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domingo, 31 de março de 2019

Viagens ao fundo da pré-história em dias de Primavera, à superfície ou através do interior da terra às famosas Grutas de Pech Merle ou nas cavernas no vale de Vézère, em França – Por cá e ao ar livre nas margens do maravilhoso Vale do Côa, considerado “o mais importante sítio com arte rupestre paleolítica de ar livre”., Património da Humanidade


Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador 

Para os amantes da arte pré-histórica, em conhecerem o património que nos legaram os nossos mais ancestrais artistas, aqui lhe deixo algumas sugestões,  nestes dias de sol primaveril: ir a   França ou por cá nas margens do Vale do Côa






Vale do Côa Património Mundial da UNESCO

O Vale do Côa é considerado “o mais importante sítio com arte rupestre paleolítica de ar livre”. Aventure-se pelas belíssimas paisagens que emolduram o rio Côa e venha conhecer a arte primitiva da Humanidade!


Se não puder viajar para França, aproveite para se descocar ao Museu do Côa ou a visitar os núcleos de Gravuras da Penascosa ou dos Piscos – Património da Humanidade 


O Vale do Côa é considerado “o mais importante sítio com arte rupestre paleolítica de ar livre”. Aventure-se pelas belíssimas paisagens que emolduram o rio Côa e venha conhecer a arte primitiva da Humanidade!
Inscrito na Lista da Unesco como Património da Humanidade em 1998, o Vale do Côa é considerado “o mais importante sítio com arte rupestre paleolítica de ar livre”. O sítio arqueológico divide-se em dois eixos fluviais principais: 30 quilómetros ao longo do rio Côa – Faia, Penascosa, Quinta da Barca, Ribeira de Piscos, Canada do Inferno – e 15 quilómetros pelas margens do rio Douro – Fonte Fireira, Broeira, Foz do Côa, Vermelhosa, Vale de José Esteves, Vale de Cabrões.


Arte gravada na pedra

Como uma imensa galeria ao ar livre, o Vale do Côa apresenta mais de mil rochas com manifestações rupestres, identificadas em mais de 70 sítios distintos, sendo predominantes as gravuras paleolíticas, executadas há cerca de 25.000 anos. http://www.centerofportugal.com/pt/vale-do-coa/





Pech Merle – a Gruta reabriu ontem,  dia 30 de março a domingo, até 3 de novembro  - Para a conservação dos desenhos, o número de visitantes é limitado a 700 pessoas por dia
Pech Merle é um dos maiores monumentos da arte pré-histórica e deve estar perto do topo da sua lista de locais a visitar. Ele apresenta algumas das mais antigas obras de arte em uma caverna aberta ao público: os famosos cavalos malhados têm 29.000 anos de idade. Esta é uma caverna companheira para Cougnac ; eles são da mesma época e a obra de arte é semelhante. Ambas as cavernas podem ser visitadas no mesmo dia e estão a cerca de uma hora de distância. Pech Merle é de cerca de 1,5 horas ao norte de Toulouse e cerca de 1,5 horas a sudeste de Les Eyzies.


Pech Merle é uma grande caverna e tem muitos espaços abertos com boa iluminação. O passeio dura uma hora e se concentra em obras de arte e formações geológicas, por isso satisfaz os dois tipos de visitantes. Há gravuras e desenhos de cavalos, mamutes e muitos outros animais. Existem também algumas boas figuras humanas, que são raras na arte rupestre. A mais famosa é a figura do "homem morto" com linhas parecidas com lanças, semelhantes às de Cougnac.

Há também um pequeno museu mostrando alguns dos artefatos que foram escavados lá e em outras cavernas, juntamente com uma introdução à arte e à vida paleolítica. Há também representações de alguns desenhos de animais que não são mostrados no passeio.


Somente visitas guiadas, limitadas a 700 pessoas por dia, são aceitas reservas. As excursões inglesas não são oferecidas todos os dias, portanto, verifique o link da reserva em seu site. Em julho e agosto, você deve fazer uma reserva.

Esta caverna não é muito árdua, mas há algumas escadas até a caverna, algumas escadas na caverna e o chão na caverna é irregular ou úmido em alguns lugares. Clique aqui para ver mais informações sobre os requisitos físicos do passeiohttp://www.prehistorictourist.com/pech-merle


Arte rupestre pré-histórica na Dordonha


Cavernas no vale de Vézère da Dordonha contêm algumas das mais antigas obras de arte conhecidas pelo homem. Robin McKie aproveita a visita tanto abaixo como acima do solo


Em algum momento da pré-história remota, cerca de 12 mil anos atrás, um grupo de homens e mulheres - não mais que meia dúzia, acreditam os cientistas - rastejou para o labirinto da caverna de Rouffignac, no vale de Vézère, na Dordonha. Uma vez no recesso mais profundo, deitavam-se de costas e, à luz de velas bruxuleantes, começavam a pintar no teto de pedra a três metros de altura. Mais de 60 imagens de mamutes, cavalos e íbex foram descritas, cada animal representado em linhas simples e confiantes que revelam um talento artístico surpreendente.

Este é o Grande Teto de Rouffignac, uma das mais antigas e belas galerias de arte do mundo. Nós temos poucas pistas sobre quem a criou, embora tenha sido provavelmente o trabalho dos Cro-Magnons, os primeiros membros do Homo sapiens a se estabelecerem na Europa 45.000 anos atrás e os sobreviventes da Idade do Gelo que mais tarde agarraram o continente. Também não sabemos por que esses artistas escolheram um local tão inacessível para exibir sua genialidade - embora felizmente possa ser facilmente alcançado hoje em dia. Um pequeno trem elétrico vai da entrada de Rouffignac até o Grande Teto, cujo piso foi abaixado para permitir que os visitantes contemplem suas maravilhas. 

