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quinta-feira, 5 de dezembro de 2019

Diálogo com sem abrigo – Cabo-Verdiana 33 anos dormindo na rua entre homens - O que se espera de uma mãe-solteira de três filhos? - Já foi violentada e espancada – Porventura, mais uma candidata a ter um parto com dor e sem apoio - A Sara Furtado, mãe do Bebé abandonado, tem 22 - Qualquer delas com vidas parecidas pelas noites frias das ruas da amargura


Jorge Trabulo Marques - Jornalista e foto-jornalista  - Veja o vídeo da entrevista


Estas imagens, foram por mim  registadas  numa noite fria e chuvosa de Janeiro do corrente ano  e publicada neste site no dia 1 de Fevereiro: que será feito dela?  - Mas foi em finais de Janeiro que a registei num esconso debaixo de um prédio da Avenida Almirante Reis   - Pelos vistos, do sem-abrigo só se lembram quando há casos como o da Sara Furtado, que, vendo-se  numa vida de privações e de abandono,  sem abrigo, se viu forçada a  abandonar o seu bébé num caixote do lixo - 

Não é de aprovar o seu gesto mas também achamos que não é de a condenar atrás das grades: as cadeias não recuperam - Quando repórter da Rádio Comercial, fiz várias entrevistas a reclusos no interior de várias cadeias e até passei um Natal em Pinheiro da Cruz, cujos registos gravados ainda conservo  e todos me afirmaram que as cadeias são mais escolas do crime e de aprendizagem, onde, por vezes, se organizam assaltos com ramificações externas de que de espaços de recuperação e de regeneração.

A foto e o vídeo que aqui reedito foi  publicado,  neste site, no dia 1 de Fevereiro   


com estas palavras: LISBOA - EM DIÁLOGO COM OS SEM-ABRIGO E SEM RACISMO - EM NOITE FRIA E CHUVOSA DE INVERNO, - A LIBERALIZAÇÃO DO ARRENDAMENTO URBANO AGRAVOU OS PROBLEMAS SOCIAIS -  E  a hipocrisia de certa  caridade é um bom negócios para alguns espertos encherem os bolsos 



A karina,de origem cabo-verdiana mas nascida em Portugal, tem 33 anos, é mãe de três filhos, que estão a cargo da avó, um dia foi espancada e quase a iam matando. 
ESTA NOTÍCIA NÃO NOS SURPREENDEU  - Conhecemos bem essa realidade, a que já várias vezes no referimos  – Pois também fomos um sem-abrigo aos 11 anos, em Lisboa
A criança recém-nascida que a 5 de novembro foi encontrada num ecoponto junto à discoteca lisboeta Lux, e que será filha de Sara Furtado, uma jovem cabo-verdiana sem-abrigo, é cabo-verdiana. É o que embaixador de Cabo Verde, Eurico Correia Monteiro, garante ao DN, em resposta a várias perguntas que o jornal endereçou esta sexta-feira à representação diplomática do país em Lisboa.https://www.dn.pt/pais/bebe-abandonado-no-lixo-e-cidadao-cabo-verdiano-diz-embaixada-11544659.html
Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise  -  O racismo tem mais a ver com a condição social  de que com a cor da pele - Os ricos discriminam os pobres, sejam negros, brancos ou amarelos: Muitos dos principais dirigentes africanos, também não têm o menor respeito para com os cidadãos do seu pais . Eusébio era negro mas todo o mundo o admirava e até o idolatrava - É,  por via do culto do egoísmo, que cada vez o fosso entre ricos e pobres é cada vez maior  Fosso entre ricos e pobres está a aumentar

 Em Lisboa e Porto, assim como no litoral algarvio, dificilmente se aluga um quatro por menos de 3OO euros mensais . Os grandes centros urbanos de Portugal, são aliciantes  para os turistas endinheirados, o maná dos possuidores dos  vistos Golden, para os milionários chineses, marajás  indianos, que são os  grandes senhores  dos principais negócios e ramos de atividade e  cada vez mais difícil para os portugueses e africanos que aqui residam ou  queiram arranjar algum emprego e alugar um quarto ou arrendar uma casa

EM ANGOLA SUCEDE A MESMA COISA CAPITAL ANGOLANA – ONDE A PRESENÇA ESTRANGEIRA É A GRANDE PRIVILEGIADA – O grosso da população é afastado para bairros periféricos  miseráveis. "Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas Há relvados, prédios, apartamentos, escolas, lojas e estradas. A única coisa que não há? Pessoas. Era suposto o complexo residencial Nova Cidade de Kilamba - a cerca de 30 quilómetros de Luanda - estar por esta altura cheio de habitantes. Mas até agora não passa de uma cidade-fantasma. https://www.publico.pt/2012/07/05/mundo/noticia/a-nova-cidade-de-kilamba-e-para-ja-uma-cidadefantasma-1553512



A karina,de origem cabo-verdiana mas nascida em Portugal, tem 33 anos, é mãe de três filhos, que estão a cargo da avó, um dia foi espancada e quase a iam matando. 

O Victor foi toxicodependente, durante 15 anos, foi um sem-abrigo; chegou a estar preso, depois a reinserção social arranjou-lhe uma casa, em virtude de problemas de saúde - Precisa de continuar a tomar comprimidos está recuperado, desde há 22 anos. Tenho o meu espaço onde posso dormir e estar descansado e onde posso dar algum conforto àqueles que dormem na rua: estou a dar forças! Estou aqui a dar uma palavra de alento

O Manuel, 73 anos, há 11 anos que dorme na rua. Está reformado mas o dinheiro que recebe da reforma não lhe dá para pagar um quarto - Diz que há centenas de casas fechadas, de rendas económicas, mas que não são dadas aos sem-abrigo, porque hã muita gente a encher os bolsos à custa dos sem-abrigo.

