expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

terça-feira, 14 de novembro de 2017

TECNOFORMA – Ministério Público Português Arquiva, Bruxelas diz que houve fraude na empresa de Passos Coelho – Através de Miguel Relvas que diz que “é despropositado e malicioso associar o meu nome ao caso Tecnoforma” – Defende-se com o arquivamento , em que a documentação levou sumiço – tal como o negócio dos submarinos – Ex-Patrão da Tecnoforma: disse que "O Pedro é que abria as portas todas ".

JTM - Jornalista 


O gabinete anti-fraude da Comissão Europeia (OLAF) contraria as conclusões do Ministério Público (MP) português e considera que a Tecnoforma cometeu "graves irregularidades" na gestão de fundos europeus Tecnoforma - Bruxelas diz que houve fraude na empresa de Passos .

Ricciardi  - Banqueiro
Miguel Relvas  veio dizer que "É despropositado e malicioso associar o meu nome" ao caso Tecnoforma  -  O ex-governante diz que não tem nada a ver com o caso e lembra que Ministério Público arquivou o processo

E  rejeita qualquer ligação a atos de gestão da empresa Tecnoforma, considerando mesmo que referências a essa suposta ligação lesam a sua honra  Miguel Relvas - ″É despropositado e malicioso associar o meu nome″ ao caso Tecnoforma....Outra versão teve o seu amigo banqueiro, acerca


Um dos jornais liberais trouxe de novo o caso das fraudes da Tecnoforma por via do pronunciamento da Comissão Europeia – As primeiras páginas da restante média liberal– salvo o Correio da Manhã, obcecadamente mais voltado  noutras pontarias,  – fizeram manchete; as televisões  referência ao episódio, que ficara silenciado com o recente arquivamento por parte do Ministério Público, tal como tem sucedido com  a generalidade dos casos, que bolem com certas sensibilidades da elite politica e financeira.  

Num caso em que, Miguel Relvas, um dos principais protagonistas, até teve o desplante de vir exigir um pedido de desculpas 

"Caso Tecnoforma Arquivado" - Era o titulo da noticia em Setembro passado . "Relvas espera pedidos de desculpa"  ."O caso remonta aos anos de 2002 a 2004. Em causa estava a atribuição de fundos comunitários à empresa onde então trabalhava Passos Coelho, mas parte dos factos já tinham prescrito quando foram conhecidos https://www.publico.pt/2017/09/13
Mas, obviamente, que não lembra ao diabo que se vá fazer algum folhetim da falcatrua, como tem sucedido, por exemplo, com a operação Marquês – Aqui os marqueses, é outra oiça - Comissão Europeia e Ministério Público chegaram a conclusões opostas no caso Tecnoforma – A Justiça Portuguesa conhece bem as cores das camisolas nas contendas políticas e dificilmente se engana. 

"Os investigadores de Bruxelas entendem que houve fraude e que a Tecnoforma deve devolver mais de seis milhões de euros. O Ministério Público concluiu que não há motivo para acusar seja quem for e arquivou o processo. São 6,7 milhões de euros que Bruxelas entende que têm de ser devolvidos."

COMERAM E DERAM DE FROSQUE

Entretanto, a empresa já arranjou forma de escapar às suas responsabilidades – E fez o que é já habitual nos jogos das fraudes: Plano de insolvência da Tecnoforma foi finalmente aprovado - Sábado
O pedido de falência remonta a 2012, mas um antigo funcionário ... A Tecnoforma deve cerca de dois milhões de euros a 124 credores, entre ...

DERAM SUMIÇO AOS REGISTOS DA TECNOFORMA– FIZERAM O MESMO QUE PAULO PORTAS COM A DOCUMENTAÇÃO DO NEGÓCIO DOS SUBMARINOS – FÊ-LOS DESAPARECER

"Desapareceram os documentos do negócio dos submarinos Grande parte da 1/08/2012documentação dos submarinos desapareceu do Ministério da Defesa. Sumiram, em particular, os registos das posições que a antiga equipa ministerial de Paulo Portas assumiu na negociação.