É uma experiência impressionante, uma das muitas que podem ser encontradas neste local notável. Nos 25 km do vale do Vézère, entre Montignac e Les Eyzies, há 15 cavernas - incluindo Rouffignac, Lascaux e outras - que foram classificadas como Patrimônio Mundial da Unesco por causa de sua arte pré-histórica. Se você quer entender as mentes de nossos antepassados ​​e apreciar o papel fundamental que a arte tem desempenhado em nossa evolução - questões levantadas pela excelente exposição do Museu Britânico, Ice Age Art , que termina em 2 de junho - então o Vézère é para você. https://www.theguardian.com/travel/2013/may/26/prehistoric-cave-art-dordogne




sábado, 30 de março de 2019

Esclarecimento de Marcelo Rebelo de Sousa 4. O meu irmão Pedro foi nomeado administrador não executivo da Caixa Geral de Depósitos pelo mesmo Governo e, apesar de ter sido vice-presidente de um banco estrangeiro e presidente de um banco público português, em comentário televisivo, discordei da sua opção de aceitar o lugar” - . Mas não só “convidado pelo professor Cavaco para privatizar o Banco Fonsecas & Burnay, um processo que acabou dois anos depois, com o banco a ficar para o BPI. .


O Presidente da República escreve sobre as relações entre a sua família e o poder político: "Como cidadão, nunca influenciei nenhuma escolha de familiar para qualquer lugar político".
Com o objetivo de completar e esclarecer o texto sobre as relações familiares e o poder político, no que me toca, tenho a informar o seguinte:
1. O único membro do Governo na minha família foi meu Pai, há 64 e 49 anos, num regime político diverso daquele em que vim a exercer funções.
2. Quando fui eleito deputado à Assembleia Constituinte e, depois, nomeado membro do Governo, meu Pai estava no exílio no Brasil.
3. O meu irmão António pertence, há muito, a partido diverso daquele de que fui líder e exerceu funções em gabinetes de governos a que fui oposição e mesmo líder da oposição. Foi nomeado presidente da SOFID pelo governo presidido pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, apesar de pertencer a partido da oposição.
4. O meu irmão Pedro foi nomeado administrador não executivo da Caixa Geral de Depósitos pelo mesmo Governo e, apesar de ter sido vice-presidente de um banco estrangeiro e presidente de um banco público português, em comentário televisivo, discordei da sua opção de aceitar o lugar.


5. O meu sobrinho Luís, também de partido diverso do meu, integrou gabinete de membro de um governo que, pública e notoriamente, critiquei em comentários televisivos.
6. O meu sobrinho Miguel, do mesmo partido, foi nomeado para gabinete de membro do Governo em funções, mais de um mês antes de eu ser eleito e quase três meses antes de eu tomar posse do cargo que exerço.
7. Como deputado, governante, autarca, líder partidário e Presidente da República, nunca nomeei familiar para função ou cargo algum.
8. Como cidadão, nunca influenciei nenhuma escolha de familiar para qualquer lugar político.

9. Finalmente, não fui nomeado por ninguém Presidente da República, fui eleito pelo povo português. https://observador.pt/opiniao/esclarecimento-de-marcelo-rebelo-de-sousa/?fbclid=IwAR0Me9nocRx9nfj3y0Y6-3IFfPtitklugCa65K7gEtkqbybmKicaBrexbSo

24.07.11- NO GOVERNO DE PASSOS COELHO - AFINAL, NAO SÓ FOI O IRMÃO COMENTADOR NA TVI QUE NÃO GOSTOU - Advogados criticam A nomeação de Pedro Rebelo de Sousa (irmão do professor Marcelo Rebelo de Sousa) para a administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), confirmada ontem ao CM pelo próprio, causou perplexidade na classe. Alguns advogados, contactados pelo CM, não consideram ético um advogado de negócios e administrador de várias empresas ter responsabilidades na CGD.
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Um ódio de estimação no mercado da advocacia dos negócios
9 DE AGOSTO, 2012 - Numa altura em que a advocacia sofreu uma travagem com a crise financeira, é preciso aproveitar todas as oportunidades. José Luís Arnaut, sócio da Rui Pena, Arnaut & Associados, e Pedro Rebelo de Sousa, sócio da Sociedade Rebelo de Sousa & Advogados, intervieram nos processos de privatizações lançados pelo Governo de Pedro Passos Coelho-, assessorando as operações ou então sendo nomeados para os órgãos sociai - Excerto de http://www.asjp.pt/2012/08/09/um-odio-de-estimacao-no-mercado-da-advocacia-dos-negocios/

PEDRO REBELO DE SOUSA Pedro Rebelo de Sousa: “Acredito que já tenho um currículo, para além da Caixa”


