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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

Millennials e as gerações narcisistas e egoístas que estão a fazer do mundo a sua aldeia global para a fraude e o enriquecimento fácil e rápido

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise 

Nos tempos que correm,  na era do liberalismo selvagem, do novo riquíssimo fácil e rápido, porque atrás de um rico, geralmente está sempre um sistema de fraudes, perderam-se os padrões da ética e da moral – Daí que é também nos partidos liberais –  que  se albergam aqueles que visam  o sucesso fácil e sem sacrifícios – Nas novas gerações, sobretudo de filhos da classe burguesa, é onde desponta mais esse oportunismo parasita de vaidosos e exibicionistas

Uma das gerações, são os conhecidos uppies,  expressão inglesa que significa "Young Urban Professional", ou seja, Jovem Profissional Urbano. É um termo usado para se referir a jovens profissionais entre os 20 e os 40 anos de idade, geralmente de situação financeira intermediária entre a classe média e a classe alta.

Os yuppies em geral possuem formação universitária, valorizam bens materiais, trabalham em suas profissões de formação e seguem as últimas tendências da moda. O termo yuppie descreve um conjunto de atributos e traços de comportamento que vieram a constituir um estereótipo que se acredita ser comum nos EUA, Inglaterra e vários outros países do Ocidente.

A evolução das sociedades, influencia o comportamento das gerações, estas, por sua vez, são o fator dessas mudanças para o bem ou mal

Se olharmos para o perfil dos principais líderes políticos da atualidade, neles facilmente se descobrem traços comuns: a vaidade exibicionista misturada com o desejo do enriquecimento fácil e rápido, o culto do individualismo e as politicas monopolistas liberais em detrimento do interesse coletivo: Tony Blair, David Cameron, Emanuel Macron, Tumps, Vladimir Putinos milionários dirigentes chineses, entre outros -  Os portugueses, Durão Barroso, Passos  Coelho e Paulo Portas  

"Os códigos de Ética nos tempos que correm parecem ser, em termos metafóricos, o “casaco de tamanho médio” que nem serve ao gordo, pondo em causa o seu contributo no combate à fraude

Maria do Ceu Ribeiro - Num recente artigo na Revista Exame podia ler-se que “um dos principais desafios nas organizações é a crescente diversidade geracional com que têm de lidar” (1). Com efeito, nestas convivem, com muita frequência, os “baby-boomers” (acima dos 50 anos), a “geração X” (entre os 35 e os 50 anos) e os “millenials” (abaixo dos 35 anos), provindo os desafios da dificuldade em gerir os interesses destas diferentes gerações. O primeiro grupo privilegia a manutenção do seu “status” social; o segundo, composto por pessoas orientadas para os resultados, coloca o enfoque da sua atuação na “performance”, tendo em vista o sucesso; o último, preenchido pelos nascidos no virar do milénio, no advento da era digital e da proliferação da informação, tende a não hipervalorizar a vida profissional, mas sim a procurar um equilíbrio mais acentuado entre vida pessoal e vida profissional. Porém, no que parece ser um contra-senso, este último grupo é mais impaciente do que as gerações anteriores, não gostando de esperar para acender ao topo da carreira e exigindo um plano de progressão mais curto.

De acordo com os últimos relatórios da ACFE (Association of Certified Fraud Examiners), há uma correlação entre a faixa etária e a prática fraudulenta, com maior incidência de esquemas de fraude nos profissionais acima dos 40 anos, o que corresponde aos grupos da “geração X” e da geração “baby-boomer”. Esta informação, preciosa para as organizações que efectivamente gerem os seus recursos humanos e atuam preventivamente contra a ocorrência de fraude, sugere que elas devem começar por implementar códigos de Ética, ou corrigi-los se já existirem, de modo a cercearem a possibilidade de ocorrência de tais situações.

Porém, neste domínio se fazem sentir, também, os conflitos intergeracionais acima referidos. E as perguntas surgem, sem que anexas venham as respostas para as mesmas. Como abrigar debaixo de um único “teto” de regras de conduta interesses e modos de comportamento tão heterogéneos como os apresentados? Deverá a organização ter diferentes códigos de Ética?

No limite, talvez a pergunta que se deveria começar por colocar é se as organizações efetivamente necessitam de tal instrumento de disciplina de comportamentos.
Parece uma heresia que alguém pense que uma organização possa gerir os seus valores éticos e comportamentais, e os possa impor aos seus membros, sem ser através de um código de Ética. Porém, atualmente, tais instrumentos não parecem estar a acompanhar as transformações em curso ao nível geracional, o que equivale a deixarem de desempenhar o papel no seio das organizações para que foram pensados. Por outras palavras, os códigos de Ética nos tempos que correm parecem ser, em termos metafóricos, o “casaco de tamanho médio” que nem serve ao gordo, nem fica bem ao magro, pelo que tem de se concluir que o contributo de tais códigos no combate à fraude nas organizações ficou posto em causa.

 OUTRO PONTO DE VISTA

A geração Y, também conhecida por Millennials, começou a entrar numa fase da vida em que o consumo deveria estar ao rubro. Os "trintões" querem casa, carro, roupa de marca e acessórios de luxo... ou queriam. Os jovens nascidos entre 1980 e 1996 estão sempre ligados mas são menos consumistas do que os seus pais, fogem do endividamento e preferem a experiência à posse. Estará a economia preparada para eles? 

Millennials: A geração que vem revolucionar o capitalismo – Diz o artigo  - Pelo contrário, vem a desumanizá-lo e a sofisticá-lo ainda mais –  Mas, no ponto de vista expresso,  neste artigo, diz-se que não:

Os Millennials estão a transformar a economia e a obrigar alguns setores tradicionais a reinventar-se. A “geração Uber” ou “Airbnb” já começou a mudar a face do capitalismo.