"Apesar de todos os esforços e diligências levadas a cabo pela equipa de investigação, o certo é que grande parte dos elementos referentes ao concurso público de aquisição dos submarinos não se encontra arquivada nos respetivos serviços [da Defesa], desconhecendo-se qual o destino dado à maioria da documentação", escreveu o procurador João Ramos, do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Desapareceram os documentos do negócio dos submarinos


NINGUÉM VEIO ESCLARECER PARA VOARAM OS DOCUMENTOS


Tecnoforma  Ninguém sabe onde param os arquivos da ONG ligada à Tecnoforma
Foi uma conferência de imprensa singular aquela que decorreu nesta sexta-feira à tarde num escritório situado no Parque das Nações, em Lisboa. Um advogado que se apresentou como “representante legal” da Tecnoforma, mas não explicou quem o incumbiu da missão, convocou os jornalistas para exprimir a posição da empresa sobre a ligação de Passos Coelho às suas actividades. E passados cinco minutos sobre a hora marcada para o início da sessão (17h), mandou fechar a porta, não deixando entrar mais ninguém.

O repórter do PÚBLICO, que era o “bombo da festa” do advogado Cristóvão Carvalho, foi um dos que ficaram de fora. No final das declarações do mandatário da empresa, mas quando ainda falava com os jornalistas presentes e o acesso à sala voltou a ser possível, recusou-se a responder às perguntas do PÚBLICO. Isso seria “uma falta de respeito” para os profissionais “que chegaram a horas”, alegou.A resposta veio num coro de vários jornalistas que afirmaram não se sentirem prejudicados pelo atraso do colega e que estavam interessados em ouvir as respostas às suas perguntas. De nada serviu. https://www.publico.pt/2014/09/26/politica/noticia/ninguem-sabe-onde-param-os-arquivos-da-ong-1671015 Vídeo....



PARA CULPABILIZAR ESTAS TRAFULHICES NÃO EXISTIAM ELEMENTOS PROBATÓRIOS – E NEM É PRECISO METER NINGUÉM NA CADEIA PARA INVESTIGAR   - O Ministério Público arquivou o processo sobre as suspeitas de favorecimento da Tecnoforma, que envolviam o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, e Miguel Relvas, então secretário de Estado da Administração Local, por suspeitas de corrupção, abuso de poder, participação económica e prevaricação. 

De acordo com o mesmo despacho de arquivamento, divulgado no site do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, e investigadas as suspeitas de eventuais favorecimentos políticos à Tecnoforma, o Ministério Público concluiu que "não existem elementos probatórios suficientes que permitam concluir que a TECNOFORMA tenha, de algum modo, sido favorecida, lícita ou ilicitamente, pela Secretaria de Estado da Administração Local".Os investigadores também consideraram não ter existido crime na atividade da empresa — alvo de um processo da OLAF (Organismo Europeu de Luta Antifraude). Mas este considerou existirem fortes indícios de fraude na obtenção de financiamentos europeus. http://observador.pt/2017/09/13/tecnoforma-ministerio-publico-arquiva-processo-contra-passos-coelho-e-miguel-relvas
BRUXELAS TEM OUTRA INTERPRETAÇÃO  E CONSIDERA TER HAVIDO FRAUDE -
Bruxelas diz que houve fraude na empresa de Passos CoelO gabinete anti-fraude da Comissão Europeia (OLAF) contraria as conclusões do Ministério Público (MP) português e considera que a Tecnoforma cometeu "graves irregularidades" na gestão de fundos europeus

Uma investigação do jornal Público revela esta sexta-feira que os investigadores da Comissão Europeia chegaram a conclusões diferentes do MP português em relação ao chamado caso Tecnoforma, no tempo em que a empresa teve como administrador e consultor o atual presidente do PSD. Em Portugal os inquéritos, conduzidos pelo Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP) e pelo Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Coimbra, foram arquivados, mas o OLAF europeu entende que houve fraude na gestão dos fundos europeus atribuídos, entre 2000 e 2013, aos projetos da Tecnoforma, razão pela qual, entende o organismo, a empresa deve devolver o montante de 6.7 milhões de euros.