De seguida, alguns excertos da entrevista, concedida, ao DINHEIRO VIVO, a  Sílvia de Oliveira, em  16.09.2011 / 23:13
 (…) Pode contar-nos um insucesso com o qual tenha aprendido? Sim. Apostei na Fundação Luso-Brasileira, fui da comissão instaladora com o António Alçada Baptista. E a ideia era tentar fazer uma fundação luso-americana, uma FLAD para o mundo da língua portuguesa. E a verdade é que arranjámos recursos, conseguimos coisas notáveis, mas depois não conseguimos concretizar o projecto do Niemeyer, que era na Quinta dos Alfinetes, junto à Expo.
Que projecto?
A sede da Fundação foi desenhada pelo arquitecto brasileiro? Era a sede e onde as casas dos vários países, do Brasil, de Moçambique, etc. se iriam juntar, com um auditório.
(,,,)  Porque é depois de tantos anos fora, decidiu, há 20 anos, voltar para Portugal?
Fui convidado pelo professor Cavaco para privatizar o Banco Fonsecas & Burnay, um processo que acabou dois anos depois, com o banco a ficar para o BPI. Voltei para Portugal porque, em primeiro lugar, não queria os meus filhos, que estavam naquela idade do secundário, americanos.

(,,,) Mais dois anos de banca.
Sim, estive dois anos como presidente do Fonsecas & Burnay. Nós lá fora criticamos muito, e eu achei que quando o professor Cavaco me convidou para ganhar exactamente o que era uma fracção muito simbólica do que eu ganhava nos Estados Unidos – o salário do presidente do Banco Fonsecas & Burnay [em 1990] era 430 contos brutos [cerca de 2150 euros] -, aproximadamente o que ganhava a minha secretária, isto significava um sacrifício. Mas depois da conversa com o professor cavaco e com o dr. Miguel Cadilhe, percebi que queriam que os que estavam fora voltassem e dessem testemunho da mudança. Pensei porque não, tinha feito privatizações noutros países, estava a trabalhar no âmbito da América Latina. Quarta razão: a minha família separou-se, os meus pais foram para o Brasil depois da revolução. O meu pai tinha uma função governativa no anterior regime e eu acabei por ir para o Brasil também. E eu senti que a única forma de nos juntarmos todos era regressarmos para Portugal. O meu pai não viria do Brasil se eu não regressasse também.

(…) Gostava de ter feito uma carreira bancária em várias áreas dos bancos, gostava de ter chegado à sede do Citibank e trabalhar em Nova Iorque, e consegui. Ter trabalhado em Nova Iorque no dossier, na altura, mais importante, que era a dívida externa, como agora são os problemas das dívidas soberanas, foi muito bom. Aos 30 anos, quando fui para Nova Iorque, reportava directamente ao CEO, portanto foi uma oportunidade muito boa. Depois vim para Portugal privatizar um banco, aos 34 anos, o que à época, então, era uma revolução. E devo dizer que hoje, retrospectivamente, achei o acto do professor Cavaco um acto de coragem porque eu era um tipo novo. Aliás, isso gerou uma certa celeuma na velha guarda, que são grandes amigos meus, a maioria. Depois havia um sonho que não tinha cumprido. Eu nunca quis fazer uma carreira universitária, comecei por dar aulas como professor da Faculdade de Direito de Lisboa e depois dei aulas como professor convidado durante anos no Brasil, aqui novamente, na década de 90. Mas confesso que acho que não tenho jeito para a carreira académica. Só gosto da parte da comunicação. O que acho fascinante ao dar aulas é tentar passar o conhecimento prático e não o teórico, esse lê-se.

(,,,) E na advocacia estava quase tudo por fazer?

Entrei numa época em que foram feitas todas as privatizações. Primeiro, foram os bancos, mas depois foi a PT, a EDP, tudo. Havia aqui um nicho de oportunidade e mais, tinha a vantagem de quem vem do lado do cliente e da banca e de quem, portanto, conhece os produtos. Portugal estava a avançar para aquilo que tinha o mercado do qual eu já vinha. Por outro lado, a legislação mudou toda. Eu estava como que na estaca zero, no arranque. Comecei com zero clientes. Lembro-me que o primeiro caso que tive foi a compra pelo Central Hispano dos 20% do Amorim no BCP. E foi muito engraçado porque praticamente não tinha ninguém a trabalhar comigo, então eu fazia de sócio, advogado-assistente, estagiário, estafeta, ia ao Banco de Portugal buscar os formulários.

(…) E agora regressa à banca, 20 anos depois.
Na verdade, eu nunca deixei a banca. Depois de ter saído do Fonsecas e Burnay, estive no conselho consultivo do Banif durante cinco anos, mais tarde no conselho consultivo no banco de investimento. E também tinha, enquanto advogado, muito trabalho com os bancos. E era administrador não executivo, com o dr. Raul Capela na holding Intesa San Paolo, um dos maiores bancos italianos. Portanto, mantive-me sempre muito envolvido, era presidente não executivo do Banco Caixa Geral no Brasil.
Sim, mas agora faz parte do conselho de administração do maior banco português.
Mas como não executivo. O papel de administrador não executivo tem uma dupla componente, uma de ter uma função de fiscalização e acompanhamento dos executivos, de uma forma mais partilhada do que numa concepção de conselho fiscal, que é mais convencional; e de outro lado, a partilha de certas decisões de teor mais estratégico, mais político.
Coisas muito importantes.
Muito importantes mas que não têm a ver com a gestão executiva do banco. No fundo, é ser um complemento construtivo.
Mas porque é que tenta relativizar e minorar a importância do cargo que acabou de assumir?
Não estou a minorar, mas a dizer aquilo que ele é. O cargo de administrador não executivo da CGD está como o cargo de chairman da Zon, ou administrador não executivo da Brisa.
Cargos ocupados por advogados seus colegas [Proença de Carvalho e João Vieira de Almeida, respectivamente]. Todos eles cargos importantes.
Sim, mas foi com alguma mágoa, confesso, que vi algumas pessoas reduzirem o meu curriculum a ser irmão do Professor Marcelo…
Isso não o irrita?
Claro que não, gosto imenso dele.

