portugal, traindo o eleitorado que o elegeu, indo apresto e lesto a ocupar a lacuna onde o chamavam altos desígnios: a presidência da união europeia Sendo, por esse facto,  nas sondagens dos consórcios, já considerado o mais popular entre os mais  populares e influentes líderes do mundo!!!

ALGUMA VEZ OS RICOS SABEM GERIR A CASA DOS POBRES?! – CADA FAMÍLIA GOVERNA A CASA COMO PODE E OS PAÍSES DEVEM SEGUIR-LHE O EXEMPLO – DE QUE SERVE TERMOS UMA MOEDA FORTE: -  PARA SERMOS CHULADOS PELA BANCA E CAPITALISMO INTERNACIONAL?




A política da atual União Europeia não passa de uma autêntica corja de malfeitores, sob o comando da Senhora Ângela. Não vale a pena alimentarem-se ilusões. Os ingleses, que nunca hipotecaram a sua moeda aos interesses alemães, já se desligaram - Mais tarde ou mais cedo, é inevitável que outros lhe sigam o exemplo


O euro só interessa ao eixo franco-alemão. Os restantes países, são meros peões num tabuleiro de hábeis  campeões do liberalismo selvagem



A NOVA ORDEM FINANCEIRA GLOBAL . PARIDA EM 2009 Marcha - Parida em 2009 'Hoje nasce nova ordem financeira mundial', diz Brown -

Bush, o grande ideólogo de Durão Barroso, dizia que era preciso paciência para instaurar a Nova Ordem Mundial Financeira - Não foi preciso muito tempo - Agora é apenas uma questão de meter mais uns golos na própria baliza das vítimas, encostar às redes a Grécia, Portugal e Espanha - Os países do leste, esses, já estão mais de que abocanhados, visto terem passado de um extremo ao outro - Os países árabes já se passaram quase todos para a "Primavera da Nato" - Os mais renitentes, o Irão e a Síria, lá irão a seu tempo. A China e o Japão controlam o oriente  - e já dominam praticamente as economias do resto do mundo - A Europa mantém aparência de uma comunidade, mas é fogo de vista: quem mandam são os alemães, liderados pela  dama implacável.

Já o dissemos em Maio de 2013 Saída do Euro e Ibero Já


MELHOR ALTERNATIVA AO EURO A PORTUGAL E A ESPANHA - É CRIAREM UMA MOEDA ÚNICA - A QUE PODERIAM CHAMAR - MUITO APROPRIADAMENTE - DE IBERO - O ACTUAL EURO TEM OS DIAS CONTADOS - FAVORECE OS PAÍSES MAIS RICOS É CONTRA-NATURA



"O nazismo defende que uma nação  é a máxima criação de uma raça.   Consequentemente, as grandes nações (literalmente, nações grandes) seriam a criação de grandes raças." - O que não fizeram com as armas, vão fazê-lo obrigando-nos a vender as melhores empresas públicas que temos

A ENTRADA PARA O EURO DA SENHORA MERKEL NÃO FOI MAIS DE QUE UMA ISCA LANÇADA PELA ALEMANHA  PARA MATERIALIZAR O EXPANSIONISMO QUE HITLER NÃO CONSUMOU.  

 Já defendi  noutro post que "O EURO É UM VELHO SONHO MEGALÓMANO DE HITLER E NAPOLEÃO" e que a única solução para Portugal e Espanha é a criação do Ibero 

O CAPITALISMO MUNDIAL OCUPOU E PERVERTEU TODAS AS INSTITUIÇÕES -  ACONTECE EM PORTUGAL E EM TODA A PARTE  - E ATÉ COM O PRÉMIO NOBEL QUE NÃO PASSA DE MERA ALAVANCA 

Mas o que é que  o grupo dos atuais 26 do liberalismo selvagem  fez em nome da paz  para merecer tal distinção?  A atribuição do prémio à União Europeia foi apenas um dos muitos sinais de que a nova ordem financeira mundial tomou conta do planeta, dos Governos e das Instituições.  E de que algo terá de mudar  - Através das forças naturais e intervenção humana para que se abram novos tempos e surja a aurora de um novo recomeço mais promissor "O nazismo defende que uma nação  é a máxima criação de uma raça.   Consequentemente, as grandes nações (literalmente, nações grandes) seriam a criação de grandes raças." - O que não fizeram com as armas, vão fazê-lo obrigando-nos a vender as melhores empresas públicas que temos


 














NÃO É DE SURPREENDER - ESSE É O CAMINHO QUE NOS ESPERA -  ABANDONÁMOS AS RAÍZES DO PASSADO E  AGORA TUDO SE PERVERTE - CADA VEZ UNS POUCOS MANDAM EM MUITOS; PORQUE, CADA VEZ , OS MAIS FRACOS, TÊM MENOS SOBERANIA E PODER.

  - A conversa deles: "O prémio Nobel da Paz 2012  foi atribuído à União Europeia (UE) pelo seu contributo para a paz e a reconciliação, a democracia e os direitos humanos"

Extrema-direita sueca, que controla o poder e as instituições - incluindo a Academia  Real das Ciências) que submerge o país na xenobia, tinha naturalmente que  se colocar ao lado  das estrelas da Nato. Com avanço da extrema direitaSuécia segue tendo governo






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