Comissão Europeia e Ministério Público chegaram a conclusões opostas no caso Tecnoforma
Os investigadores de Bruxelas entendem que houve fraude e que a Tecnoforma deve devolver mais de seis milhões de euros. O Ministério Público concluiu que não há motivo para acusar seja quem for e arquivou o processo. São 6,7 milhões de euros que Bruxelas entende que têm de ser devolvidos.


Patrão da Tecnoforma: "O Pedro é que abria as portas todas "
O ex-dono da Tecnoforma já foi ouvido pelo Ministério Público. Conta como conheceu Passos Coelho e como foram a Bruxelas ter com João de Deus Pinheiro. Não recorda se lhe pagava – e fez parar o gravador nessa questão. Passos estava em exclusividade no parlamento




No fim do ano passado, Fernando Madeira, o ex-sócio maioritário da empresa Tecnoforma, foi ouvido como testemunha no Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), que está a investigar projectos de formação profissional pagos à empresa com fundos comunitários. Com 69 anos, o empresário reformado respondeu às perguntas do Ministério Público (MP), que quis sobretudo saber os pormenores da criação do Centro Português para a Cooperação (CPPC), uma organização não-governamental (ONG) financiada pela Tecnoforma e que foi dirigida nos anos 90 por Pedro Passos Coelho.
(..)
Porque é que decidiu fundar em 1996 o Centro Português para a Cooperação, uma organização não governamental? 
Nós, na Tecnoforma, trabalhávamos sobretudo em Angola e começámos a sentir que havia problemas em avançar com alguns projectos na área da formação profissional. Pensámos que poderíamos resolver esses problemas se abríssemos uma ONG, pois estas organizações eram mais baratas em termos de pessoal e tinham mais facilidade de acesso a verbas e a financiamentos da então Comunidade Europeia. Na altura, falei com o sr. Sérgio Porfírio, que era meu director comercial na Liana [empresa do grupo Tecnoforma] e ele disse-me que tinha umas pessoas que podiam estar eventualmente interessadas em participar. Quem é que depois o Sérgio me apresentou? O advogado João Luís Gonçalves [ex-secretário-geral de Pedro Passos Coelho quando este dirigiu a JSD entre 1990/95] e depois o sr. Pedro Passos Coelho.

O senhor não conhecia Pedro Passos Coelho nessa altura? 
Não, nada, nada.

Mas sabia que ele tinha dirigido a JSD e que era deputado do PSD? 
Sabia, claro.

E quando é que falaram pela primeira vez? 
Tivemos um primeiro encontro, acho que em 1996, num restaurante no Porto Brandão [concelho de Almada]. Almoçámos e falámos do que é que se pretendia.

O que é que lhe disse que pretendia com o tal Centro Português para a Cooperação? 
O objectivo era explorar as facilidades de financiamentos da União Europeia para projectos em Angola ou nos PALOPs [Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa].

Mas a ONG era uma organização de solidariedade ou uma forma expedita de conseguir negócios para a Tecnoforma?
Aquilo que ela devia fazer era simples: nos projectos que visassem as áreas da formação profissional, ela tentava arranjar os financiamentos para esses projectos. Depois, para implementar esses projectos, a ONG socorria -se da Tecnoforma para fornecer o know-how.

Ou seja, a ONG contratava depois a Tecnoforma para fazer na prática os tais projectos. 
Sim, naquilo que fosse do âmbito da Tecnoforma.

Mas Passos Coelho disse ao Público que encarou com "seriedade o propósito" de ajudar a "criar uma ONG com a finalidade de promover a cooperação" entre Portugal e os PALOPs.
Só posso dizer que ele foi receptivo ao que ouviu e disse logo que tínhamos de arranjar estas e aquelas pessoas e arranjou. Arranjou pessoas que eu não conhecia.