Claro, mas não o irrita que os outros falem de si como irmão de Marcelo, como se não lhe bastasse o que é?
Irritar-me não me irrita, mas ainda hoje me surpreende. Como estive 15 anos a fazer um percurso profissional onde o apelido e as relações familiares valiam zero, para mim, surpreende-me e acho que hoje ninguém confunde qualquer um dos três irmãos.

(…) Mas o conflito coloca-se apenas para o grupo Caixa?
Sim, porque não posso estar nos órgãos sociais do grupo Caixa e ter o escritório a trabalhar com eles. O que deixe que lhe diga, é uma situação que acontece com outros escritórios. Eu era presidente da assembleia geral da Galp e quando a Galp começou a trabalhar com o escritório eu saí da empresa. Há colegas meus, que eu respeito muito, que continuam a ser administradores e os escritórios trabalham para as empresas. O único conflito que pode haver é se na Caixa eu estiver a participar numa decisão que venha a beneficiar ou a prejudicar alguém do outro lado, que está a ser assessorado pelo meu escritório. Nesse caso, tenho que dizer. Se eu ou o meu escritório está a patrocinar alguém não posso participar nessa decisão.
Já sentiu essa limitação?
Não, mas também ainda só passaram dois meses.
As críticas falavam também de partidarismo, de jogos políticos e de distribuição de quotas entre PSD e CDS. Acha que isso pode ter contribuído para a sua escolha?
Bom, isso terá que perguntar ao ministro das Finanças. Eu não sou do PSD, já votei em vários partidos, talvez possa haver, neste momento, uma simpatia pela linha do PSD, mas não acredito que isso tenha estado na base da decisão. Muito menos a relação familiar, essa então acho patética.
Foi uma escolha exclusivamente com base no mérito?
Espero que sim.

Mas então, afinal qual foi a verdadeira razão para ter aceite o convite, porque até agora só apontou desvantagens?

Já lhe expliquei. Não escondo que, se há sector da economia onde me sinto à vontade e onde é um bocadinho a minha casa, é o financeiro. Segundo, porque acho que este modelo de governação ainda não foi verdadeiramente testado numa entidade pública com os contornos da Caixa. É um desafio.


Qual será o seu contributo?
Acho que o contributo de qualquer administrador não executivo é o de poder ser uma espécie de fórum de reflexão qualificado para debate.

Mas o que levará de seu?
A experiência de 30 a caminho dos 40 anos profissionais, dos quais a maioria esteve ligado à banca, directa ou indirectamente. Posso levar o facto de ser ainda um espectador com uma posição privilegiada, estando num escritório de advocacia, onde muitos dos negócios e dos clientes, nacionais e internacionais, acabam por passar.

E as relações e contactos que vier a ter na Caixa, não o poderão beneficiar a si, enquanto advogado, e ao seu escritório?
Acho que, sinceramente, não preciso da Caixa para ter clientes. Não é o facto de ser administrador da Caixa que me traz mais clientes, antes pelo contrário. Até porque haverá sempre a cautela de evitar a potencial percepção disso.

Voltamos à mulher de Cesar, não basta ser…

Claro, é preciso parecê-lo. E acho que manda o bom senso que uma pessoa utilize com a maior razoabilidade esse tipo de relacionamentos. Em momento algum, o facto de vir para administrador não executivo da Caixa foi visto por mim como potenciador da base de clientela. Mais de 60% dos nossos clientes são estrangeiros.



sexta-feira, 29 de março de 2019

Marcelo avisa: “Não é bom misturar família com a politica” – Mas esta está intimamente ligada à vida do Presidente da República Portuguesa e da sua família - Seu pai foi Ministro e Governador no Estado Novo, o irmão Pedro Rebelo de Sousa, entre os vários cargos políticos que desempenhou, foi um dos 11 administradores da CGD, nomeado por Passos Coelho, tendo afirmado: "acredito que tenho um currículo para além da Caixa" - Na mesma altura, em que, Faria de Oliveira, ex-ministro de Cavaco Silva, lhe garantia "boa saúde" - quando, afinal, já estava minada por um enorme buraco


Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informaçao e análise  PRESIDENTE MARCELO REBELO DE SOUSA E O SEU CONCEITO DE FAMILIA NA POLITICA 

MARCELO,NÃO FICA ATRÁS DA ENERGIA DE SEU IRMÃO PEDRO   "Não é bom misturar família com política”. Mas  essa mistura está na génese familiar  em assumir muitos  cargos poltiticos e até simultaneamente: tal é o exemplo do seu irmão Pedro ~

"As aventuras da família Rebelo de Sousa  Mandaram no Estado Novo e em democracia. Governaram nas colónias e em Lisboa..  . O confronto político entrou cedo na vida de Marcelo Nuno Rebelo de Sousa. Aos 6 anos foi corrido do camarote presidencial do Centro Hípico da Gandarinha, em Cascais, naquele que seria o primeiro acto oficial do pai. Nem a imagem da criança, de calças curtas e casaco, impediu o então Presidente da República, Craveiro Lopes, de se dirigir rispidamente a Baltazar Rebelo de Sousa.