Os albergues não tem condições: estão cheios de percevejos, de pulgas e de piolhos! Não têm condições nenhumas para o ser humano.

“Eu tenho entrada, seja em que albergue for, mas prefiro estar aqui de que num albergue! Porque, à minha pala, os que estão lã no albergue, ainda ganham dinheiro e não ganham tão pouco como isso


A HIPOCRISIA DISFARÇADA DO APOIO À CARIDADE POR INSTITUIÇÕES PRIVADAS 

Muitas das organizações privadas, a pretexto de prestarem apoios sociais, no fundo é mais um ardil Para sacarem grossos fundos comunitários ou dos próprios países. Tal como sucede com as ofertas de arroz asiático nos países africanos: oferecem uma fatia de pão para irem buscar um salpicão.

Pedem roupa usada para ajudar países de terceiro mundo. Mas dinheiro da venda não chega a África. Voluntários dizem que aprendem a pedir nas ruas

Estão no meio da rua, à saída do supermercado, frente a uma igreja ou ao lado de um ecoponto. São caixas enormes onde qualquer pessoa pode deixar roupa usada, que já não faz falta e ocupa as gavetas lá de casahttps://tvi24.iol.pt/sociedade/roupa-usada/roupa-suja-o-negocio-da-caridade


O FENÓMENO PERVERSO DO LIBERALISMO  SELVAGEM 

A liberalização do arrendamento urbano,  veio agravar os problemas de habitação:  se um sem-abrigo, mesmo com uma reforma de 300 euros mais 50 de ajuda social, nem assim consegue ter meios para alugar um quarto agora imagine-se quais as dificuldades por que passa a quem se confine a ordenado mmínimo

Muitos de nós, que vivemos na rua, durante muitos anos, poucas pessoas, se importam connosco! Até nos viram a cara!  - De vez em quando há uma associação que traz duas sandes de fome e um iogurte: uma delas untada com manteiga e a outra com um fatia de fiambre, em que se vê o sol

Ajudamo-nos mutuamente uns aos outros: eu, há 15 anos atrás, ajudaram-me; hoje em  dia tenho o meu apartamento Estou aqui a dar-lhe o meu apoio: continuam a ser os meus amigos e a minha família

Imagem de televisão - 2012
Mas quem é que é capaz de pôr rédea na ganancia dos senhorios? - Com leis que estão literalmente ao seu lado  nos prazos e nas exorbitâncias de aumentos?-   "Tenho de aceitar um aumento de 300% da renda"?...03/12/2012 - 

 Em Lisboa e Porto, assim como no litoral algarvio, dificilmente se aluga um quatro por menos de 3OO euros mensais . Os grandes centros urbanos de Portugal, são aliciantes  para os turistas endinheirados, o maná dos possuidores dos  vistos Golden, para os milionários chineses, marajás  indianos, que são os  grandes senhores  dos principais negócios e ramos de atividade e  cada vez mais difícil para os portugueses e africanos que aqui residam ou  queiram arranjar algum emprego e alugar um quarto ou arrendar uma casa

EM ANGOLA SUCEDE A MESMA COISA CAPITAL ANGOLANA – ONDE A PRESENÇA ESTRANGEIRA É A GRANDE PRIVILEGIADA – O grosso da população é afastado para bairros periféricos  miseráveis. "Cidade feita por chineses em Luanda tem tudo, menos pessoas Há relvados, prédios, apartamentos, escolas, lojas e estradas. A única coisa que não há? Pessoas. Era suposto o complexo residencial Nova Cidade de Kilamba - a cerca de 30 quilómetros de Luanda - estar por esta altura cheio de habitantes. Mas até agora não passa de uma cidade-fantasma. https://www.publico.pt/2012/07/05/mundo/noticia/a-nova-cidade-de-kilamba-e-para-ja-uma-cidadefantasma-1553512


QUEM IMIGRA PARA Cabo Verde, dificilmente vai para trabalhos duros e vergar a mola  - Cabo verde é o pais dos PALOP com  mais população fora do que dentro - Aquele  com mais altas taxas de emigração — as estimativas apontam para um milhão na diáspora.

DORMIR DEBAIXO PONTE NÃO É ASSIM TÃO MAU QUANTO ISSO....


A reforma do arrendamento e a liberalização gradual das rendas antigas dinamizou o mercado de arrendamento? - Bem pelo contrário? Sem dúvida, o maior ataque às famílias portuguesas por um governo de estrangeiristas - A maior parte dos seus membros nascidos   nas antigas colónias e com mentalidade colonial - 

SENHORIOS FICARAM COM A FACA E COM O QUEIJO NAS MÃOS - NOTICIAS PÓS A LIBERALIZAÇÃO DO ARRENDAMENTO URBANO

 "255 mil contratos de arrendamento anteriores a 1990 serão revistos. O aumento das rendas irá, assim, afetar cerca de um milhão de famílias. O «Diário Económico» faz notar que as rendas antigas deverão subir, na prática, a partir de março de 2013, se o senhorio enviar uma carta ao inquilino nesse sentido já em novembro e caso o segundo apresente uma contra-proposta dentro do prazo legal aceite pelo proprietário"TVI.

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