Que género de pessoas eram essas? 
Pessoas com influência.

Refere-se aos fundadores, àqueles que fizeram parte dos órgãos sociais da CPPC? Está a falar do então líder parlamentar do PSD, Luís Marques Mendes, e dos também sociais-democratas Ângelo Correia e Vasco Rato [nomeado recentemente pelo Governo para presidir à Fundação Luso -Americana]? 

Como é que Fernando Sousa entra no CPPC? 
Não sei. A única coisa que sei foi que o Pedro disse que ia tratar das pessoas necessárias. E depois apareceu o Fernando de Sousa e apareceu a Eva [Eva Cabral, então jornalista do Diário de Notícias e hoje assessora do primeiro-ministro].

Outro membro do CPPC era o advogado Fraústo da Silva, amigo de Passos Coelho e presidente do Conselho de Jurisdição da JSD quando este foi seu presidente (1990/95). 
Também foi trazido pelo Pedro. A escritura do CPPC foi feita no escritório dele, na Av. da Liberdade, em Lisboa. Era lá que eram feitas as reuniões anuais obrigatórias.

Todos os fundadores iam às reuniões anuais?
Não, houve pelo menos um que eu nunca lá vi: Júlio Castro Caldas [então bastonário da Ordem dos Advogados, ex-deputado do PSD e ex-ministro da Defesa do governo PS liderado por António Guterres].

Até o Grupo Visabeira surge nos estatutos do CPPC como um dos fundadores. 
Tive um jantar em Lisboa com o Pedro e o João Luís e duas pessoas do grupo Visabeira das quais já não me recordo os nomes. Penso que um deles era um director financeiro. Foi o Pedro que os trouxe.

Do que é que se falou nesse jantar? 
Acabou por se falar de tudo e até de projectos relacionados com a Tecnoforma. Nós estávamos em vias de nos expandir para o Sul de Angola e uns funcionários nossos já tinham visto no Namibe uns blocos de granito que podiam ser interessantes em termos de negócio.

No seu entender, Pedro Passos Coelho queria no CPPC gente com influência para quê?
Que pudessem de facto, sei lá, movimentar, abrir ou facilitar a vinda de projectos para a ONG no âmbito da formação profissional e dos recursos humanos e que depois esses projectos pudessem ter a participação da Tecnoforma.

Volto a perguntar, Passos Coelho sabia que esta ONG era criada com esse intuito? 
Tanto é assim, que eu cheguei a ir com ele a Bruxelas para um encontro com o comissário europeu João de Deus Pinheiro [militante do PSD, ex-ministro da Educação e dos Negócios Estrangeiros em três governos de Cavaco Silva e Comissário Europeu entre 1993/2000].

E foram lá fazer o quê exactamente? 
Fomos lá apresentar o CPPC, o que nos propúnhamos fazer e saber da sensibilidade dele, nomeadamente que possibilidades de financiamentos havia para os PALOPs. E o João de Deus Pinheiro até nos deu logo uma ideia, dizendo que a Comissão Europeia estava a pensar num projecto para Cabo Verde

(…) Esse encontro com João de Deus Pinheiro foi combinado por Passos Coelho, que era então vice-presidente do grupo parlamentar do PSD? 
Claro, eu não conhecia o Deus Pinheiro. 


Em Bruxelas, reuniram onde? 
Fomos ao gabinete dele, na sede da Comissão Europeia. O Pedro é que o conhecia, o Pedro é que abria as portas todas. 
Patrão de Passos na Tecnoforma: "O Pedro é que abria as portas todas"

 DERAM SUMIÇO AOS REGISTOS DA TECNOFORMA– FIZERAM O MESMO QUE PAULO PORTAS COM A DOCUMENTAÇÃO DO NEGÓCIO DOS SUBMARINOS – FÊ-LOS DESAPARECER - Para depois arquivarem o processo 09/11/2015 Não há volta a dar. Processo dos Submarinos definitivamente arquivado

De recordar que, no caso submarinos, que ficou em águas de bacalhau Desapareceram os documentos do negócio dos submarinos Grande parte da 1/08/2012documentação dos submarinos desapareceu do Ministério da Defesa. Sumiram, em particular, os registos das posições que a antiga equipa ministerial de Paulo Portas assumiu na negociação.