27.01.2016 18:57 por Dulce Garcia 60  A SÁBADO foi procurar as raízes de Marcelo Rebelo de Sousa quando se tornou conselheiro de Estado de Cavaco Silva https://www.sabado.pt/vida/pessoas/detalhe/as-aventuras-da-familia-rebelo-de-sousa

"Sábado"
Pedro Rebelo de Sousa , irmão de Marcelo Rebelo de Sousa, é também um "imperativo"  Revelava  numa entrevista concedida  ao “Dinheiro Vivo” , em   6/09/2011  , na altura em que foi nomeado, pelo anterior Governo, um dos  Administradores da Caixa Geral de Depósitos -  Tendo afirmado “Acredito que já tenho um currículo, para além da Caixa” -   "Não estou a minorar, mas a dizer aquilo que ele é. O cargo de administrador não executivo da CGD está como o cargo de chairman da Zon, ou administrador não executivo da Brisa.

Em boa verdade, só um hiperativo, como Marcelo Rebelo de Sousa, podia tomar banhos de água fria e poluída no Tejo, em campanhas politicas, dar também uns mergulhos na chamada “Praia Perigosa” de S. Tome (sim, ele não imaginou os riscos que ali correu) , beijocar a torto e a direito, sem se preocupar com a saúde de quem beijoca  ou fazer uma viagem de Lisboa ao Porto, com os duros da estrada, “para conhecer os problemas dos camionistas de longa distância” – Espero é  que um dia o faça junto dos lavradores, pastores  ou cavadores., que trabalham de sol a sol e para os quais, muitas das vezes, jamais sabem, em sua vida, o  que é a  reforma.


Lista de viagens presidenciais de Marcelo Rebelo de Sousa 


De facto, é sabido que, Marcelo Rebelo de Sousa, tem marcado a sua presidência por muitas viagens no interior do país e ao estrangeiro, revelando uma superatividade presidencialista, nunca vista, ao ponto de já ter desmaiado e ter ido parar ao hospital. Mas essa é a sua matriz, a sua natureza: de um criador de novos factos e de novas realidades. 

QUE O DIGA O IRMÃO  PEDRO:  Expresso 31.05.2016  O advogado Pedro Rebelo de Sousa escreve sobre o Presidente da República no Dia dos Irmãos

Falar de um irmão é falar um pouco de nós. É falar de um irmão no contexto de uma família católica, sem conservadorismos, onde os progenitores tentaram concretizar algo que não tiveram — um lar feliz. Uma relação de clã muito cioso de afetos e solidariedade, em que o “amor ao próximo” era o esteio para as relações com terceiros; e outro vetor matricial era criar cidadãos do mundo com amor à pátria e orgulho na lusofonia. Excerto de  https://expresso.pt/opiniao/2016-05-31-O-meu-irmao-Marcelo

PEDRO REBELO DE SOUSA - NOMEADO POR PASSOS COELHO E PAULO  PORTAS   - O Correio da Manhã, AVANÇAVA A NOTICIA EM PRIMEIRA MÃO, em  22/07/2011  DIZENDO  SABER  “que o advogado Pedro Rebelo de Sousa, irmão do comentador Marcelo Rebelo de Sousa, vai ser um dos 11 novos administradores da Caixa Geral de Depósitos (CGD).  Irmão de Marcelo Rebelo de Sousa nomeado administrador da Caixa ...


TER OU NAO TER LAÇOS FAMILIARES , NOS CARGOS POLÍTICOS, ESSA NÃO É A PRINCIPAL QUESTÃO MAS A COMPETÊNCIA E NÃO A SUBSRVIÊNCIA    - Há muito safado que no seio familiar se comporta da forma mais perversa e bota  figura na politica - O genro de Cavaco Silva foi prendado por um grande pavilhão, além de outras benesses  - Quem já se esqueceu?

Confirma-se venda de Pavilhão Atlântico a genro de Cavaco Silva

A Autoridade da Concorrência (AdC) aprovou esta terça feira a venda, por 21,2 milhões de euros, do Pavilhão Atlântico ao Consórcio Arena Atlântico, no qual se inclui Luís Montez, dono da Música no Coração e genro do Presidente da República. O equipamento custou ao Estado 50 milhões de euros e “era rentável”, tendo os seus lucros triplicados entre 2009 e 2010. https://www.esquerda.net/artigo/confirma-se-venda-de-pavilh%C3%A3o-atl%C3%A2ntico-genro-de-cavaco-silva/26975




"O PSD congratulou-se com a escolha de Faria de Oliveira para presidente da Caixa Geral de Depósitos (CGD), reclamando ter travado a escolha para o cargo de "uma pessoa" ligada ao Partido Socialista CGDPSD de ter travado nomeação de socialista e aplaude ...Sociais democratas aplaudem nomeação de Faria de Oliveira ...Governo prepara privatização da Caixa - Correio da Manhã 


CGD – UMA CAIXA SEMPRE A TOQUE DE CAIXA E DE “BOA SAÚDE” PARA ESPECIAIS ENGORDAS
Em Dezembro de 2012 - Faria de Oliveira garante "boa saúde" da CGD - Ouvido na comissão de Economia e Obras Públicas,, declarou que depois de alguns problemas em 2011, o banco está agora de boa saúde e em condições de ajudar a economia.