Os primeiros da Generation Me (Geração Eu, outro dos cognomes que lhe estão atribuídos devido a um alegado narcisismo que lhes será característico), já têm mais de 30 anos. Chegaram àquela idade de que o mercado tanto gosta: os anos do glorioso consumo, tantas vezes desenfreado, para ter uma casa, um carro e um aparelho de televisão melhor do que o do vizinho. Usando quase sempre, na urgência e à falta de poupanças, o crédito pessoal, o cartão leve agora e pague (muito mais) depois.


Mas isso parece que era dantes. E os sinais estão aí. Claro que a maior parte destes jovens quer ter uma casa própria, mas um número significativo – 30% – diz que não é uma prioridade, a juntar aos 15% que não pensam em comprar um imóvel num futuro próximo (ver infografias). Quando se fala de automóveis ou de bens de luxo, então os Millennials deixam bem claro que preferem gastar o dinheiro noutros voos.


Desde 1989 que, na América, não havia tão poucos endividados sub-35. A crise que perdura desde 2008 também tem feito o seu papel: vive-se pior e, portanto, os Millennials não têm tanto dinheiro (nem tanto acesso ao crédito fácil) quanto as gerações anteriores tinham com esta idade; e houve ainda um efeito dissuasor, uma vez que esta geração cresceu com a instabilidade financeira, o nervosismo dos mercados e a queda de grandes bancos. http://visao.sapo.pt/actualidade/sociedade/2016-09-23-Millennials-A-


QUEM ESPERAVA QUE EMMANUEL MACRON IA SERVIR FRANÇA E A EUROPA, ESTÁ ENGANADO: Esta nova elite liberal é egoísta, desumana e cruel e deixa-se facilmente corromper. – Inimiga visceral da Liberdade de expressão.

Até onde vai o despudor do yuppie e chefe de Estado Francês, a nova imagem do ilusionista Tony Blair Se queremos proteger as democracias liberais, precisamos ter uma legislação forte” disse o presidente em um discurso de ano-novo a jornalistas, acrescentando que planeja mudar o papel do Conselho Superior do Audiovisual, a agência reguladora da mídia na França.

“Na época das eleições, as regras que se aplicam a conteúdos publicados em plataformas de internet não serão mais a mesmas”, afirmou Macron.
Não haja Ilusões: a nova elite, criada na abundância do riquíssimo e do parasitismo, com a expansão dos monopólios à escala global, cada vez mais recrudesce os seus instintos vaidosos e exibicionistas, no culto do depurado individualismo e  do egoísmo, autoprotegtendo os seus interesses em detrimento do bem-coletivo.

Postar conteúdos nos sites ou nas redes sociais, que não sejam do agrado do liberalismo global, vão limitar-se apenas a meras mensagens entre amigos  - E para onde também  apontam as constantes noticias de sistemáticos ataques à redes sociais

 E, mesmo assim, com fortíssimas  limitações – Os dourados tempos em que as novas tecnologias, surgiam com uma mais valia para que voz dos cidadãos pudessem manifestar livremente a sua opinião – à margem da censura dos Governos e dos media. que estes controlam à escala global – sim, no sentido de se contribuir para um mundo  mais justo e solidário, vai sendo cada mais uma remota possibilidade, que se vai estreitando e progressivamente extinguindo

A cruzada de noticias negativas das redes sociais, é uma constante: Francisco Pinto Balsemão, o grande patrão da SIC, do maior império dos media, considerou que uma grande parte das notícias "são rumores perigosíssimos" "provenientes de pessoas que se acovardam" – Todavia, é o mesmo grande patrão que sucessivamente  vibra ataques às redes sociais Pinto Balsemão critica ″lixeira″ em redes sociais e motores de busca e apelam censura da liberdade de expressão.

LIBERALISMO SELVAGEM GLOBAL É UMA AMEAÇA À HUMANIDADE À ESCALA PLANETÁRIA 

O capitalismo selvagem global, inimigo visceral da verdade informativa, cada  vez mais aperta o cerco à liberdade de expressão, a pretexto  de que  milhares de contas em redes sociais  têm espalhado por todo o mundo e em todas as línguas mentiras inventadas para prejudicar políticos, figuras públicas, jornalistas, etc

E estes paladinos do grande capital, sem fronteias, que são eleitos através de poderosas meios de comunicação social, que controlam a seu belo prazer, não toleram ser denunciados nem criticados pelos abusos do poder e, tomam a critica, como noticias falsas: tudo que não vá de encontro aos seus obscuros desígnios é falso, e, portanto, deve ser cesurado .

O presidente da FrançaEmmanuel Macron, anunciou na passada quarta-feira planos de uma reforma das leis de imprensa com o objetivo de combater a disseminação de “fake news” nas redes sociais — que ele considera uma ameaça à democracia

Macron afirmou que ele e o time que coordenou sua campanha às eleições presidenciais de 2017 foram vítimas de notícias falsas e de um ataque hacker. Desde que assumiu o cargo, em maio, o presidente francês tem sido crítico da mídia russa e chegou a acusar o canal de televisão russo RT de plantar desinformação sobre ele durante a campanha através de seu site e de suas redes sociais.

No entanto, estes impostores podem disseminar as noticias falas que lhes apetecer : Emmanuel Macron acusado de divulgar informações falsas Russia Today e Sputnik querem processar o candidato presidencial francês. Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/mundo/detalhe/emmanuel-macron-acusado-de-divulgar-informacoes-falsas



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