"Apesar de todos os esforços e diligências levadas a cabo pela equipa de investigação, o certo é que grande parte dos elementos referentes ao concurso público de aquisição dos submarinos não se encontra arquivada nos respetivos serviços [da Defesa], desconhecendo-se qual o destino dado à maioria da documentação", escreveu o procurador João Ramos, do Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), Desapareceram os documentos do negócio dos submarinos

Tecnoforma  Ninguém sabe onde param os arquivos da ONG ligada à Tecnoforma
Foi uma conferência de imprensa singular aquela que decorreu nesta sexta-feira à tarde num escritório situado no Parque das Nações, em Lisboa. Um advogado que se apresentou como “representante legal” da Tecnoforma, mas não explicou quem o incumbiu da missão, convocou os jornalistas para exprimir a posição da empresa sobre a ligação de Passos Coelho às suas actividades. E passados cinco minutos sobre a hora marcada para o início da sessão (17h), mandou fechar a porta, não deixando entrar mais ninguém.

O repórter do PÚBLICO, que era o “bombo da festa” do advogado Cristóvão Carvalho, foi um dos que ficaram de fora. No final das declarações do mandatário da empresa, mas quando ainda falava com os jornalistas presentes e o acesso à sala voltou a ser possível, recusou-se a responder às perguntas do PÚBLICO. Isso seria “uma falta de respeito” para os profissionais “que chegaram a horas”, alegou.A resposta veio num coro de vários jornalistas que afirmaram não se sentirem prejudicados pelo atraso do colega e que estavam interessados em ouvir as respostas às suas perguntas. De nada serviu. https://www.publico.pt/2014/09/26/politica/noticia/ninguem-sabe-onde-param-os-arquivos-da-ong-167101Vídeo “Ainda há muitas coisas por esclarecer” no caso Tecnoforma

COMO COMEÇARAM OS ARRANJOS

 "Passos Coelho e Miguel Relvas tentaram, em 2003 e 2004, que a Ordem dos Arquitectos se associasse à Tecnoforma para desenvolver um programa de formação profissional proposto por aquela empresa, e financiado pelo programa Foral, com o nome Autarquia Segura, a pretexto de "normativas europeias". O objectivo era formar técnicos das câmaras municipais que pudessem executar planos de emergência para os edifícios de todas as câmaras do país. Isto à imagem do projecto em que a empresa de que Passos era consultor e foi depois administrador estava então envolvida para os aeródromos municipais da Região Centro.(veja toda a história de mais este capítulo, eDocumentos ligam acção de Passos, Relvas e da Tecnoforma


NOUTRO PAÍS  - ONDE A DEMOCRACIA FUNCIONA - DIFICILMENTE TERIA TIDO ESTE DESFECHO Miguel Relvas ficou agastado com o Público, por causa da história da tal jornalista que denunciou as suas ameaças - Não sabe com quem se meteu - Belmiro de Azevedo, que andou de braço dado com Passos (ele que não é parvo) já deve ter concluído que não é com esta rapaziada que até ele mesmo se safa - Que a crise se extingue e o consumo dos portugueses favorece os  supermercados do Continente....