- Ministro das Finanças revela que há "um desvio enormíssimo" no plano de negócios da Caixa Geral de Depósitos, que é da ordem dos três mil milhões de euros. É preciso reforçar o capital, garante. Centeno revela desvio de 3 mil milhões na Caixa

Engordaram a CGD com gestores da confiança politica, auferindo ordenados pornográficos, com um pé no público e outro no privado  - Faria de Oliveira, depois de dizer que a Caixa ia de boa saúde,  Faria de Oliveira garante "boa saúde" da CGD  afinal está cheia de rombos  - Quando é que estes oportunistas são responsabilizados e postos atrás das grades?.. Mentirosos Em 10 de Fevereiro o prejuízo era de -CGD com prejuízos de quase 500 milhões de euros - Visao.pt Como passou depois para Caixa Geral de Depósitos apresenta prejuízos de 394,7 milhões


OS PORTUGUESES PODEM CONFIAR NO BES - PORQUE O RICARDO  APOIOU A MINHA CAMPANHA  E OS COFRES DO BANCO  ATÉ FINANCIARAM  O MEU GENRO PARA COMPRAR O PAVILHÃO ATLÂNTICO 




Mais importante que as nomeações, são os comportamentos e as atitudes - Se as pessoas forem competentes, qual a razão por que deverão ser impedidas  de  ocuparem cargos políticos? – 

Todavia, a realidade, acaba por ser pervertida   - Senão veja-se o que se passa nas câmaras municipais da Província: onde as cumplicidades politicas e os cargos públicos, saltam aos olhos da cara, onde geralmente só são admitidas as pessoas da confiança do partido que tem o poder - E, nas empresas, sejam dos media ou outras,  geralmente só quem demonstrar que  está em sintonia com a cor do patrão, é que arranja emprego os da sua confiança politica  - 

Quantos jornalistas há nos jornais e televisões que, lançam agora estas noticias, que  não sejam de confiança politica dos patrões?... Infelizmente esta é a realidade  do mundo do liberalismo., trasvestido de democrata  Tal como sempre foi e continua o comportamento discricionário e censório  nas ditaduras.

"Não é bom misturar família com política”.

8/3/2019, 16:35337  Não é bom misturar família com política”. Palavras de Marcelo Rebelo de Sousa, Presidente da República, que comentou esta quarta-feira ao Expresso a quantidade de casos de familiares socialistas nomeados para cargos políticos. Marcelo nasceu e cresceu no meio político, filho do subsecretário de Estado da Educação Nacional de António Oliveira Salazar e, anos mais tarde, nomeado por Marcello Caetano (que esteve para ser padrinho do seu filho primogénito Marcelo) governador-geral de Moçambique. A sua vida fez-se sempre na política, dirigente do PSD, deputado da Assembleia Constituinte, secretário de Estado e ministro do Governo de Francisco Pinto Balsemão e líder do PSD. E a sua família, acabou por ter também ligações a cargos públicos ou de nomeação política? https://observador.pt/2019/03/28/nao-e-bom-misturar-familia-com-politica-e-a-de-marcelo/

NA EXTENSA ENTREVISTA, CONCEDIDA AO DINHEIRO VIVO, PEDRO REBELO DE SOUSA, EXPLICA O SEU PERCURSO E OS CARGOS QUE OCUPOU   “Acredito que já tenho um currículo, para além da Caixa”


Irmão do Presidente  Marcelo, mais de que muito ativo, é um imperativo  - Diz uma entrevista concedida, a Sílvia de Oliveira,    ao suplemento  do DN, Dinheiro Vivo, em 16-09-2011

Hiperactivo assumido, Pedro Rebelo de Sousa conta histórias à velocidade dos seus dias. Uma entrevista é pouco. Só pára entre as seis e meia e as sete da manhã, para ler e rezar. E nadar. A seguir, é o frenesim, que piorou desde que foi para a administração da Caixa. O advogado só deixou uma pergunta sem resposta.

(…) na minha vida, julgo que não posso dizer que tenha tido muitos insucessos, mas tive casos, situações com que tive que lidar, pessoais e profissionais, que não foram sucessos e onde aprendi imenso. O sucesso, por definição, de forma reiterada, acaba até por criar um certo comportamento, por vezes, irracional. Pode contar-nos um insucesso com o qual tenha aprendido? Sim. Apostei na Fundação Luso-Brasileira, fui da comissão instaladora com o António Alçada Baptista. E a ideia era tentar fazer uma fundação luso-americana, uma FLAD para o mundo da língua portuguesa. E a verdade é que arranjámos recursos, conseguimos coisas notáveis, mas depois não conseguimos concretizar o projecto do Niemeyer, que era na Quinta dos Alfinetes, junto à Expo. 

(…) Voltando atrás, aos seus dias, o que é que já fez hoje? Eu acordo entre as seis e meia e as sete. A manhã é o meu período de total reflexão/contemplação, não tenho outro. Entre as seis e meia e as oito, tenho a possibilidade de fazer duas coisas: ler e rezar. Sou crente. As minhas orações não são necessariamente orações no sentido convencional de mera repetição de uma oração, são reflexões, leituras. Acabei de ler o último livro do Padre Tolentino. E nado. Apesar de ser Touro, sinto-me muito bem na água. 
(…) Porque é depois de tantos anos fora, decidiu, há 20 anos, voltar para Portugal? Fui convidado pelo professor Cavaco para privatizar o Banco Fonsecas & Burnay, um processo que acabou dois anos depois, com o banco a ficar para o BPI. Voltei para Portugal porque, em primeiro lugar, não queria os meus filhos, que estavam naquela idade do secundário, americanos

