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segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Legislativas 2019 - António Costa, reeleito PM – “O PS ganhou claramente e reforçou a sua posição politica em Portugal – Declarou no discurso de vitória, calorosamente aplaudido

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Reportagem fotográfica da noite de Sorrisos de Rosa de António Costa  - Batalhão de repórteres fez a cobertura à Vitória Socialista - Também lá estivemos  - Aqui lhe oferecemos dois vídeos e várias imagens
Legislativas 2019 - Vitória de António Costa em noite de sorrisos de rosa


A noite de domingo, dia 6 de Outubro, foi de vitória para o Partido Socialista, calorosamente festejada, com os notáveis do partido, membros do Governo, autarcas socialistas,  entre outras figuras e militantes, a partilharem  entusiásticos abraços e aplausos, beijos e sorrisos, numa das salas  do Hotel Altis, em Lisboa , ambiente que se prolongaria até ao principio da madrugada de segunda-feira

António Costa,  Secretário-geral do  PS,  logrou ser reeleito Primeiro-Ministro, ao  vencer as eleições legislativas com 36,65% dos votos e 106 deputados – Enquanto, o PSD, liderado por Rui Rio, ocupou a segunda posição  com 27,90% dos votos e 77 deputados.
Elegeram ainda deputados para a AR, o BE (9,67% dos votos e 19 deputados); CDU (6,46% e 12 deputados); CDS-PP (4,25% e 5 deputados); PAN (3,28% e 4 deputados); Chega (1,30% e 1 deputado); Iniciativa Liberal (1,29% e 1 deputado) e Livre (1,09% e 1 deputado

ANTÓNIO COSTA ABRE AS PORTAS A NOVA GERIGONÇA, MAS SÓ PRECISA DE QUE OS MESMOS PARTIDOS SE ABSTENHAM PARA GOVERNAR “os portugueses gostaram da geringonça e desejam a continuidade da atual solução politica, agora com um PS mais forte” - Disse o líder Socialista

Os resultados eleitorais têm quatro indicadores muito claros: O PS ganhou estas eleições e reforçou, claramente, a sua posição politica em Portugal. O PS aumentou e ganhou em votos; o PS aumentou e ganhou em mandatos: O PS é o único partido politico que elege deputados em todos os ciclos eleitorais do território nacional; O PS ganhou em 15 dos ciclos eleitorais, por isso  é um grande partido popular
Nestes quatro indicadores, há duas conclusões a tirar: a primeira é que , os portugueses, desejam um novo governo do PS reforçado para governar, com estabilidade no horizonte da próxima legislatura; em segundo lugar, os portugueses gostaram da geringonça e desejam a continuidade da atual solução politica, agora com um PS mais forte   -Palavras de António Costa, no discurso de vitória do seu partido.
 

Imprensa internacional destaca vitória do PS sem maioria absoluta

Refere o DN, que  “Os jornais espanhóis destacam as eleições legislativas portuguesas em todas as primeiras páginas, espaço para o tema também nos franceses e ingleses. Para o diário El País, os socialistas "ganharam com clareza" e o El Mundo destaca que "O socialista Costa vence em Portugal mas terá de chegar a acordos".

imprensa escrita nacional espanhola destaca esta segunda-feira em todas as suas primeiras páginas a vitória do PS nas eleições em Portugal, "sem maioria absoluta" e com a "necessidade de chegar a acordo", numa consulta com uma abstenção "recorde". O tema é ainda notícia em periódicos como o inglês The Guadian ou nos franceses Le Monde e Le Figaro.
Para o El País, os socialistas "ganharam com clareza" umas eleições que foram "um referendo à gestão" de António Costa dos últimos anos.
O jornal de referência em Espanha sublinha que o PS fica "perto da maioria absoluta e pode governar com o apoio de apenas um dos seus aliados" da legislatura anterior, BE ou PCP. https://www.dn.pt/poder/imprensa-espanhola-destaca-vitoria-do-ps-sem-maioria-absoluta-11379248.html
"Oposição interna no PSD mexe-se"
DN  “O que António Costa não excluiu foi, no caso da inviabilidade de pontes à esquerda, procurar entendimentos com Rui Rio. O líder socialista voltou a lembrar que houve "uma derrota clara" do PSD, insistindo na maioria de esquerda que os portugueses decidiram. Ressalvou, porém, que cada partido é livre de fazer o que entender, notando que se não conseguir pontes à esquerda, terá "de prosseguir" e trabalhar "dia a dia" para manter o "horizonte da legislatura". Costa classificou a derrota da direita no seu conjunto, mesmo tendo o Chega e a Iniciativa Liberal eleito um deputado cada, como "histórica".
À direita, aproximam-se momentos conturbados. Rui Rio não esclareceu se quer manter-se líder, mas tudo aponta nesse sentido. O partido acabou com 27,9% (77 deputados eleitos, menos 12 do que há quatro anos) - um resultado parecido com o de Santana Lopes em 2005. Uma coisa é certa: no próximo congresso do partido, Luís Montenegro e Miguel Pinto Luz avançarão.
No CDS foi o desastre total.Os centristas passaram de 18 deputados eleitos para cinco. Pouco passava das 20.00 quando Assunção Cristas anunciou que se demitia, convocando um congresso extraordinário. Abel Matos Santos, da tendência interna TEM (Esperança em Movimento), anunciou que é candidato à sucessão. Foi este grupo que promoveu o regresso de Manuel Monteiro ao partido.
Parlamento mais fragmentado
O Parlamento que resultou destas eleição será mais fragmentado do que nunca: nove formações partidárias: PS, PSD, BE, CDU, CDS, PAN, Chega, Iniciativa Liberal e Livre. A Aliança, de Pedro Santana Lopes, continua de fora - e, aliás, passou grande parte da noite eleitoral num despique acesso com o RIR, de Tino de Rans.
Quem também levou um arraso foi o PDR, de Marinho Pinto. Em 2015, tinha sido o primeiro partido dos não eleitos, com 60,9 mil votos (1,13%); neste domingo passou para 9,2 mil votos (0,18%). O MRPP, pelo seu lado, voltou aos tempos em que não recebia financiamento público, baixando da fasquia dos 50 mil votos (teve agora 34,5 mil, contra 59,8 mil em 2015) https://www.dn.pt/edicao-do-dia/07-out-2019/costa-vai-tentar-nova-geringonca-mas-o-pcp-ja-se-pos-de-fora-11378711.html

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