NEGÓCIOS PARA BEM DO ZÉ POVINHO

 
"Uma rede de negócios à volta do Foral que nasceu na JSD" - PÚBLICO
 PASSOS COELHO CRIOU ONG QUE ERA FINANCIADA APENAS PELA TECNOFORMA Notável e corajoso trabalho jornalístico de José António Cerejo no Jornal Público de ontem
PÚBLICO - DEZ. 03-12-2012  Ângelo Correia e Marques Mendes surpreendidos por terem sido fundadores
O antigo patrão do actual primeiro-ministro na Fomentinvest diz nunca ter participado em qualquer iniciativa do CPPC. “Tem a certeza que eu fui membro disso?”, replicou Marques Mendes
 “Ai que engraçado!
Ai que engraçado! Então sem querer, ou por querer, eu estou ligado à Tecnoforma. Olhe que engraçado. Não tem graça nenhuma, mas é a vida!” Foi nestes termos que o antigo dirigente do PSD Ângelo Correia comentou o facto de ter sido admitido em 1996, por proposta de Pedro Passos Coelho, como fundador do Centro Português para a Cooperação (CPPC), que tinha sede nas instalações da Tecnoforma. Pouco antes, tinha afirmado, depois de questionado sobre a sua participação numa organização não-governamental (ONG) com aquele nome e com ligações a uma empresa em que Passos Coelho trabalhou: “Dou-lhe a minha palavra de honra que não sei o que isso é.” O também antigo patrão do primeiro-ministro no grupo Fomentinvest (entre 2004 e 2009) garantiu que nunca participou em qualquer iniciativa daquela ONG e justifi cou assim o facto de ter sido um dos fundadores: “Desde que se trate de coisas que eu acho justas, eu participo.”

Tal como Ângelo Correia, quase todos os onze fundadores ouvidos pelo PÚBLICO mostraram não se recordar, ou recordar-se muito mal do CPPC. Luís Marques Mendes, que à época da sua constituição era presidente do grupo parlamentar do PSD, exclamou, quando abordado a propósito da sua ligação à associação: “Tem a certeza de que eu fui membro disso?” Informado de que foi mesmo um dos outorgantes da escritura que a constituiu, adiantou: “Com franqueza, nem me lembrava disso e não faço ideia de quais eram os seus objectivos.” Sobre as relações entre o CPPC e a Tecnoforma também nada sabe. “Nunca conheci essa empresa, embora soubesse das relações profissionais do dr. Passos Coelho com ela.”

 Negócios da Tecnoforma cresceram através de fundos geridos por Miguel Relvas
 Quando o fundador da Tecnoforma vendeu a empresa a João Luís Gonçalves, um antigo secretário-geral de Passos Coelho na JSD, e a um sócio, no Verão de 2001, a sua facturação anual pouco passava de um milhão de euros. Três anos depois — com a entrada de Passos Coelho como consultor e com a aposta em projectos de formação profissional para os trabalhadores das autarquias financiados pelo Foral, um programa do Fundo Social Europeu tutelado pelo então secretário de Estado da Administração Local Miguel Relvas — o volume de negócios já ultrapassava os três milhões de euros, chegando a 4,2 milhões em 2005.
(...)De acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO através da documentação ofi cial do programa Foral e divulgadas em Outubro, a Tecnoforma conseguiu que os seus projectos aprovados na Região Centro, entre 2002 e 2004, equivalessem, em número, a 63% do total aprovado a empresas privadas. Já em valor, o montante aprovado que lhe coube, cerca de 3,6 milhões de eurosPassos criou ONG financiada apenas pela Tecnoforma.. 3 Dez 2012

A TECNOFORMA DOMINOU E FEZ ALTAS NEGOCIATAS - E, CERTAMENTE,  O QUE ESTES ARTISTAS CONTINUARÃO AINDA HOJE A FAZER.
Relvas ajudou empresa ligada a Passos a ter monopólio de formação em aeródromos do Centro  - Diz o PÚBLICO
 O PÚBLICO  afirma  que A Tecnoforma, empresa de que Passos Coelho foi consultor e depois gestor, conseguiu fazer aprovar na Comissão de Coordenação Regional do Centro (CCDRC), em 2004, um projecto financiado pelo programa Foral para formar centenas de funcionários municipais para funções em aeródromos daquela região que não existiam e nada previa que viessem a existir. Nas restantes quatro regiões do país a empresa apresentou projectos com o mesmo objectivo, mas foram todos rejeitados por não cumprirem os requisitos legais. As cinco candidaturas tinham como justificação principal as acrescidas exigências de segurança resultantes dos ataques às torres gémeas de Setembro de 2001. - Excerto - leia os promenores em Relvas ajudou empresa ligada a Passos a ter monopólio de formação em aeródromos. Ou em .Relvas ajudou empresa ligada a Passos a ter monopólio de ...