Mais dois anos de banca. Sim, estive dois anos como presidente do Fonsecas & Burnay. Nós lá fora criticamos muito, e eu achei que quando o professor Cavaco me convidou para ganhar exactamente o que era uma fracção muito simbólica do que eu ganhava nos Estados Unidos – o salário do presidente do Banco Fonsecas & Burnay [em 1990] era 430 contos brutos [cerca de 2150 euros] -, aproximadamente o que ganhava a minha secretária, isto significava um sacrifício. Mas depois da conversa com o professor cavaco e com o dr. Miguel Cadilhe, percebi que queriam que os que estavam fora voltassem e dessem testemunho da mudança. Pensei porque não, tinha feito privatizações noutros países, estava a trabalhar no âmbito da América Latina. Quarta razão: a minha família separou-se, os meus pais foram para o Brasil depois da revolução. O meu pai tinha uma função governativa no anterior regime e eu acabei por ir para o Brasil também. E eu senti que a única forma de nos juntarmos todos era regressarmos para Portugal. O meu pai não viria do Brasil se eu não regressasse também.

(…) Depois vim para Portugal privatizar um banco, aos 34 anos, o que à época, então, era uma revolução. E devo dizer que hoje, retrospectivamente, achei o acto do professor Cavaco um acto de coragem porque eu era um tipo novo. Aliás, isso gerou uma certa celeuma na velha guarda, que são grandes amigos meus, a maioria. Depois havia um sonho que não tinha cumprido. Eu nunca quis fazer uma carreira universitária, comecei por dar aulas como professor da Faculdade de Direito de Lisboa e depois dei aulas como professor convidado durante anos no Brasil, aqui novamente, na década de 90. Mas confesso que acho que não tenho jeito para a carreira académica. Só gosto da parte da comunicação. O que acho fascinante ao dar aulas é tentar passar o conhecimento prático e não o teórico, esse lê-se. 

(…) E na advocacia estava quase tudo por fazer? Entrei numa época em que foram feitas todas as privatizações. Primeiro, foram os bancos, mas depois foi a PT, a EDP, tudo. Havia aqui um nicho de oportunidade e mais, tinha a vantagem de quem vem do lado do cliente e da banca e de quem, portanto, conhece os produtos. Portugal estava a avançar para aquilo que tinha o mercado do qual eu já vinha. Por outro lado, a legislação mudou toda. Eu estava como que na estaca zero, no arranque. Comecei com zero clientes. Lembro-me que o primeiro caso que tive foi a compra pelo Central Hispano dos 20% do Amorim no BCP. E foi muito engraçado porque praticamente não tinha ninguém a trabalhar comigo, então eu fazia de sócio, advogado-assistente, estagiário, estafeta, ia ao Banco de Portugal buscar os formulários.PODERÁ LER A ENTREVISTA NA ÍNTEGRA EM



Esclarecimento de Marcelo Rebelo de Sousa - O Presidente da República escreve sobre as relações entre a sua família e o poder político: "Como cidadão, nunca influenciei nenhuma escolha de familiar para qualquer lugar político".
Com o objetivo de completar e esclarecer o texto sobre as relações familiares e o poder político, no que me toca, tenho a informar o seguinte:
1. O único membro do Governo na minha família foi meu Pai, há 64 e 49 anos, num regime político diverso daquele em que vim a exercer funções.
2. Quando fui eleito deputado à Assembleia Constituinte e, depois, nomeado membro do Governo, meu Pai estava no exílio no Brasil.

3. O meu irmão António pertence, há muito, a partido diverso daquele de que fui líder e exerceu funções em gabinetes de governos a que fui oposição e mesmo líder da oposição. Foi nomeado presidente da SOFID pelo governo presidido pelo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho, apesar de pertencer a partido da oposição.

4. O meu irmão Pedro foi nomeado administrador não executivo da Caixa Geral de Depósitos pelo mesmo Governo e, apesar de ter sido vice-presidente de um banco estrangeiro e presidente de um banco público português, em comentário televisivo, discordei da sua opção de aceitar o lugar.
5. O meu sobrinho Luís, também de partido diverso do meu, integrou gabinete de membro de um governo que, pública e notoriamente, critiquei em comentários televisivos.
6. O meu sobrinho Miguel, do mesmo partido, foi nomeado para gabinete de membro do Governo em funções, mais de um mês antes de eu ser eleito e quase três meses antes de eu tomar posse do cargo que exerço.
7. Como deputado, governante, autarca, líder partidário e Presidente da República, nunca nomeei familiar para função ou cargo algum.
8. Como cidadão, nunca influenciei nenhuma escolha de familiar para qualquer lugar político.
9. Finalmente, não fui nomeado por ninguém Presidente da República, fui eleito pelo povo português.
https://observador.pt/opiniao/esclarecimento-de-marcelo-rebelo-de-sousa/?fbclid=IwAR0Me9nocRx9nfj3y0Y6-3IFfPtitklugCa65K7gEtkqbybmKicaBrexbSo


24.07.11- NO GOVERNO DE PASSOS COELHO - AFINAL, NAO SÓ FOI O IRMÃO COMENTADOR NA TVI QUE NÃO GOSTOU - Advogados criticam A nomeação de Pedro Rebelo de Sousa (irmão do professor Marcelo Rebelo de Sousa) para a administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD), confirmada ontem ao CM pelo próprio, causou perplexidade na classe. Alguns advogados, contactados pelo CM, não consideram ético um advogado de negócios e administrador de várias empresas ter responsabilidades na CGD.
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Um ódio de estimação no mercado da advocacia dos negócios
9 DE AGOSTO, 2012 - Numa altura em que a advocacia sofreu uma travagem com a crise financeira, é preciso aproveitar todas as oportunidades. José Luís Arnaut, sócio da Rui Pena, Arnaut & Associados, e Pedro Rebelo de Sousa, sócio da Sociedade Rebelo de Sousa & Advogados, intervieram nos processos de privatizações lançados pelo Governo de Pedro Passos Coelho-, assessorando as operações ou então sendo nomeados para os órgãos sociai - Excerto de http://www.asjp.pt/2012/08/09/um-odio-de-estimacao-no-mercado-da-advocacia-dos-negocios/

Costa estranha críticas de quem nunca se preocupou com "promiscuidade" entre cargos políticos e negócios "Nenhum dos membros do meu Governo sairá do Governo para formar um banco que depois vá à falência e fique a viver à custa dos contribuintes", afirmou António Costa. Costa estranha críticas de quem nunca se preocupou com ...






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Em 2012 CGD deu prejuizo de milhões -  E o ano 2013, também não começou bem  - Diziam eles que "A Caixa Geral de Depósitos (CGD) irá voltar a dar prejuízos em 2013. A afirmação foi feita pelo presidente da instituição, José de Matos, na apresentação dos prémios da revista da Exame "As 1000 maiores PME" "Continuamos com uma rendibilidade negativa e continuamos a ser afetados pela situação económica. Por isso, tivemos e vamos continuar a ter em 2013 resultados líquidos negativos", adiantou o presidente da Caixa.CGD vai continuar a ter resultados negativos em 2013

Caixa Geral de Depósitos - à grande e à francesa - Desde há vários anos

Mais de que previsível: CGD vai continuar a ter resultados negativos em 2013 - Nos «offshore» e com ordenados milionários e mais administradores  com negócios privados - Aberto o caminho à privatização, depois de venderem hospitais e clinicas por uma mão cheia de nada - Dissemo-lo noutro site em 2011


 Hospitais da Caixa Geral de Depósitos despachados  através do Brasil

 Venderam os hospitais da CGD, através de intermediários brasileiros, que, dois dias depois, acabaram por ir parar a um grupo americano – campeão de fraudes -, instalado em Angola, o qual, desde há alguns meses, vem recrutando mão-de-obra escrava através de vídeos e anúncios em inglês, na Internet 

O  Novo Hospital de Cascais  inaugurado em 2010 – Para abranger uma população de cerca de 300 mil pessoas dos concelhos de Cascais e Sintra, - Cuja construção orçou em 50 milhões de euros; com equipamento no valor de 10 milhões de euros, gerido pela pela HPP Saúde, do Grupo Caixa Geral de Depósitos.
Considerado de extrema importância para a população, com  novos meios complementares de diagnóstico e terapêutica, como a mamografia, TAC, ecografia, implantes de pacemakers provisórios, entre outros, na área da medicina física e reabilitação, como a terapia ocupacional e terapia da voz e fala, exames de neurologia, oftalmologia e otorrinolaringologia, etc.TUDO ISTO POR UMA BAGATELA  Hpp Cascais....... HPP F o....... HPP Boavista........ HPP Sangalhos....HPP Lagos.... HPP Clínica Infante ..... HPP Lusíadas... HPP Clínica Forum Algarve -....HPP Albufeira ...... HPP Clínica Infante ..... HPP Lusíadas... HPP Clínica Forum Algarve -....HPP Albufeira - UnitedHealth Jobs grupo perto de Angola, Nova Iorque.....UnitedHealth Group Jobs near AngolaNY



Entre 2011 e 2014, a Autoridade Tributária deixou sair de Portugal quase 10.000 milhões de euros para paraísos fiscais (offshores), sem que grande parte dessas transferências fossem escrutinadas, conta o “Público” esta terça-feira. O Ministério das Finanças já deu ordem à Inspeção Geral de Finanças (IGF) para investigar o caso.

EX-MINISTRA DA JUSTIÇA PAULA  TEXEIRA DA CRUZ - E AS NOMEAÇÕES  FAMILIARES 


Numa altura em que os politólogos ao serviço da media ultra-liberal e de outros comissários políticos pretendem lançar barro à parede esquecendo os escandalosos casos que enxamearam a governação dos impolutos, a que justiça geralmente fecha os olhos,  convirá lembrar – entre muitos outros  - o denunciado pelo então bastonário dos advogados, Marinho Pinto:

DN - 2011-11-16 - "O bastonário da Ordem dos Advogados, Marinho Pinto apontou ainda a nomeação do "sócio" de João Correia para chefe de gabinete de Paula Teixeira da Cruz, o também advoagdo Miguel

"Ela que diga onde está a mentira", desafiou Marinho Pinto, referindo também a nomeação de Júlio Castro Caldas, "também sócio de João Correia" para "uma comissão de revisão do Código Penal", como exemplos. 

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Marcelo avisa Governo: “Não é bom misturar família com política” ... afirmou Marcelo ao 'Expresso', acrescentando: "Mas não me apareçam com mais nomes."“Não há confusão entre família política e política familiar”, garante o ...

 “Não há confusão entre família política e política familiar”, garante o Governo. A reacção de ... O estar-se em família na política prejudica a “renovação das elites” no país .... João Vieira Pereira é o novo director do Expresso.