7 out. 2012 – PÚBLICO - A Tecnoforma viveu o seu período de maior sucesso no tempo em que Passos Coelho foi seu consultor, Relvas geria o programa Foral, Paulo Pereira Coelho era o gestor do programa na Região Centro. Em comum tinham o facto de terem sido dirigentes da JSD, tal como outros elementos chave do sucesso da empresa. No Centro a Tecnoforma chegou a ter 82% do financiamento aprovado a privados A empresa Tecnoforma, na qual Pedro Passos Coelho trabalhava quando Miguel Relvas era o secretário de Estado com a tutela da formação profissional para as autarquias, entre 2002 e 2004, arrecadou mais de um quarto dos contratos celebrados com privados, no mesmo período, no quadro do programa Foral.
Passos Coelho era consultor da empresa e tinha sido contratado para acompanhar esse programa de formação destinado a funcionários das autarquias. No caso da Região Centro, a esmagadora maioria do negócio foi parar às mãos da Tecnoforma durante esses três anos. Em número de projectos, a empresa conseguiu 63% do total aprovado na região a privados e 26% no conjunto do país, também em relação aos privados. Já em termos de valor, foram-lhe atribuídos três quartos dos financiamentos concedidos a privados nessa região e nesse período - e o grosso das verbas do Foral, que absorveu cerca de 100 milhões de euros em todo país ao longo dos seis anos da sua execução, foi para as autarquias. 
No Norte, a Tecnoforma, que tem sede em Almada, ficou-se por 9% do total dos projectos viabilizados a privados entre 2002 e 2004, e nas três regiões restantes - Lisboa e Vale do Tejo, Alentejo e Algarve - não teve uma única aprovação. O Foral, financiado pelo Fundo Social Europeu e pelo Estado, foi lançado por António Guterres em 2001 e dependia directamente de Miguel Relvas, secretário de Estado da Administração Local de Durão Barroso e antigo secretário-geral da Juventude Social Democrata (JSD) num dos mandatos em que Passos Coelho foi seu presidente.  - Excerto - leia o resto em Empresa de que Passos foi gestor ficou com a parte de leão dos fundos geridos por Relvas entre 2002 e 2004

 Validada escuta de Ricciardi com Passos



De recordar  que " "No quadro das averiguações ao caso Monte Branco, a Polícia Judiciária "tropeçou" em conversas telefónicas que envolveram José Maria Ricciardi, do BESI, e o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas.

O "Público" escreve (12 de Outubro) que a Polícia Judiciária "tropeçou" em conversas telefónicas que envolveram o ministro dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, e assessores financeiros nas privatizações da EDP e da REN. Um dos contactos versou sobre a decisão do Ministério das Finanças de entregar, por ajuste directo, à norte-americana Perella Weinberg, a consultoria financeira das duas operações, decisão que gerou polémica. Outro tema abordado prende-se com a proposta alemã que disputou a final com a chinesa.
 DN “O povo não existe para o primeiro-ministro” Mário Soares “Tenha, pois, cuidado com o que lhe possa acontecer. Com o povo desesperado e, em grande parte, na miséria, corre imensos riscos
...

 ..Uma nota da Procuradoria-Geral da República revela que o processo foi arquivado por "falta de fundamentos". O mesmo documento diz que os investigados disponibilizaram voluntariamente todas as informações solicitadas, nomeadamente "elementos documentais de suporte das transacções financeiras detectadas nas suas contas bancárias, assim como fizeram prova de rendimentos compatíveis com as operações referidas".Arquivado mais um inquérito que envolve altas figuras deAngola.. 





Nenhum comentário: